2017: o nosso ano em livros

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Então, bookcrossers, acham que já podem fazer a lista dos melhores do ano que está quase a terminar, ou ainda estão à espera de livros que vos vão encher mesmo as medidas?

Por mim, mesmo tendo em conta as leituras correntes, acho que fechei o ano. Posso dizer que foi um bom ano, apesar dos livros abandonados, maior do que nos anos anteriores (provavelmente também estou a ficar com menos pachorra)

Os meus números deste ano foram:
31 livros lidos
3 iniciados (para acabar de ler este ano ou transitar para o próximo
5 abandonados (sem intenção de retomar a leitura)

Destes aqui está o meu top 5 (por ordem de preferência, sim):
The ministry of utmost happiness, Arundhati Roy
Uma estranheza em mim, Ohran Pamuk
Americanah, Chimamanda Ngozi Adichie
O que diz Molero, Machado de Assis
Crónicas do mal de amor, Elena Ferrante

 

Baiia 11 mos ago
Este ano li 19
Estou a ler um outro que deve seguir para 2018. Os meus favoritos foram:
- Cemitério de Pianos de José Luís Peixoto
- Mataram a Cotovia de Harper Lee
- A Amiga Genial de Elena Ferrante
- A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha de David Lagercrantz

 

Eu também diria que fechei o ano, dado que estou com 3 livros iniciados, não prevendo iniciar mais nenhum (não sei se acabando algum destes ou não).
Também o meu foi um ano de excelentes colheitas.

Li 38 (os terminados, fora os 3 iniciados, portanto)
Destes, 1 não li na íntegra por ser um livro mais de consulta que de leitura; no entanto, li tantas partes e capítulos que acabei por o ler quase todo, ainda que não sequencialmente
Abandonei 1

Dos que li e terminei, atribuí 10 estrelas a dois:
* The ministry of utmost happiness, Arundhati Roy
* Hag Seed, Margaret Atwood
Depois tenho uma data de 9 estrelinhas:
* A tetralogia da Elena Ferrante (vou contar como um único, até porque os achei muito equilibrados entre si)
* A vida no campo, Joel Neto
* Exit West, Mohsin Hamid
* E ainda a releitura do sempre maravilhoso Pride and Prejudice, Jane Austen
E ainda uma longa série de 8 estrelas, como por exemplo:
* The Goldfinch, Donna Tartt
* A Vegetariana, Han Kang (talvez seja mais 7 que oito, ou 7 e meio, ou...)
* The Bone Sparrow, Zana Fraillon
* Half a Lifelong Romance, Eileen Chang
* Rosinha, Minha Canoa, José Mauro de Vasconselos
* A Man Called Ove, Fredrik Backman
* Sworn Secret, Amanda Jennings

Daqueles 38, estão referidos nesta lista 16 como bons ou muito bons!
2018 nem precisa de ser tão pródigo quanto 2017, para já ser um bom ano! :)

 

mas podia ter sido melhor...

Dei a pontuação máxima aos seguintes:
- “The Cranes Dance” da Meg Howrey
- “Show, Glass and Apples” do Neil Gaiman... um re-telling inesperado da Branca de Neve que é muitíssimo pequeno mas encheu-me as medidas e me pôs de olho nos outros livros todos do Neil Gaiman
- “The Complete Persepolis” da Marjane Satrapi
- é como não podia deixar de ser, mais um livro da Chimamanda Ngozi Adichie “Dear Ijeawele...” o resto do título é demasiado comprido... :-)

 

Sem dúvida que este foi, para mim, o ano da Banda-Desenhada. A tendência que já se tinha iniciada no ano passado continuou este ano em que também não tive disponibilidade mental e física para livros de maior porte (não sem pena da minha parte, o facto de não ter conseguido ler romances/novelas/etc).
Dito isto, aqui vão os números: total de 270 livros (ufa, custou-me a contar!)

Este número, lá está, não é assim tão impressionante, pois estou a contabilizar os livros de BD (toda a colecção Astérix, por exemplo) e os livros infantis (a colecção Pedrito Coelho, editada separadamente, o que não se justifica, pois são historiazinhas tão pequenas que podiam perfeitamente ser editadas num único volume).

