Sem Penas

Registered by fungaga of Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on 10/2/2009
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Journal Entry 1 by fungaga from Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Friday, October 02, 2009
Registado para emprestar ao Jota-P.

Journal Entry 2 by Jota-P from Sacavém, Lisboa (distrito) Portugal on Saturday, October 03, 2009
A fungaga fez o favor de me aumentar a lista TBR com mais dois livros de Woody Allen! Bem, como eu sou fã deste escritor/realizador/actor/argumentista e sei lá mais o quê, é com alguma expectativa que vou ler este livro. Obrigado fungaga!

Journal Entry 3 by Jota-P from Sacavém, Lisboa (distrito) Portugal on Friday, October 16, 2009
Já acabei de ler este livro há dois dias, mas tenho-me esquecido de cá vir dar a minha opinião acerca dele...

Bem, no geral gostei, não fosse este mais um livro escrito pelo genial Woody Allen (de quem sou um fã incondicional, se não de toda, pelo menos da sua obra cinematográfica, com especial destaque para as comédias). No entanto, devo dizer que me custa um pouco ler os seus textos mais non sense. A comédia non sense não faz de todo o meu estilo nem me agrada especialmente. Neste livro, creio que o Senhor Allen tão depressa se inclina para o texto mais non sense, como para o texto cómico mais cuidado e inteligente, o que me leva a considerar que este livro não é tão equilibrado como o anterior que dele li (Para Acabar de Vez Com a Cultura).

Contudo, este livro vale a pena por nele encontrarmos duas peças de teatro que, apesar de tocarem o tal non sense que acima referi, não deixaram de ser curiosas por levantarem as questões filosóficas a que desde sempre o Woody Allen nos habituou (Deus existe? o que faz o Homem aqui? etc., etc., etc.). O meu texto preferido foi, porém, "Se os impressionistas tivessem sido dentistas". Trata-se de um texto hilariante em que Van Gogh, Toulouse-Lautrec, Monet, Gauguin e companhia surgem, tal como o título do conto indicia, como dentistas. Os restantes textos não conseguem de alguma forma superar este, o que me leva a acreditar que não guardarei grandes memórias deste livro no futuro.

Mas não posso deixar de agradecer à fungaga por me ter dado a oportunidade de ler mais um livro de um dos comediantes/cineastas/argumentistas/actores/criadores-de-filosofias-de-algibeira que mais aprecio.

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