Lá por ser 1 de abril não vale mentir. O que leem neste mês primaveril?

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Mas depois de terminar com o fim do mês passado o de Kinsolver, li mais um Steven Saylor (obrigada mais uma vez, Kiz), desta feita um mediano (melhor que o anterior embora prometesse menos). O The Triumph of Caesar, que relata o regresso a Roma de Gordianus e a investigação a um eventual conluio para assassinar César num dos Triunfos que lhe são dedicados em 46ac. Vale essencialmente pela descrição desses mesmos triunfos e pela demonstração da falência do calendário tradicional romano em uso até então (calendário lunar com introdução de meses intercalares para acerto) e da necessidade de introdução de um calendário alinhado pelas estações do ano, ou calendário solar e que foi chamado de calendário juliano (base do que usamos hoje em dia).
Agora iniciei a leitura daquele-cujo-nome-não-pode-ser-pronunciado. ;)

 

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Eu comecei A nossa alegria chegou, da Alexandra Lucas Coelho.

De todos os livros dela este é o menos me chamou a atenção, mas como foi prenda de aniversário tenho de lhe dar uma oportunidade. De qualquer forma, embora a sinopse não me diga muito, gosto sempre da escrita da Alexandra, por isso acho que não vou dar o tempo como perdido.

De resto, e além do ring de abril, a intenção para as leituras seguintes é terminar uma mão-cheia de livros que - não os tendo abandonado - , por um motivo ou outro, deixei em suspenso.

 

do Fernando Campos (autor que muito aprecio), e também com O Homem e o Espectro, do Charles Dickens.
Ambos são releituras, porque me apeteceu pegar neles de novo, não é por não ter livros para ler, nada disso (ui, nem me quero lembrar da minha montanha TBR, que já não é uma, mas sim três, para não colapsar...)

 

wingArvoreswing 9 mos ago
Três
"It's fine by me", de Per Petterson - acompanhando um adolescente a quem morreu um irmão num acidente trágico, a sua inadaptação à cidade de Oslo, as suas novas amizades e o regresso de um pai ausente, potencialmente perigoso. Não avancei ainda muito, mas promete.

"Platform", do Houellebecq, que tem andado por ali a marinar, apesar de o achar divertido.

O livro de Março, que me está a custar um bocadinho, mas que tenho de acabar de ler esta semana, para não passar do dia 8, ou o organizador da coisa dá-me na cabeça.

É isto, muito igual à semana anterior, creio, uma vez que esta última semana me manteve ocupado com outras coisas.

 

conto 9 mos ago
RE: Três
O livro de Março, que me está a custar um bocadinho, mas que tenho de acabar de ler esta semana, para não passar do dia 8, ou o organizador da coisa dá-me na cabeça.

Ah pois, tu vê lá, que esse gajo é tramado! ; D. :D :D

 

" a morte do comendador"

Culpa da ladylouve e do murakami....

 

Conseguiste arranjar o segundo volume? Ó os meus olhos aqui a pedir tã lindes *_____* :p

 

De todos os livros dela este é o menos me chamou a atenção, mas como foi prenda de aniversário tenho de lhe dar uma oportunidade. De qualquer forma, embora a sinopse não me diga muito, gosto sempre da escrita da Alexandra, por isso acho que não vou dar o tempo como perdido.

Ah-ha, também tu! ;)

 

Tinha-o acabado em dois dias se o tempo o permitisse, mas infelizmente não é o caso.
E entretanto, porque não gosto de ler só não-ficção, comecei o Pedro Páramo, com grandes expectativas, mas está-me a desapontar bastante :(

 

Uma autobiografia. Está a ser uma leitura muitíssimo melhor do que esperava. Voraz, mesmo.

 

Uma autobiografia. Está a ser uma leitura muitíssimo melhor do que esperava. Voraz, mesmo.


O Frasier, ou quando os personagens são mais conhecidos que os atores :)

 

Uma autobiografia. Está a ser uma leitura muitíssimo melhor do que esperava. Voraz, mesmo.


