Os Anjos Morrem das Nossas Feridas

by Yasmina Khadra | Literature & Fiction |
ISBN: 9725305388 Global Overview for this book
Registered by wingArvoreswing of Porto Santo (ilha), Madeira Portugal on 8/8/2017
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Journal Entry 1 by wingArvoreswing from Porto Santo (ilha), Madeira Portugal on Tuesday, August 08, 2017
"Dizia chamar-se Turambo, o nome da sua miserável terra na Argélia, onde nascera nos anos de 1920. Tinha uma candura desarmante e um gancho esquerdo imbatível. Frequentou o mundo dos ocidentais, conheceu a glória, o dinheiro, o frenesim dos ringues de boxe, e todavia nenhum troféu movia mais a sua alma do que o olhar de uma mulher. De Nora a Louise, de Aïda a Irène, procurava um sentido para a sua vida. Mas num mundo onde a cupidez e o êxito reinam como senhores absolutos, o amor corre por vezes grandes riscos.

Através de uma extraordinária evocação da Argélia de entre guerras, Yasmina Khadra apresenta, mais do que uma educação sentimental, o percurso obstinado de ascensão e queda de um jovem prodígio, adorado pelas multidões, fiel aos seus princípios, e que apenas queria ser senhor do seu destino."

Journal Entry 2 by wingArvoreswing at Porto Santo (ilha), Madeira Portugal on Saturday, January 25, 2020
Gostei muito da escrita de Yasmina Khadra, mas a tradução por vezes irritou-me, pela utilização de adjectivação completamente em desuso.
Cativaram-me Turambo e a sua inocência, mas foi precisamente essa inocência que frequentemente me exasperou.
Seremos realmente donos do nosso destino ou estaremos sempre condicionados pelas circunstâncias e vontades alheias? Essa é, para mim, a grande questão que este livro coloca.
As questões raciais, de hierarquização e de domínio, estão também muito presentes neste livro. Mas, quanto a mim, mais impactante do que qualquer questão de raças ou credos, é o facto de o ser humano colocar rótulos no seu semelhante consoante o proveito que este pode ou não proporcionar-lhe. Assim, "continuamos" na atitude ancestral de descartar qualquer um ou qualquer coisa da qual não podemos tirar proveito. Triste realidade.
O último terço do livro desapontou-me um pouco mas, ainda assim, foi uma leitura quase compulsiva. Recomendo.

Vai para as estantes da marialeitora, em resultado de uma troca efectuada há uns meses. Peço desculpa pela demora. Realmente, quase nunca somos donos do nosso destino.

Boas leituras!

Journal Entry 3 by marialeitora at Vila Real, Vila Real Portugal on Friday, January 31, 2020
Chegou! aos anos que o queria ler... (mas não custou nada esperar...:)

Obrigada

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