O que andamos a ler em Outubro, o mês em que pega tudo?

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o último da M. Atwood e que, integrado no projecto Hogarth Shakespeare, é uma revisitação da "Tempestade" de Shakespeare. Só que, numa versão à la Atwood. Não conta a trama da peça com um toque moderno, antes revê o tema central e faz-nos pensar de novo sobre ele mais do que sobre a história propriamente dita. E dentro do livro traz-nos a peça, dentro de uma peça. Muito bom, até agora.

[ mais dois dias e terminei-o, totalmente rendida; creio que o que mais gosto nela é o facto de nenhum livro ser igual, parecido ou no género do anterior ou de qualquer dos outros, ainda que sejam sempre (quase) todos muito bons e que haja algumas preocupações mais genéricas que vão estando sempre presentes ]

 

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Será que no que a leituras diz respeito, também marcha tudo?

 

Comprei-o para as miúdas, que gostam de manga, mas como não tive tempo, na livraria, de ver o livro com atenção, estou agora a ler em modo-controlo-parental retardado, que isto com japoneses nunca se sabe... Antes deste, peguei num outro que tinha uns bonecos muito fofinhos na capa, mas quando o comecei a folhear, até fiquei verde...
Para já, a habituar-me a ler um livro de trás para a frente e da esquerda para a direita...

 

Já ouvi dizer muito bem deste, mas penso que é um pouco violento... :o Nunca lhe peguei porque são muitos volumes, lol

 

Já ouvi dizer muito bem deste, mas penso que é um pouco violento... :o Nunca lhe peguei porque são muitos volumes, lol


A história baseia-se num clássico sobre a história do Japão, tem que ver com guerras e samurais, daí uma certa violência, com espadeirada e tal. Até ver não me está a caticar particularmente, mas gosto muito da parte gráfica(foi a principal razão da escolha). Se quiseres, depois empresto.

 

de Paul Auster

Três romances num só, tendo como ponto em comum a cidade citada. Ainda vou no primeiro, está a ser engraçado.

 

Esse foi o que gostei menos dele. Pareceu-me exatamente o que é: uma compilação dos primeiros textos que, ou ele não conseguiu ou não quis publicar em início de carreira. Com a carreira lançada lá foi buscar o que tinha guardado na gaveta. Às vezes não se perdia nada se lá tivessem continuado :)

 

Estou no segundo "romance" e pareceu-me exactamente igual ao primeiro. Até já bocejo a pensar no terceiro...

 

Tenho um trauma físico com esse livro. Foi um dos primeiros bookrings internacionais em que participei, e vocês não imaginam quão mal cheirava o paperback. Tabaco, suor, humidade, interior de mochila molhada... Cheguei a metê-lo num saco de rede e pendurá-lo na minha varanda, que era super-ventosa. Mesmo assim foi uma leitura desagradável... em todos os sentidos.

 

de Carla M. Soares, muito no início, mas até agora a gostar, além de notar um excelente trabalho de investigação da autora.

 

Observações e revelações de 32 escritores, a maioria americanos, sobre Paris. Em verdade só conhecia um deles, Edmund White, de quem havia lido "O Flâneur - Um passeio pelos paradoxos de Paris".

 

Observações e revelações de 32 escritores, a maioria americanos, sobre Paris. Em verdade só conhecia um deles, Edmund White, de quem havia lido "O Flâneur - Um passeio pelos paradoxos de Paris".


É impressão minha, avenalve, ou as tuas leituras dos últimos tempos andam sempre à volta de Paris e dos seus escritores?
É simples interesse na temática em particular ou para alguma tese ?

 

Mera coincidência. Há dois meses, flanando pela Livraria da Vila, dei com os olhos no "Rua do Odéon", de Adrienne Monnier. Uma das atendentes, minha conhecida, me indicou outros livros com o tema de livrarias, "A Livraria Mágica de Paris", de Nina George e "A caderneta vermelha", de Antoine Laurain. Havia ainda um quarto livro que ela não conseguiu encontrar na prateleiras da livraria. Saí de lá com os três livros que tem Paris e França como cenário.
Já o "Paris was Ours ' eu também encontrei passeando há algum tempo na Livraria Cultura. O título me chamou a atenção porque sempre me interessei por aqueles escritores americanos que viveram em Paris na década de 1920, em especial F Scott Fitzgerald e Hemingway.
Paris também atrai. Infelizmente só estive lá por duas vezes, a última por ocasião dos 40 anos ds protestos estudantis de maio de 1968.