O Frasier, ou quando os personagens são mais conhecidos que os atores :)

Sim, para mim era completamente desconhecido. A única coisa que sabia dele desagradava-me: é republicano e foi apoiante do Bush e do Trump. Mas esta autobiografia é dos anos 90 e não fala de nada disso: fala sobretudo de teatro e da vida pessoal dele. As partes sobre teatro cativaram-me imenso. As outras também. Resumindo, despachei o livro em 2 dias. Ainda não sei em qual vou pegar a seguir.

 

Quase por terminar. Trama muito boa. Vai devagar porque às vezes recorro ao Diccionario Esencial Santillana de la Lengua Española. O autor me faz enriquecer o meu vocabulário.

 

Estive ontem com ele na mão, a decidir se o levo comigo de viagem! Mas também o tenho em espanhol, e é um grande tijolo, por isso acho que vai ter de esperar mais um pouco pela sua vez...

 

Não é o nome do livro.
É tão, tão secreto que ainda nem dá para perceber se tem fim.
Ring nº 4563780@GBD

 

"The book of Ballads", com textos de vários autores (entre os quais Neil Gaiman) e ilustrações de Charles Vees. Não lhe chamarei Novela Gráfica, uma vez que o livro reúne um conjunto de histórias associadas ao cancioneiro do Reino Unido e Irlanda, tem explicações detalhadas sobre as suas origens e inclui os textos originais a partir dos quais foram recreadas estas obras. Interessante e revelador. Muito associado ao imaginário colectivo e ao fantástico (fadas, elfos e seres monstruosos que vêm do Além para roubar as almas das pessoas).

Entretanto, terminei "It's fine by me", de Per Petterson. O título diz tudo. É a história de um jovem com uma família destruída: um irmão que morre num acidente de automóvel, mãe fragilizada e pai alcoólico e violento. Com esse ambiente familiar, o moço vai acumulando raiva em relação à vida, torna-se também ele violento e fica um pouco à deriva. É indiferente a tudo o que lhe possa acontecer. Daí o título.
O livro é interessante, mas é o segundo que leio deste autor e ele teima em se perder com explicações minuciosas sobre processos desinteressantes. Neste caso, põe-se a explicar todo o processo de impressão utilizado nos anos 70, com as máquinas da época, desde a forma como se apresenta o papel, colocam as tintas nos rolos, todos os botõezinhos onde tem de se carregar para que a coisa funcione, todo o processo de segurança, o que fazer se o papel arde, etc. etc. Estão a ver? Uma seca! No outro livro (Out stealing horses), divagava sobre o processo de corte de árvores, preparação da madeira, colocação dos troncos nos camiões, transbordo para os rios, onde os troncos flutuariam até ao destino... BORING! É uma pena, uma vez que o resto da história está muito bem contado. Enfim, ele lá sabe.

 

No outro livro (Out stealing horses), divagava sobre o processo de corte de árvores, preparação da madeira, colocação dos troncos nos camiões, transbordo para os rios, onde os troncos flutuariam até ao destino... BORING! É uma pena, uma vez que o resto da história está muito bem contado. Enfim, ele lá sabe.


Curioso. Esse processo do corte de árvores, transbordo para os rios e todos os restantes rituais de viver no meio da floresta foi uma das coisas que me encantou nesse livro (e ao homem cá da casa também). Lá está, cada leitor cada sentença - não rima, mas que se há de fazer?

 

Sabes que, eu e a destruição de árvores não combinamos bem :-)

 

No outro livro (Out stealing horses), divagava sobre o processo de corte de árvores, preparação da madeira, colocação dos troncos nos camiões, transbordo para os rios, onde os troncos flutuariam até ao destino... BORING! É uma pena, uma vez que o resto da história está muito bem contado. Enfim, ele lá sabe.


Curioso. Esse processo do corte de árvores, transbordo para os rios e todos os restantes rituais de viver no meio da floresta foi uma das coisas que me encantou nesse livro (e ao homem cá da casa também). Lá está, cada leitor cada sentença - não rima, mas que se há de fazer?

