O mesmo mar

by Amos Oz | Literature & Fiction |
ISBN: Global Overview for this book
Registered by -Claudia- on 6/14/2006
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Journal Entry 1 by -Claudia- on Wednesday, June 14, 2006
Da contracapa:

"Albert, Nadia, Enrico, Dita, Bettine. Cinco personagens em rota de colisão, como triângulos que se interceptam. Triângulos amorosos, de amizade e solidariedade, mas também de incerteza e temor. Relações de sombra e de luz. Em última instância todos os personagens estão rodeados de sombras, todos os personagens estão entregues a si mesmos, às suas fragilidades e pequenas cobardias.

Lentamente, as ligações desdobram-se entre o sofrimento silencioso de Albert, a sua falecida mulher Nadia, Enrico, o filho ausente, e as duas mulheres da sua vida - Dita, a sensual namorada de Enrico, e Bettine, a amiga viúva. Um complexo mosaico de vozes, cujo registo cruza prosa e poesia à medida que a trajectória dos personagens é traçada e Amos Oz apresenta o mundo confuso e contemporâneo de Enrico e Dita e o elegíaco passado de Albert, Nadia e Bettine."

Journal Entry 2 by Muzzle on Monday, October 15, 2007
recebido!

obrigado Claudia. Tentarei ser breve.

Journal Entry 3 by Muzzle on Tuesday, January 15, 2008
Gostei de ler, mas não era aquilo que esperava. Não sei porquê, meti na cabeça que seria algo mais político e social. Obrigado Claudia pelo empréstimo.

Journal Entry 4 by Muzzle on Tuesday, January 15, 2008
vou libertar o livro no inicio das noites bookcrossing do bar ogâmico.

Journal Entry 5 by Jota-P from Sacavém, Lisboa (distrito) Portugal on Wednesday, January 23, 2008
Trouxe este livro ontem do Bar Ogâmico, depois do mini-encontro com a pacithapis e o ivosousa. Como nunca li nada de um autor israelita, estou bastante curioso (e daí não ter resistido a trazê-lo comigo).

Obrigado Muzzle por teres posto este livro à nossa disposição. E a propósito, o Bar é bastante agradável. Voltarei aí um dia destes!

Journal Entry 6 by Jota-P from Sacavém, Lisboa (distrito) Portugal on Wednesday, January 30, 2008
Eu arriscaria dizer que as opiniões das pessoas que lêem este livro se poderão dividir entre: aqueles que perceberam o que leram e gostaram, aqueles que perceberam e não gostaram e aqueles que pouco perceberam e mesmo assim gostaram. Eu incluo-me neste último grupo.

Este livro é uma autêntica manta de retalhos, bocados de textos que formam um padrão quase disconexo, mas mesmo assim ligados uns aos outros pelos fios da imaginação (ou será da loucura narrativa?) deste autor israelita. Os vários planos narrativos da história acabam todos por se intersectarem, inclusive o do narrador (que é assumidamente o autor) que, de forma muito estranha, também ele participa na acção que ele próprio narra, interagindo com as personagens (ou será que são as personagens que interagem com ele?) por ele (não necessariamente) criadas.

Tudo é estranhamente estranho neste livro: Nadia, apesar de morta, continua presente, e mantém ou manteve uma relação veladamente incestuosa com Rico, o qual por sua vez abandonou a namorada e partiu para o Tibete, e por quem Albert acabará por se apaixonar. Tudo está relacionado entre si, por mais absurdo (ou será surreal?) que seja. É uma história que não tem princípio, nem fim, ou em que o princípio é o fim e o fim é o princípio, ou em que o fim não é o fim e o princípio dificilmente é o princípio. Cada um que a ler que escolha a opção que mais lhe agradar...

No fundo, gostei bastante deste livro por ser esta coisa meio esquisita, em que o que é pode não ser e em que o que não é, não será. Se eu fosse escritor, era assim que gostava de escrever:

"Dita riu: eu não sou dele, nem nunca fui, e ele não é meu, e de qualquer modo, veja, tudo isso não passa de rótulos. Cada um pertence a si próprio. Tenho horror a tudo o que é definido. É melhor deixar as coisas seguirem o seu rumo. O problema é que isso também é uma ideia preconcebida. Definir é complicar." (pág.19)

"Entre Nós
Antes de perdão, esta cadeira está livre,
Antes da cor dos seus olhos, antes de posso oferecer-lhe um copo,
antes de eu sou Rico, e eu chamo-me Dita, antes do breve aflorar
da mão sobre o ombro,
aquilo passou entre nós
como uma porta a entreabrir-se durante o sono." (pág.27)

"Nadia casou com ele contra vontade, porque uma amiga lhe revelara em segredo o que é o amor, que não deve ser despertado antes de ser desejado." (pág.29)

"(...) jogos do amor nos quais ganha quem mais resiste, e em que a pressa não compensa: quem deseja deve fingir indiferença e mascarar de indecisão o seu entusiasmo." (pág.110)

"Os silêncios podem justamente exprimir o que as palavras não conseguem." (pág.142)

"Há boas e más novas no café. A má, é que o tempo corre. A boa, é que o tempo cura." (pág.164)


Muito obrigado Muzzle por teres disponibilizado este livro e, assim, mo teres dado a conhecer. Aproveitei a sua leitura para o incluir no Desafio do Alfabeto de Autores (letra O).

Journal Entry 7 by Jota-P from Sacavém, Lisboa (distrito) Portugal on Thursday, April 03, 2008
Este livro seguiu ontem para o Andregris que o ganhou no âmbito do RABCK organizado por mim para comemorar o meu 5º Aniversário BC. Espero que gostes!

Journal Entry 8 by Andregris from Barcelona, Barcelona Spain on Tuesday, April 08, 2008
Chegou são e salvo, o bookcrossing tem coisas engraçadas, há uns tempos na fnac duas ou tres vezes sempre que ia lá, passava por este livro no entanto nunca o comprei. é daqueles que ficamos sempre com a ideia devia ter comprado. Pois bem quando vi o sorteio não resisti e por impulso inscrevi-me e eis que ele agora aqui esta pronto para ser lido já já a seguir. Obrigado Jota-p. Apesar de ter muitos para ler este tem cunha =)

Journal Entry 9 by Andregris from Barcelona, Barcelona Spain on Friday, May 09, 2008
um livro diferente, um poema que é prosa, uma prosa que é poesia. Muito interessante com passagens intensas e fortes. disponivel para emprestimo

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