 

Por aqui não pega nada, nem chuva, nem plantações, nem sequer livros novos.

 

Por aqui não pega nada, nem chuva, nem plantações, nem sequer livros novos.

Oh, que tristeza... não queres que te empreste um dos que recebi da Bookbox e que não vou ler tão depressa? Tanto o Persepolis (é BD) como a Chimamanda (é mto fininho) são daqueles em se se pega bem em qualquer altura.

 

Por aqui não pega nada, nem chuva, nem plantações, nem sequer livros novos.

Oh, que tristeza... não queres que te empreste um dos que recebi da Bookbox e que não vou ler tão depressa? Tanto o Persepolis (é BD) como a Chimamanda (é mto fininho) são daqueles em se se pega bem em qualquer altura.

Também digo... queres que te atite com coisas boas de pegar?

 

Oh, que tristeza... não queres que te empreste um dos que recebi da Bookbox e que não vou ler tão depressa? Tanto o Persepolis (é BD) como a Chimamanda (é mto fininho) são daqueles em se se pega bem em qualquer altura.


Não se preocupem 'parigas. Não peguei em livros novos porque ando ainda (muito bem) entretida com os livros de setembro. O tempo é que não tem sobrado para muitas leituras. Obrigada pelas ofertas mas para já tenho muito em que pegar.

 

"the bone sparrow" de Zana Fraillon, uma história triste e bonita ao mesmo tempo, num livro juvenil sobre a vida de uma criança Rohingya num campo australiano de detenção de refugiados. Muito bom, tendo em conta o público-alvo.
E claro, continuo à noite com o longo "The Goldfinch" de Donna Tartt (reparo agora, dois livros com pássaros no título! :)), a meras 300 páginas do fim, hehehehhh, ou seja irá continuar a acompanhar os adormeceres.

 

100 vegetables and where they came from, de WWW (William Woys Weaver), o primeiro que me chegou da book box, pela mãos da vizinha (além de conselheira hortícola e culinária) Pequete.
Como podem imaginar, não é um livro de mesa de cabeceira mas de mesa de cozinha, enquanto espero que os refogados (ou outros cozinhados) apurem.

 

Acabei o primeiro livro - "O pássaro da tempestade" - e como o fim não era fim nenhum comecei logo o segundo, "A Trindade". Até agora estou a gostar.

 

Robert Louis Stevenson

Estou a achar chatíssimo :(

 

o último da M. Atwood e que, integrado no projecto Hogarth Shakespeare, é uma revisitação da "Tempestade" de Shakespeare. Só que, numa versão à la Atwood. Não conta a trama da peça com um toque moderno, antes revê o tema central e faz-nos pensar de novo sobre ele mais do que sobre a história propriamente dita. E dentro do livro traz-nos a peça, dentro de uma peça. Muito bom, até agora.

[ mais dois dias e terminei-o, totalmente rendida; creio que o que mais gosto nela é o facto de nenhum livro ser igual, parecido ou no género do anterior ou de qualquer dos outros, ainda que sejam sempre (quase) todos muito bons e que haja algumas preocupações mais genéricas que vão estando sempre presentes ]

 

O senhor escreve bem e eu estou a gostar muito do livro, embora ainda não tenha avançado muito. Na verdade, é estranho pensar que se trate de uma estreia, dada a qualidade e fluidez da escrita.

 

...parte dele foi lido em Tormes :-)

E comecei Como Se Eu Não Existisse (B-Ray)

 

...parte dele foi lido em Tormes :-))


E então Tormes, corresponde à descrição?
E no Porto, alguma descoberta que valha a pena partilhar? :)

 

...parte dele foi lido em Tormes :-))


E então Tormes, corresponde à descrição?
E no Porto, alguma descoberta que valha a pena partilhar? :)

Sim, a descrição da casa de Tormes é exacta, bem como do caminho do Jacinto e algumas peças do mobiliário mencionadas no livro estão na casa :-)
No Porto, fui à Galeria da Biodiversidade (no Jardim Botânico), ao Paço Episcopal (junto à Sé), à antiga Cadeia da Relação (agora Instituto de Fotografia), ao Teatro Nacional de São João (visita guiada - muito bom), à Casa do Infante, ao Estádio (e museu) do Dragão :-)

 

ladylouve 1 yr ago
Gundam
O último volume da novel que inspirou um dos meus franchises preferidos. Robots gigantes e literatura, quem não consegue amar este mix? ;p

 

Pequete 1 yr ago
RE: Gundam
O último volume da novel que inspirou um dos meus franchises preferidos. Robots gigantes e literatura, quem não consegue amar este mix? ;p


er... pois.