Pois, eu também gostei muito dessa descrição toda :-)

 

uma autobiografia do Buddy Guy. O Buddy é um gigante dos Blues de Chicago mas apresenta-se tão humilde nesta sua autobiografia e tão terra a terra que realmente me faz ficar ainda mais fã do que já era.

 

É um autor e bookcrosser argentino. Mandou-me este livrinho há uns anos, já com o BCID impresso e tudo. Está a ser uma leitura interessante.

 

Também o tenho por cá. Mas ainda não o li :-(
Lá chegará o dia.

 

É um autor e bookcrosser argentino. Mandou-me este livrinho há uns anos, já com o BCID impresso e tudo. Está a ser uma leitura interessante.

Eu também trouxe um exemplar da Argentina
Confusa é a questão das JE, porque há n livros pelo mundo fora todos com o mesmo BCID ...

 

Terminei:
A Sala das Perguntas, de Fernando Campos - gostei muito.
O Homem e o Espectro, do Charles Dickens - um clássico.
Mesmo a terminar:
Viajar Com... José Régio - muito interessante (pena que só abranja o Norte do país)
Entretanto li:
Viajar Com... Camilo Castelo Branco - muito interessante

 

e comecei a ler o Germinal, do Émile Zola, mas... em francês! Cada frase, cada ida ao dicionário... o pior é que estou fora de casa e só trouxe este comigo, portanto não há alternativas. Bem, em caso de extrema necessidade, posso sempre dar um pulinho a uma livraria...

 

segue para a lady, no sábado! (antes não tenho tempo...)

Vou começar hoje o livro de Abril! :)

 

Estou a gostar.

 

Eu tenho-me sentido um pouco "angustiado", pois tenho a mesinha de cabeceira cheia de livros que quero ler, mas o tempo é escasso...
Ando a ler o livro de Abril, cujo-título-não-pode-ser-pronunciado (estou quase a terminar), mas também "Logicomix - Uma Busca Épica da Verdade" de Apostolos Doxiadis e Christos H. Papadimitriou (uma novela gráfica sobre a vida e obra de Bertrand Russell que estou a achar bastante interessante); "A História do Amor" de Nicole Krauss (já não me lembro ao certo porquê, mas este livro foi parar à minha 'wishlist' e depois requisitei-o na biblioteca, mas estou a demorar algum tempo a despachá-lo); entretanto vou tendo livros mais simples para ler, tais como "Os Grandes da História - Alexandre Magno" de Enzo Orlandi (dir.), estou a achar piada ao facto se estar a gostar de ler estas pequenas biografias e factos históricos sobre personagens de que todos ouvimos falar, mas que às vezes não conhecemos tão bem. Outro dos livros que está em cima da mesinha é sobre "Luís XIV". O que esta colecção tem de interessante é o facto de no fim incluir "fichas" com aspectos interessantes sobre a época das personagens (por exemplo, a condição das mulheres, a organização política do Estado, os contextos sociais, etc.).
Em espera estão "Ódio, Amizade, Namoro, Amor, Casamento" de Alice Munro (outro livro que veio parar à 'wishlist' - este creio que a propósito do filme "Julieta" de Almodóvar, e que trouxe da biblioteca há já imenso tempo, mas que ainda não consegui atacar) e "Sempre o Diabo" de Donald Ray Pollock, o ring organizado pela irus, o qual ainda não comecei (peço desculpa desde já, mas espero que não me levem a mal)... Penso, no entanto, que conseguirei começar a lê -lo ainda este mês de Abril!

 

(roubando ao Jota, a frase) e encantada com o narrador cujo-nome-não-pode-ser-pronunciado e com quem tenho aprendido imensas coisas que não-podem-ser-pronunciadas mas que acho que TODA a gente devia saber porque é, de facto, fascinante....