Desses tais 270 livros, 229 (se não me enganei a contar) foram de BD / romance gráfico / ilustração. Desta secção destaco os seguintes:
- "Hawk" de André Oliveira, Osvaldo Medina, Inês Falcão Ferreira
- "Talco de Vidro" de Marcello Quintanilha
- "O Diário do Meu Pai" de Jiro Taniguchi
- "Os Vampiros" de Filipe Melo e Juan Cavia
- colecção "As Águias de Roma" de Marini
- colecção "O Decálogo" de (Frank) Giroud e outros 10 artistas gráficos
- colecção "Murena" de Dufaux e Delaby
- "A Casa" de Paco Roca
- "Oh, Miúdas!" de Emmanuel Lepage e Sophie Michel
- "Hän Solo" de Rui Lacas
- "História do Sexo" - História da Sexualidade Ocidental em BD" de Philippe Brenot e Laetitia Coryn
(e mais um ou outro que poderá ter-me escapado)

Dos livros "a sério" (apenas 16, se não me enganei nas contagens, mas é possível que tenha acontecido) só não gostei mesmo dos "Homens Imprudentemente Poéticos" de Valter Hugo Mãe (claro!). Não achei muita piada a "Índice Médio de Felicidade" de David Machado. Em contrapartida, gostei bastante de "Sala de Vidro" de Simon Mawer, "O Evangelho Segundo Lázaro" de Richard Zimler (claro!) e "Nem Todas as Baleias Voam" de Afonso Cruz (claro!).

Os restantes livros foram livros infantis que também me deram prazer a ler, e que mereciam ser aqui referidos, mas esta entrada já está grande demais!

Agora que venha 2018 com muitas leituras e disponibilidade de tempo e de cabeça para elas!

 

FallenAngels 11 mos ago
Li 37
mas chego aos 39.

A título de curiosidade:
o mais longo - '2666', Roberto Bolaño
o mais curto - 'Morreste-me', José Luís Peixoto

o melhor - 'A Minha Luta', autobiografia de Karl Ove Knausgärd. São 6 volumes, vou no quarto...
o pior - 'Maligna', Joanne Harris

 

ladylouve 11 mos ago
Bem
Este ano aparentemente, segundo o meu blog, li 147 livros. Entre mortos e feridos, foi muita banda desenhada pelo que esta contagem pode ser um pouco falsificada. ;)

Os meus preferidos foram, então:

- Dune
- O Diário do Meu Pai (um manga)
- Lisboa Triunfante, David Soares
- Leão, o Africano, Aamin Maalouf
- Antigas e Novas Andanças do Demónio, Jorge de Sena
- A Criação do Mundo, Miguel Torga
- Confessions of a Mask, Yukio Mishima

Vamos ver o que traz 2018 :)

 

marialeitora 11 mos ago
41
Não foi grande coisa em termos de quantidade e a qualidade também não foi lá aquelas coisas...mas houve alguns que vou guardar...

-Maria Antonieta, O retrato de uma mulher comum, Stefan Zweig (Gostei de saber que a Maria não foi só a pateta do "comam brioches". Gostei muito desta biografia e de conhecer melhor a rainha...)

-Breviário mediterrânico, Predrag Matvejević (este livro é tão bonito em todos os aspectos que o li emprestado mas a seguir comprei-o! Vale a pena guardá-lo...)

-10% mais feliz, Dan Harris (um livro que pode mudar vidas! Sim, também leio livros de autoajuda e, às vezes, gosto muito! é o caso!)

-A avó e a neve russa, João Reis (um livro ternurento e duro. Muito bom!)

-Os soldados de Salamina, Javier Cercas (a guerra civil espanhola contada de uma forma brilhante)

-Autismo, Valério Romão (que agradável surpresa foi este livro! O Valério é óptimo!)

-Steiner na New York (um conjunto de crónicas que nos deixam fascinados com a erudição do homem!)