 

O último volume da novel que inspirou um dos meus franchises preferidos. Robots gigantes e literatura, quem não consegue amar este mix? ;p


er... pois.

:D

 

ladylouve 1 yr ago
Ontem
Estive a ler a primeira sugestão de um novo grupo de leitura a que me juntei.

"The suicide club", de Robert Louis Stevenson. Foi engraçado.

Agora estou a garimpar por um manga de muitos volumes, "Gals!" Está a ser moderadamente parvinho.

 

BD sem palavras que retrata as aventuras de uma mosca, que nasce numa cozinha.

 

BD sem palavras que retrata as aventuras de uma mosca, que nasce numa cozinha.

se fosse na minha cozinha, eu sei como acabava a história...

 

BD sem palavras que retrata as aventuras de uma mosca, que nasce numa cozinha.

se fosse na minha cozinha, eu sei como acabava a história...


Olha que não, olha que não. Bem tentaram acabar com ela, mas esta é uma mosca especial...
Claro que me lembrei de ti e do grande amor que tens às moscas :)

 

Tu nem te atrevas a aparecer-me à frente com esse livro - atiço-te os cães!

 

BD sem palavras que retrata as aventuras de uma mosca, que nasce numa cozinha.

se fosse na minha cozinha, eu sei como acabava a história...


Olha que não, olha que não. Bem tentaram acabar com ela, mas esta é uma mosca especial...
Claro que me lembrei de ti e do grande amor que tens às moscas :)


na minha cozinha, acabava com ela, pois claro!
Em última instância levava com uma litrada de lixivia em cima ... lol

 

BD sem palavras

Não estavas a responder à pergunta, irus...
"o que andamos a ler (...)?"
Francamente!
;)
(vá lá que depois te vieste corrigir, falando no Murillo)

 

BD sem palavras

Não estavas a responder à pergunta, irus...
"o que andamos a ler (...)?"
Francamente!
;)
(vá lá que depois te vieste corrigir, falando no Murillo)


Isto, de gente que gosta de BDs com moscas, não se pode esperar outra coisa...

 

BD sem palavras

Não estavas a responder à pergunta, irus...
"o que andamos a ler (...)?"
Francamente!
;)
(vá lá que depois te vieste corrigir, falando no Murillo)


L-A M-O-U-C-H-E
São letras não são? Vá que é só o título, mas também conta :P

 

BD sem palavras

Não estavas a responder à pergunta, irus...
"o que andamos a ler (...)?"
Francamente!
;)
(vá lá que depois te vieste corrigir, falando no Murillo)


L-A M-O-U-C-H-E
São letras não são? Vá que é só o título, mas também conta :P

Ok, ganhaste!!!
(por isso foste tão rápida a lê-lo, já percebi, hahaha)

 

Comecei agora mas promete ser bom

 

Comecei há uns 3 dias, mas continuo sem opinião formada. Como é um calhamaço vou-lhe dar mais umas páginas, para saber se me convence ou se é para abandonar.

 

voltei, feliz, a dedicar-me ao calhamaço da Donna Tart (The Goldfinch), mas com a séria intenção de agora o terminar pois já tem gente em lista de espera.

Pelo meio tentei ler um egípcio recebido na lotaria dos pouco comuns, mas larguei-o, pouco entusiasmada.

PS - Não Pequete, em Outubro não marcha tudo!!! ;)

 

PS - Não Pequete, em Outubro não marcha tudo!!! ;)


Pois, aqui não tem marchado nada, e eu já me estou a PASSAR! Pronto, vou largar as teclas e ler. Ou será que vou p'rá cozinha? :-/

 

de Maquiavel

A meio, concluo que o melhor a fazer em todas as ocasiões é matar toda a gente =D Continua a aplicar-se nos dias de hoje!

 

ainda que não me identifique com a maioria das coisas que li sobre ele.
Parece que a própria autora terá dito tratar-se de uma alegoria à Coreia do Sul de hoje, mas se há quem veja a atitude da personagem sul-coreana, de repentinamente se tornar vegetariana, como um acto político (?) ou uma revolta erótica e doméstica contra o marido (?) eu só consigo encontrar nela uma perspectiva muito mais onírica e impossível de etiquetar. Suspeito que será um livro de muitas camadas e inúmeras interpretações.
Que me dizem de o pôr a circular, a ver se vocês me ajudam a clarificar ideias?

