É Outubro, o mês em que pega tudo - o que estamos a ler?

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Saramago. Algumas crónicas são muito interessantes. Deu para revisitar algumas ideias do autor e conhecer outras e, acima de tudo, ficar com vontade de voltar a ele, mas com um romance. Entretanto li Quantas madrugadas tem a noite, de Ondjaki, de que gostei, sem me entusiasmar muito, e agora estou literalmente a devorar o Germinal, de Zola, um livro que não conhecia e um autor que não me passaria pela cabeça ler se não fosse o bookcrossing.

 

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E também mês do Halloween, daí a fotozinha comemorativa no perfil...

Eu continuo com House of Sand and Fog, de Andre Dubus. Dividida entre as duas partes que disputam uma mesma casa, ambas com razão. Uma boa história, mas a escrita ainda não me convenceu (talvez porque andei a ler em paralelo um livro da Margaret Atwood, que entretanto terminei, e o contraste se tornasse mais evidente).

 

Lembraste bem o Halloween ... .Este ano vou celebrar esta festa.

Estou a ler "O Budismo Zen" de Alan Watts e estou surpreendido por encontrar um ocidental que sabe o que diz sobre este tema ( sobretudo na diferença básica entre a forma de pensar do oriente e do ocidente). Uma curiosidade é que Alan Watts é o personagem principal de um livro: "Os vagabundos do Dharma" escrito por Jack Kerouac, o homem da beat generation. Quem gosta destas filosofias tem aqui uma obra bem estruturada , original e onde se aprende algo.

 

(creio que o livro que mais rápido li este ano) e comecei Paula, de I. Allende, por ser o único livro que havia aqui para a troca que eu poderia ler...

 

(creio que o livro que mais rápido li este ano) e comecei Paula, de I. Allende, por ser o único livro que havia aqui para a troca que eu poderia ler...

Gostei muito do Paula, e não estava nada, nada à espera! Aprendi imenso sobre a história do Chile.

 

(creio que o livro que mais rápido li este ano) e comecei Paula, de I. Allende, por ser o único livro que havia aqui para a troca que eu poderia ler...

Gostei muito do Paula, e não estava nada, nada à espera! Aprendi imenso sobre a história do Chile.


Eu também. O livro ficou na prateleira durante vários anos, porque pensei que tratava da morte da filha e da forma como ela lidou com isso, e o assunto parecia doloroso demais para me apetecer ler. Quando o fiz foi uma bela surpresa, porque o livro é bem mais do que isso.

 

(creio que o livro que mais rápido li este ano) e comecei Paula, de I. Allende, por ser o único livro que havia aqui para a troca que eu poderia ler...

Gostei muito do Paula, e não estava nada, nada à espera! Aprendi imenso sobre a história do Chile.


Eu também. O livro ficou na prateleira durante vários anos, porque pensei que tratava da morte da filha e da forma como ela lidou com isso, e o assunto parecia doloroso demais para me apetecer ler. Quando o fiz foi uma bela surpresa, porque o livro é bem mais do que isso.

de que gostei imenso pelas exactas razões que aqui apontam. Não deixando de ser um livro doloroso, nada tem de piegas ou melodramático e, francamente, só mesmo do final não gostei muito mas apenas porque sou demasiado terra-a-terra para tanta "espiritualidade". E gostei imenso de ler sobre a história recente de um país que tanto me apaixonou, mas onde estes temas são ainda tabu; não se fala e ponto final.

 

Um empréstimo da Cokas, pela minha curiosidade em ler mais livros deste autor e estou a gostar imenso. Está a corresponder às minhas expectativas!

 

Na década de 1970,no México, dois poetas, um mexicano, outro chileno, decidem investigar o que teria acontecido com Cesárea Tinajero, uma poeta da vanguarda mexicana do início do século XX. A partir do diário de um terceiro personagem e dos "depoimentos" de mais de cinquenta "testemunhas" é que se vai construindo a história dos dois "detetives selvagens".

 


+ O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado (com a filhota PoneiMagico)

+ Contos de Cães e Maus Lobos, de Valter Hugo Mãe (muito interessante, até agora)

 

"Nação Crioula", José Eduardo Agualusa, um romance em forma epistolar. Até agora estou a gostar, mas estou muito no início (ainda só li duas cartas).

 

Nem tem autor, penso que seja de um "ghost writer"

Quando o terminar lerei outro do mesmo género, "Os Goonies", e depois desse de regresso ao Tempo Perdido do nosso Proust, com "A Fugitiva" :)

 

Este guerra de titãs é o mesmo livro do filme em que entra Ralph Fiennes ? Uma guerra entre os deuses mitologicos , com a figura de Perseu no centro. É que esta historia existe editada como remake do filme mas acho que ha um livro original com outro titulo. isto se estivermos a falar da mesma.

 

É daqueles livros da Europa América de adaptações de filmes para romances. :) Comecei a ler hoje, mas o caos foi tanto que só entrei em meia dúzia de páginas.

Por agora, é quase cómico, porque está muito mal escrito, lol

 

Imaginei que fosse o livro "Choque de Titãs" ( tb da Europa-America)de Alan Dean Foster . Entram figuras da mitologia grega (Perseu, Andromeda,... ). Mal me recordo mas lembro que o li ha muito tempo e que até gostei. Se for o mesmo ...

 

Olha, afinal tinhas razão :p Mas o nome do autor estava tão bem escondido que só reparei nele muito mais tarde. Ainda assim, não gostei muito do livro, talvez por conhecer bem a mitologia dos povos antigos (passatempo de infância).

