Tenho o direito de me destruir

by Kim Young-ha | Literature & Fiction |
ISBN: Global Overview for this book
Registered by wingcontowing of Lisboa (city), Lisboa (distrito) Portugal on 7/7/2014
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Journal Entry 1 by wingcontowing from Lisboa (city), Lisboa (distrito) Portugal on Monday, July 07, 2014
Sinopse (da editora):
"Num tempo em que a eutanásia e a morte assistida estão na ordem do dia, o narrador anónimo deste romance ajuda pessoas a morrer. Mas não porque se encontrem doentes, simplesmente porque se sentem fartas da vida. Bastam-lhe dois ou três clientes por ano para sobreviver; mas nem sempre se torna fácil encontrá-los e, por isso, é preciso ler muito, viajar, saber de pintura, fazer pesquisa, seguir alguma pista. («As conversas fluirão mais facilmente se eu souber quais as bandas, pintores e escritores que preferem.») Foi assim, de resto, que descobriu a bela e tentadora Se-yeon, que partiu o coração aos dois irmãos que se apaixonaram por ela; e também Mimi, a artista que nunca permitia que a filmassem porque tinha medo de se ver a si mesma. E quem sabe se se tornará sua cliente a rapariga de Hong Kong que conheceu num museu, em Viena, e parecia fugir de um passado terrível? Tomando a paisagem urbana e o ritmo louco de Seul como espelho da vida contemporânea em todo o mundo – e combinando a tensão emocional de Kundera com a angústia existencial de Bret Easton Ellis – Tenho o Direito de Me Destruir, traduzido em mais de dez línguas, inscreve a moderna literatura sul-coreana na tradição internacional e institui Kim Young-ha como a voz mais importante da sua geração."

Apesar de só recentemente publicado em Portugal, o livro é já de 1996.

A minha opinião: tive dificuldade em peceber, mas acho que no fundo o que senti foi que havia imenso potencial no conceito e na abordagem, mas que depois não se concretiza. Acaba por só nos ser contada uma história completa de um cliente e mais um pouco de outras duas e fica a apetecer mais. Apetece conhecer melhor o homem, perceber melhor os seus métodos e saber mais sobre o processo de decisão das pessoas que ele aborda, porque acaba por ser tudo excessivamente vago.
Está muito bem escrito e lê-se quase de um só fôlego, mas a sensação que deixa é a de um conto com material para muito mais.

Como não me conseguia decidir sobre o que achar e precisava de outra opinião, pedi ao K que o lesse e me dissesse o que achava, pois pareceu-me que se alguém poderia apreciar o género era ele.

Journal Entry 2 by kizmiaz at Belém , Lisboa (cidade) Portugal on Monday, July 07, 2014
Ja estou a ler e em breve espero deixar aqui a JE

Journal Entry 3 by kizmiaz at Belém , Lisboa (cidade) Portugal on Tuesday, July 08, 2014
Nem sei por onde começar... o livro tem várias boas ideias e algumas frases muito boas mas...
Embora se perceba o que a personagem principal faz e se subentenda, de algum modo, a forma como o faz os episódios são bastante vagos.
Como diz a conto apetece conhecer melhor a personagem principal e fiquei com muita vontade de conhecer melhor o irmão que conduz o taxi bala como um kamikaze.
Lê-se muito bem e de uma assentada mas no fim fica a sensação de faltar algo, é como mastigar ar.
É um conto inacabado mas é dificl considerar isto um romance.
Valeu a pena para conhecer um novo autor.

Journal Entry 4 by wingcontowing at Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Sunday, August 17, 2014
Regressou a casa, depois de lido também pela Nin-guem que diz que gostou muitíssimo, por estar "tão bem escrito".

Fica AVL para se interessar a alguém... ou talvez o anuncie no fórum, não sei. Verei depois do Verão.

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