 

Este é daqueles em que já peguei várias vezes. Por um lado, as criticas são boas, mas por outro o lado estranho de ela se ir transformando numa planta (não é spoiler, pois não? Está em todos os resumos que leio do livro) põem-me de pé atrás.
Mas se é para clarificar as ideias, atira com força cá para cima. Somos outra vez amiguinhas, não somos? :)

 

o lado estranho de ela se ir transformando numa planta (não é spoiler, pois não? Está em todos os resumos que leio do livro)
Não, não é spoiler, mas também não é bem assim... ou não foi como o entendi!?!... diria que é mais um "wanna be".

Somos outra vez amiguinhas, não somos? :)
Nunca deixámos de ser. What happens in Títulos-de-livros-por-temas' thread, stays in Títulos-de-livros-por-temas' thread ;D

 

Somos outra vez amiguinhas, não somos? :)
Nunca deixámos de ser. What happens in Títulos-de-livros-por-temas' thread, stays in Títulos-de-livros-por-temas' thread ;D


Fixe! E eu que sempre pensei que tinha de ir a Las Vegas para poder usar essa frase. Fico muito mais aliviada (por não ter de ir a Vegas, of course).

 

Também mo recomendaram vivamente. Tenho-o cá por casa, mas ainda não consegui pegar-lhe. Este mês está a ser péssimo, no que diz respeito a leituras (quase a zero)

Já agora, "Tão Amigos Que Nós Éramos" é um filme de Ettore Scola. Que tal marcarem uma ida ao cinema? Mas só em cineclube, que o filme já é antiguinho :-)

 

Se houver circulação, eu cá alinho! =D

 

Eu lá vou lendo imensos livros de BD (os últimos foram de um autor porquguÊs chamado Rui Lacas e gostei bastante), e tentando ler "Pau-Brasil" de Jean-Christophe Rufin e ainda "O Vale dos Segredos" de Charmian Hussey, um dos livros que choveram cá por casa a porpósito da troca de Verão. Mas o tempo o cansaço é muito e o tempo tão pouco que por vezes nem um um capítulo inteiro consigo ler :(

 

de Anaïs Nin

Não sou grande apreciadora de literatura erótica, mas estou a esforçar-me por sair da caixa, então pus-me a ler este livro. Até agora, um pouco estranha esta perspectiva da sexualidade.

 

E estou a ler Holidays on Ice, de David Sedaris. É um belo seguimento ao livro da Carrie Fisher. Realmente ser uma criança desajustada pode resultar em talentos criativos e humorísticos notáveis. Este tem várias crónicas e histórias autobiográficas relacionadas com o Natal e com tudo o que ele tem de disfuncional (um tema com o qual me identifico a 100%), e o humor é tão ácido que não sei como não derrete as páginas. Mesmo como eu gosto.

 

... Americanah, da Chimamanda Ngozi Adichie ...como eu gosto desta autora!!! :-)
E como este livro é um grande tijolo, não dá para andar com ele fora de casa, pelo que só o leio aos bocadinhos ... estou mesmo a degustá-lo :-)

 

de Yukio Mishima

Uma sugestão do novo clube de leitura a que me reuni (mas já estou a ver que nunca vou conseguir ler os livros até à data que eles propõem, lol)

 

Para mim está a ser mais um mês de largar:

Larguei O rastro do jaguar de Murillo Carvalho
E acabei também por abandonar O pêndulo de Foucault do Umberto Eco

Não sei se é do clima ou é de mim (ou é de mim neste clima) mas nenhum dos dois me cativou e já não tenho idade para fretes.

Entretanto, ontem peguei num livro que anda cá pelas prateleiras e que promete ser uma leitura mais leve (não pelo nr de páginas)
Ora, como eu dizia... a autobiografia de John Clesse

 

Não me tem restado muito tempo ou energia para ler. Mas vou avançando devagarinho com "All of us in our own lives", de uma autora Nepalesa (escapa-me agora o nome. Porque será?). Vai sendo levezinho.

 

Um classico que só agora tenho oportunidade de ler. Uma verdadeira farsa escrita de um modo surpreendente.
Faltam-me umas 50 páginas e comecei só há 2 ou 3 dias. É delirante e viciante.

