D. Amélia

by Isabel Stilwell | Literature & Fiction |
ISBN: 9789896262075 Global Overview for this book
Registered by kizmiaz of Belém , Lisboa (cidade) Portugal on 6/22/2017
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Journal Entry 1 by kizmiaz from Belém , Lisboa (cidade) Portugal on Thursday, June 22, 2017
"Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país. D. Amélia de Orleães e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância. O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor. Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 671 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer.

Isabel Stilwell, autora "best-seller" de romances históricos, traz-nos a história da última rainha de Portugal. D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos, assassinados ao pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola. De nada lhe valeu o ramo de rosas que tinha na mão e com o qual tentou afastar o assassino. Outras mortes a perseguiriam...

D. Amélia regressou em 1945 a convite de António de Oliveira Salazar com quem mantinha correspondência e por quem tinha uma declarada admiração. Morreu seis anos depois em França, seu país natal, na cama que Columbano havia pintado para ela. Na cabeceira estavam desenhadas as armas dos Bragança. "

Journal Entry 2 by kizmiaz at Belém , Lisboa (cidade) Portugal on Wednesday, July 12, 2017

Released 1 yr ago (7/12/2017 UTC) at Belém , Lisboa (cidade) Portugal

CONTROLLED RELEASE NOTES:

RABCK comemorativo dos meus 12 anos de BC

Journal Entry 3 by Maria-Nunes at Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Friday, July 14, 2017
Chegou!
Muito obrigada, kizmiaz, e, mais uma vez, parabéns pelo 12º aniversário! :-)

Journal Entry 4 by Maria-Nunes at Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Thursday, August 31, 2017
“Sintra é o lugar onde o Inverno passa o Verão” (atribuída a D. Amélia)

Para além disto, o tipo de escrita, mas principalmente a linguagem utilizada é desconsoladora, despropositada e (para mim) mesmo muito irritante, nada em consonância com o que seria admissível num romance histórico. Por esse motivo, creio que este livro não pode, de modo nenhum, ser considerado um romance histórico. E é pena, porque a temática que esta autora escolheu para os seus livros (vidas de rainhas de Portugal ou portuguesas) é interessante e daria tão belos livros, se bem escritos…
Alguns exemplos da linguagem deste livro (e infelizmente são tantas “as pérolas” deste género…):
«5 de setembro de 1885 (…) O irmão, agora com 16 anos, e “lindo de morrer” pensava Amélia (…)» (página 115)
«6 de fevereiro de 1886 (…) Nessa noite Amélia escreveu [no seu diário] (…) Estava tão nervosa que comecei a falar sem parar, que horror, devo ter parecido uma daquelas guias turísticas que contam a história de um lugar sem sequer olharem para a cara da pessoa com quem falam para saber se está interessada no que dizem. (…)» (pagina 140)
«15 de março de 1886 (…) Teve a distinta lata, pensou [D. Amélia]» (pagina 150)

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