Cadernos de Lanzarote: Diário (O Campo da palavra)

by Jose Sarmago | Literature & Fiction |
ISBN: 9722109014 Global Overview for this book
Registered by 0807186271BC on 3/18/2006
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Journal Entry 1 by 0807186271BC on Saturday, March 18, 2006
Contar os dias pelos dedos e encontrar um mão cheia.

Released 13 yrs ago (5/3/2006 UTC) at Coimbra, Bookbox in -- By person, mail/Pessoalmente, correio --, Coimbra Portugal

WILD RELEASE NOTES:

RELEASE NOTES:

Enviado na Bookbox Prémios Nobel da Literatura!

Journal Entry 3 by Jota-P from Sacavém, Lisboa (distrito) Portugal on Thursday, May 04, 2006
Cá chegou ele na BookBoxRing (em menos de 24h?! Os CTT andam muito eficientes!)

Diários não fazem muito o meu estilo de leitura, mas como é de um autor de que gosto muito, vou dar-lhe uma oportunidade para me surpreender. Depois direi a minha opinião.

Obrigado soficavaco. O livro seguirá o seu caminho assim que o tenha acabado de ler.

Journal Entry 4 by Jota-P from Sacavém, Lisboa (distrito) Portugal on Thursday, May 18, 2006
Bem... Não estava à espera de ler este livro tão cedo (e tão depressa), mas depois de começar, não consegui parar.
Foi interessante. Como disse na JE anterior, diários que se sabe que vão ser publicados não fazem muito o meu género de literatura, porque considero que podem ser um acto fútil de puro narcisismo. E Saramago aparece-nos sempre como um homem simples, humilde... Será falsa modéstia? Bem... Não nos podemos esquecer que estas páginas foram escritas ao longo do ano de 1993, altura em que já se apontava o seu nome para o Nobel, mas ano ainda distante de 1998 (quando efectivamente ganhou o referido prémio).

Tirando este facto, Saramago surge nas páginas deste livro tal como eu o imaginara. Mordaz nas suas críticas, denota-se ali uma certa amargura para a classe política de princípio dos anos 90 em Portugal (o que, de certa maneira, é compreensível) mas também muita doçura para quem sabe respeitar a sua obra.

Depois... Depois fiquei encantado só por ver passar diante dos meus olhos nomes que respiram cultura. Ao ler estas páginas, senti uma pontinha de inveja... É que Saramago troca(va) correspondência com Jorge Amado, almoça com Gabríel García Márquez, cruza-se com Chico Buarque no comboio de Lisboa ao Porto, recebe um abraço de Sérgio Godinho, janta com Paula Rêgo, dá uma conferência com Gonzalo Torrente Ballester, troca uma ou outra palavra com Maria João Pires, Antonio Tabucchi, Salman Rushdie, entre outros...

Isso sim, é pertencer e movimentar-se na elite cultural mundial. Por muito que ele o não queira, Saramago pertence a ela.

Journal Entry 5 by bookmanu from Cascais, Lisboa (distrito) Portugal on Saturday, June 10, 2006
Trouxe do picnique BC no Parque das Nações hoje. Obrigado por o teres libertado Jota-P! Eu tambem tenho o Evangelho segundo Jesus Cristo, do saramago para lêr. O unico Saramago que já uma vez li foi uma traduçaõ para Inglês do 'Ensaio sobre a cegueira'[Blindness] Não costuma a lêr muitos livros em Português, mas este parece vir a ser uma facil e interessante leitura.

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