 

Li outro livro desta senhora há alguns anos (Uma vida e três cães), que adorei, e peguei agora neste porque está prometido no "wish list tag game". Este é um livro mais simples, uma espécie de diário/livro de memórias, que retrata alguns episódios da vida da autora. Gosto muito da forma como ela escreve, simples e lúcida, mas gostei bem mais de "Uma vida e três cães"

 

de Clarice Lispector.

Uma autora que conheço mal (só li um livro dela) mas de que gostei muito. Está a ser curioso ver os seus pensamentos mais directos.

 

Mas depois de terminar com o fim do mês passado o de Kinsolver, li mais um Steven Saylor (obrigada mais uma vez, Kiz), desta feita um mediano (melhor que o anterior embora prometesse menos). O The Triumph of Caesar, que relata o regresso a Roma de Gordianus e a investigação a um eventual conluio para assassinar César num dos Triunfos que lhe são dedicados em 46ac. Vale essencialmente pela descrição desses mesmos triunfos e pela demonstração da falência do calendário tradicional romano em uso até então (calendário lunar com introdução de meses intercalares para acerto) e da necessidade de introdução de um calendário alinhado pelas estações do ano, ou calendário solar e que foi chamado de calendário juliano (base do que usamos hoje em dia).
Agora iniciei a leitura daquele-cujo-nome-não-pode-ser-pronunciado. ;)

 

Começou por me parecer demasiado descritivo e um pouco pretensioso, como uma primeira obra de alguém que quer muito, muito mostrar que investigou a fundo, mas depois a história conquistou-me e, confesso, os detalhes de época também. Está a saber-me bem a leitura.

 

que estava na Wishlist há naos. Um livro que recomendo a quem come ou já ouviu falar de fast Food.
Vou intervalando com a saga completa em BD Conan Rei

 

tenho, pelo menos, conseguido cumprir (mais ou menos) a intenção de terminar os "livros pendurados".
Por isso, dei por terminado:
O meu país inventado, Isabel Allende - não sendo fantástico, e abordando levemente assuntos já mencionados em Paula, é um retrato nostálgico sobre o Chile, provavelmente um livro interessante para quem esteve ou pretende viajar para o país
Platero e Eu, Juan Ramón Jiménez - estava à espera de uma narrativa diferente. No fundo, o livro é um retrato (poético, a maior parte das vezes) da vida na aldeia, dos seus ritmos e personagens, contado em histórias muito curtas. Valeu por poder acrescentar mais um à lista dos prémios Nobel

Entretanto li também o livro de abril-que-não-pode-ser-mencionado e outro que trouxe da prateleira da biblioteca:
Viver sem plástico, Will McCallum - nada de muito novo, para quem já está consciente e informado, que valeu para reforçar a consciência que é preciso mudar, cada vez com mais empenho e ativismo, e por meia de sites úteis que ainda não tive de explorar.

Entretanto, tentei terminar também o Walden ou a vida nos bosques mas, apesar de o ter vindo a ler na diagonal, acho que ainda vai passar mais um tempo a marinar na prateleira, antes de ter vontade de lhe pegar outra vez.

Agora vou ali espreitar a pilha TBR, para ver se o mês termina com leitura mais entusiasmante.

 

Agora vai para o Canadá.
De seguida, vou tentar acabar "Sleepers", de Lorenzo Carcaterra (o livro de Março do BRing múltiplo internacional - sim, a coisa anda atrasada), e "Platform", do Houellebecq (que já anda a marinar há demasiado tempo - tem de seguir viagem para a Nakipa).

 

O francês não me está a facilitar a vida, mas o livro é tão bom, que nem penso em desistir.

 

Esse livro foi um assombro para mim. Li numa excelente tradução, e quero um dia ler no original.

 

do Joel Neto. Fiquei absolutamente rendida. Não vos podia recomendar mais.

 

Está na minha wish list. Lá chegarei :-)

 

Nesta tarde de ventania deu-me para pegar neste. Não sei se o título é mesmo assim e se o nome está bem escrito mas tenho preguiça de ir ver. A casa tem kms, já se sabe.

