A música do acaso

by Paul Auster | Literature & Fiction |
ISBN: Global Overview for this book
Registered by irus of Bragança, Bragança Portugal on 12/14/2011
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Journal Entry 1 by irus from Bragança, Bragança Portugal on Wednesday, December 14, 2011
Jim Nashe é um frívolo bombeiro de Boston que precisa de música como do ar que respira. A mulher abandona-o pouco antes da morte de seu pai, que nunca conheceu e que lhe deixa uma inesperada herança, que ele esbanja à medida que viaja sem rumo pelos Estados Unidos. Sem que estabeleça qualquer ponto de chegada, Jim deixa-se conduzir pelo acaso, que se torna a força motriz que determina a sua vida, transformando-a numa sucessão de acontecimentos aparentemente sem significado. Uma vida errante passada numa solidão quase completa, em que experimenta a divertida e dilacerante sedução do desenraizamento absoluto. Até ao dia em que a música do acaso lhe sugere uma outra aventura: apostar tudo numa única carta

Journal Entry 2 by irus at Bragança, Bragança Portugal on Wednesday, December 14, 2011
Emprestado ao Jota-P.

Journal Entry 3 by Jota-P at Sacavém, Lisboa (distrito) Portugal on Tuesday, December 20, 2011
Agora que estou embalado pela curiosidade de conhecer os livros de Paul Auster, espero não demorar muito a despachar este! Muito obirgado pelo simpático empréstimo, irusdodot. Darei notícias brevemente.

Journal Entry 4 by Jota-P at Sacavém, Lisboa (distrito) Portugal on Tuesday, December 27, 2011
«Tu queres acreditar num objectivo qualquer oculto. Estás a tentar convencer-te a ti próprio de que há uma razão para aquilo que acontece no mundo. Não me interessa o nome que lhe dás, Deus, sorte ou harmonia, vai dar tudo à mesma treta. É uma maneira de evitar os factos, de te recusares a olhar para o modo como as coisas realmente funcionam.»

Em todos os livros de Paul Auster que li houve sempre uma ou outra frase que me marca. Neste livro, encontrei esta e não resisti a transcrevê-la para aqui.

Apesar de ter gostado bastante deste livro, estava à espera de um final mais surpreendente. A narrativa deixou-me em suspenso até ao fim, e foi isso que me fez lê-lo tão rapidamente, mas já aprendi com Paul Auster que o que é mais importante não é tanto a conclusão a que se chega, mas sim o caminho que se fez para chegar até ela.

A minha opinião em relação ao Paul Auster vai ficando mais sedimentada à medida que vou lendo os seus livros: é um excelente contador de histórias, na mesma onda de outros seus conterrâneos coetâneos (assim de repente, lembro-me de Michael Cunningham e de Margaret Atwood - se bem que esta é canadiana), mas penso que não seja um dos meus autores favoritos. Em todo o caso, é sempre um prazer ler os seus livros, por isso mais uma vez agradeço a oportunidade à irusdodot por me ter emprestado este livro!

Journal Entry 5 by irus at Bragança, Bragança Portugal on Thursday, January 05, 2012
E chegou a casa são e salvo

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