 

e está a saber-me mesmo bem. Apanhei-o na box da irus e está a ajudar-me a sair do "nojo" de livros...tenho andado arredada mas acho que vou voltar :)

entretanto enquanto o leio penso sempre: -isto dava um belíssimo filme. Parece que já alguém pensou nisso. Acabei de descobrir mesmo agora:
https://www.youtube.com/watch?...

 

e está a saber-me mesmo bem. Apanhei-o na box da irus e está a ajudar-me a sair do "nojo" de livros...tenho andado arredada mas acho que vou voltar :)

entretanto enquanto o leio penso sempre: -isto dava um belíssimo filme. Parece que já alguém pensou nisso. Acabei de descobrir mesmo agora:
https://www.youtube.com/watch?...

Mas não foi bem um filme, é uma série. Que já passou na TV portuguesa (só não me recordo em que canal) há uns 4 ou 5 anitos.

 

e está a saber-me mesmo bem. Apanhei-o na box da irus e está a ajudar-me a sair do "nojo" de livros...tenho andado arredada mas acho que vou voltar :)

entretanto enquanto o leio penso sempre: -isto dava um belíssimo filme. Parece que já alguém pensou nisso. Acabei de descobrir mesmo agora:
https://www.youtube.com/watch?...

Mas não foi bem um filme, é uma série. Que já passou na TV portuguesa (só não me recordo em que canal) há uns 4 ou 5 anitos.



;) poizé...afinal é série...

(não tenciono ver...)

 

ladylouve 1 yr ago
Insónia
Stephen King

 

da Chimamanda Ngozi Adichie (um empréstimo duma bookcrosser muito generosa) e comecei "Lucrécia e o Papa Alexandre VI", de John Faunce - um RABCK de outra bookcrosser muito generosa :-)

"Americanah" - gostei muitíssimo (como já esperava, pois a Adichie é uma das minhas leituras preferidas)

Ainda estou nas primeiras páginas de Lucrécia...", e estou a gostar

 

da Chimamanda Ngozi Adichie


Para os interessados, a comunidade de leitores das bibliotecas municipais de Loures terá uma sessão dedicada a esse livro na Biblioteca José Saramago, dia 11 de Janeiro, às 21h.

Programa em: https://www.cm-loures.pt/---/PDF20171011141202813.pdf

 

A Mulher de Verde, Arnaldur Indridason
Slated — Reiniciada, Teri Terry

 

recomendo! a crentes e não crentes!

 

Quase a terminar o interminável Goldfinch de Donna Tart (talvez longo de mais, sim, mas nunca deixaei de ter vontade de o ler), ando, durante o dia, com o ma-ra-vi-lho-so Arundhati Roy's The Ministry of Utmost Hapiness. O melhor de tudo? As dezenas (centenas, provavelmente, que ainda nem a meio do livro vou) de breves histórias de vida de todas as personagens que atravessam a página, assim como quem atravessa a rua à nossa frente. E como a Índia é um mundo, é quase como ficar a conhecer a história de vida do mundo todo. A sério, é mesmo muito bom!

 

Fixe! Ainda bem que o dizes. Estava um pouco reticente, mas agora decidido a colocá-lo na minha lista (mas acho que vou ler em Tuga) :-/

 

Fixe! Ainda bem que o dizes. Estava um pouco reticente, mas agora decidido a colocá-lo na minha lista (mas acho que vou ler em Tuga) :-/



se o quiseres segue amanhã (ou depois, vá...) :)

 

Tenho leituras agendadas até ao fim do ano.
Mas lá para Janeiro já to peço. Obrigado! :-)

 

Quase a terminar o interminável Goldfinch de Donna Tart (talvez longo de mais, sim, mas nunca deixaei de ter vontade de o ler), ando, durante o dia, com o ma-ra-vi-lho-so Arundhati Roy's The Ministry of Utmost Hapiness. O melhor de tudo? As dezenas (centenas, provavelmente, que ainda nem a meio do livro vou) de breves histórias de vida de todas as personagens que atravessam a página, assim como quem atravessa a rua à nossa frente. E como a Índia é um mundo, é quase como ficar a conhecer a história de vida do mundo todo. A sério, é mesmo muito bom!


olha a mim cansaram-me essas histórias todas! fizeram-me perder o fio à meada e, embora reconheça a mestria, cansou-me... (mas eu também ando uma chata em termos de leituras e adesão aos livros...)

 

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