O que sei é que quando pego nestes livros mais antigos fico deliciada. Há um prazer que não sinto com os livros mais recentes por muito que goste deles ( e gosto). Porque será?

 

Este mes de abril as minhas leituras têm sido anárquicas. Coisas da vida pessoal e tb coisas de uma biblioteca ao ar livre que se intromete constantemente. Ler .. agora tb e trabalho : para perceber o que são os livros que lá surgem e os orientar devidamente ( ou para a casinha de livros ou para algum dos leitores "saudáveis" que por lá surgem ou para o BC . E claro leio sobretudo em diagonal :)

Lembro alguns livros infantis da Colecção Sa da Costa Infantil que gostei mesmo, sobretudo os da ilustradora Iela Mari. Lembro uma Historia Geral dos Piratas escrita por um pirata :) o capitão Johnson, um livro especial.

Neste momento estou a ler "Os meninos da Camorra" de Roberto Saviano ( confesso que ja vi o filme , que e fantástico e o livro ainda é mais ).

E a re-ler "A condição Humana " de Andre Malraux da velhinha colecção dois mundos e ja nem lembrava que começa com um crime em Xangai. Estou a adorar. Isto de ler ajuda.

 

aquele-de-que-não-se-pode-dizer-o-nome

e, já despachei, "Três verões" (e ainda nem lá chegamos), de uma tal Julia Glass, um livro que estava cá em casa há imenso tempo e que me deu muito gosto ler. Uma história bem contada, muito cinematográfica, que me levou a viajar, com gente bem interessante, da Escócia à Grécia...

um dia destes viaja para uma das vossas casas...

 

A começar, mas já a parecer-me tão bom! O clima fez-me lembrar Rebecca, denso, com algo de ameaçador latente ali pelo meio, mas Banville parece-me escrever muito melhor. Ainda não percebi onde a história nos vai levar (ou se nos vai levar a algum sítio), mas isso também não importa muito - para já, a atmosfera e a escrita são mais do que suficientes para me manter totalmente agarrada!

 

Nem o título, nem a capa, e muito menos o subtítulo (Para além de todos os limites), que remetem para uma trama erótica, me fariam pegar no livro com muita vontade. Mas o facto da maria o ter visto na minha pilha TBR e o ter cobiçado, por ser inspirado na vida da Artemísia Gentileschi, fez-me (finalmente) tirá-lo para pilha para o ler. Como frequentemente acontece quando se tem baixas expectativas, está a ser uma bela surpresa, sobretudo pelo detalhe com que descreve a elaboração de moldes para a fundição de peças de escultura e até a dissecação de um cadáver para lições de anatomia, relacionadas com a pintura. Enfim, coisas da época.

Em paralelo, estou a ler A bússola, Mathias Énard, mais devagar por requerer uma maior atenção mas que está, até ao momento, a ser uma leitura bastante prazerosa.

 

Dei conta da Clarice Lispector e vou começar o *dun dun dun* LIVRO SECRETO (super secreto!) do mês. Um pouco atrasada, quase no fim do mês, mas como é estreitinho acho que o vou saborear rápido.

Um autor que descobri por aqui e de que fiquei a gostar bastante, por isso estou bem ansiosa para saber o que vem deste livrito!

 

ladylouve 8 mos ago
Entretanto
Li também "O Mundo em que vivi", de Ilse Losa, que recebi num ring espesso. :) Este livro desapontou-me um pouco, tinha ouvido muitas coisas dos estudantes que tiveram de o ler (que é uma seca, que é muito triste, etc.) e não correspondeu nada. Mais uma vez, penso que é um livro pouco adequado à idade em que têm de o estudar.

Agora estou a ler "Identidades Assassinas", de Amin Maalouf, um autor de que gosto bastante. Trata-se de um ensaio e uma espécie de biografia sobre a identidade das pessoas e de como esta pode afectar o seu comportamento relativamente aos outros. Até agora, interessante.

 

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