-Beija-me onde o sol não alcança, Mary del Piore (uma historiadora brasileira que escreve muito bem, também romances históricos, com a vantagem de ter o respaldo teórico que nos ensina sempre alguma coisa...)

-El sur e Bene , Adelaida García Morales (uma escritora brilhante. Adorei o livro!)

-Sapiens: A Brief History of Humankind, Yuval Noah Harari (devia ser obrigatório!)

-A guerra não tem rosto de mulher, (a Svetlana Aleksievitch a mostrar porque mereceu, e bem, o Nobel)

-A Bíblia (o GRANDE FL a deixar-me boquiaberta a cada página...)

-Ouro e cinza, Paulo Varela Gomes (escreve tão bem!!)

Afinal foi um bom ano! Só agora me apercebi :)

 

Li 66 livros em 2017 com uma média de pontuação de 3.8, numa escala de 1 a 5.

Os livros com pontuação máxima foram:

- "Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes" - Elena Favilli
-"No Tempo das Borboletas" - Julia Alvarez
- "Waiting for Robert Capa" - Susana Fortes
- "O Livro do Hygge" - Meik Wiking
- "O País Debaixo da Minha Pele" - Gioconda Belli
- "Purge" - Sofi Oksanen
- "Uma Volta ao Mundo com Leitores" - Sanda Barão Nobre
- "A Arte de Viajar" - Alain de Botton

Penso que, no geral, foi um bom ano de leituras, com mais não-ficção do que é habitual :-)

 

Em 2017 só consegui ler 29 livros.
(Podem ver a lista no meu perfil.)
Houve algumas leituras que se arrastaram bastante, não por não estar a gostar, mas porque eram extensas e precisavam de alguma dedicação: o Hamlet em edição bilingue (o que equivale a ler o Hamlet 2 vezes :)), os Filhos da Meia-Noite, a Obra ao Negro...

Este ano fiz uma brincadeira com as minhas leituras.
Ao escolher o livro seguinte, respeitei sempre 2 regras:
1- Ler alternadamente livros escritos por homens e por mulheres (isto levou a que quase já não tenha livros de mulheres na pilha TBR -- tenho de arranjar mais :) ). Ao todo, li 15 livros de mulheres e 14 de homens, tendo repetido apenas um autor, a Margaret Atwood.
É engraçado que, mesmo olhando para os livros traduzidos, ficou equilibrado, embora não tivesse pensado nisso a priori: dos tradutores que li, 10 são homens e 10 mulheres.

2- Ler um livro escrito por um autor de um continente diferente do do anterior: li 3 livros de autores africanos, 3 da Ásia, 3 da América do Sul, 2 da América Central, 6 da América do Norte e 12 da Europa, 7 dos quais portugueses (não li nenhum da Oceania nem tenho nenhum na pilha TBR :().

Não consegui variar muito foi na língua de origem: dos 29 livros, 22 foram escritos em português ou em inglês (11 cada); dos 7 restantes, 3 foram escritos em castelhano, 1 em turco, 1 em coreano, 1 em francês e 1 em alemão.

Quanto a recomendações, gostei de quase todos os livros que li.
Dentro do seu estilo, quase todos me deram alguma coisa de novo. As excepções poderão ser 2 ou 3 romances mais cor-de-rosa que me tinham oferecido há bastante tempo e em que peguei finalmente.
Mas segue-se um Top10 possível, por ordem de leitura:
-Não se pode morar nos olhos de um gato - Ana Margarida de Carvalho
-Hamlet - William Shakespeare (e Sophia de Mello Breyner Andresen)
-A flor oculta - Pearl S Buck
-A vida no céu - José Eduardo Agualusa
-Os pássaros de seda - Rosa Lobato de Faria
-Purple hibiscus - Chimamanda Ngozi Adichie
-A casa dos Budas ditosos - João Ubaldo Ribeiro
-A vegetariana - Han Kang
-Bambi - Felix Salten
-Ela é apenas mulher - Maria Archer (obrigada pela indicação Marcenda :) )

 

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