Já os Goonies gostei imenso, apesar desse ter sido mesmo adaptado de filme para livro e não o oposto. Não sei, cativou-me a forma como estava escrito :)

Agora, de volta ao Tempo Perdido, estou perdida na tristeza do narrador e no seu ciúme póstumo. Se bem que a sinopse da orelha da capa me estragou metade da história, como já tinha feito nos cinco livros anteriores.

 

Um livro de contos de um dos criadores do género Noir. alguns dos contos foram adaptados pelo Hitchcock.
Bastante bom, até agora.

 

mesmo no princípio.

E a meio das cartas de Bruce Chatwin . " Debaixo so Sol".

 

Uau, já não tenho que o fazer porque as crianças cresceram. Não chegava fazer mais anos e ainda por cima essa, pfff pffff.
Assinado: verdadeira bruxa.

 

Uau, já não tenho que o fazer porque as crianças cresceram. Não chegava fazer mais anos e ainda por cima essa, pfff pffff.
Assinado: verdadeira bruxa.

APOIADO!!!

 

Uau, já não tenho que o fazer porque as crianças cresceram. Não chegava fazer mais anos e ainda por cima essa, pfff pffff.
Assinado: verdadeira bruxa.


Apoio 100 % :)
Mas apoio tb 100% que vou celebrar em grande o Halloween... E uma festa gira, para dizer a verdade mais gira que os meus anos :)

 

Estou a gostar muito. Como habitualmente, Philippa Gregory a não desiludir.

 

de Ray Bradbury. Ao devassar a minha TBR, passei os olhos pelo 1º conto desta pequena colectânea: Massinello Pietro. Fascinou-me d tal modo que já não larguei o livro. "Teremos sempre Paris" é outro belo e surpreendente conto.

Mas aconteceu algo neste livro: cada vez que acabava um conto achava que era tão perfeito que era impossivel escrever outro igual.

 

"Viver no campo"-delícia

Comecei e aconselho vivamente:
http://www.temasedebates.pt/---/ficha?...

 

"Comecei e aconselho vivamente:
http://www.temasedebates.pt/---/ficha?...



Uau, É mesmo de fazer crescer água na boca :)

 

De David Malouf.

Por enquanto, estou a gostar :)

 

Livro de contos de Flannery O'Connor.

A começar

 

"Fúria Divina" de Jose Rodrigues dos Santos. Um estudo interessante sobre os fundamentos do extremismo islâmico, sem tomar parte emocional pro ou contra. A ideia é a preparação de um atentado que parte de Lisboa. Uma boa introdução a este tema.

"Extensão do Dominio da Luta" de Michel Houellebecq. Desta vez não gostei ( embora este seja um escritor que sempre me capta o interesse). Enfim...talvez seja nova a ideia de que o liberalismo economico ao gerar sempre os muito ricos e os muito pobres se estenda ao nivel das relaçoes humanas ( "Um liberalismo amoroso") gerando tb extremos de solidão e de sociabilidade. Uma boa ideia num livro fraco.

 

da minha irmã, Dulce Saragoça. É um inédito, com o qual ela concorreu há anos ao prémio FNAC. Junta-se aos que já enumerei anteriormente. Andava há anos para lê-lo, mas faltava-me a coragem, porque sabia ser uma autobiografia romanceada do seu coming out, e devo lá figurar algures. Mas agora, com a mudança de casa, voltei a encontrar o manuscrito e pensei 'é desta'. Até agora estou a gostar. Ela escreve bastante bem, mas isso não é surpresa para mim.

 

Andava há anos para lê-lo, mas faltava-me a coragem, porque sabia ser uma autobiografia romanceada do seu coming out, e devo lá figurar algures. ...

Ela escreve bastante bem, mas isso não é surpresa para mim.


Quer dizer, escreves um livro a desancar a tua pobre mãezinha e agora não queres ter a tua quota-parte de protagonismo? E quando o sr Coelho resolver escrever a autobiografia? Isto de viver rodeado de escritores é um perigo :)

E além do prémio FNAC, a tua irmã não se quer aventurar a outros que há por aí?
Se houve as irmãs Bronte, porque não as irmãs Saragoça?

 

Andava há anos para lê-lo, mas faltava-me a coragem, porque sabia ser uma autobiografia romanceada do seu coming out, e devo lá figurar algures. ...

Ela escreve bastante bem, mas isso não é surpresa para mim.


Quer dizer, escreves um livro a desancar a tua pobre mãezinha e agora não queres ter a tua quota-parte de protagonismo? E quando o sr Coelho resolver escrever a autobiografia? Isto de viver rodeado de escritores é um perigo :)

E além do prémio FNAC, a tua irmã não se quer aventurar a outros que há por aí?
Se houve as irmãs Bronte, porque não as irmãs Saragoça?


:) precisamente! vinha aqui fazer a comparação com as Bronte e afinal já cá estava!! :)

 

Andava há anos para lê-lo, mas faltava-me a coragem, porque sabia ser uma autobiografia romanceada do seu coming out, e devo lá figurar algures. ...

Ela escreve bastante bem, mas isso não é surpresa para mim.


Quer dizer, escreves um livro a desancar a tua pobre mãezinha e agora não queres ter a tua quota-parte de protagonismo? E quando o sr Coelho resolver escrever a autobiografia? Isto de viver rodeado de escritores é um perigo :)

E além do prémio FNAC, a tua irmã não se quer aventurar a outros que há por aí?
Se houve as irmãs Bronte, porque não as irmãs Saragoça?


:) precisamente! vinha aqui fazer a comparação com as Bronte e afinal já cá estava!! :)


Tenho boas (ainda que não nobres) razões para não desejar que ela o faça: sai-se sempre melhor do que eu em tudo o que se mete. Já em nova (e antes do coming out) me roubava os namorados :-P Está a ser uma leitura muito interessante. A protagonista, felizmente, é filha única. Fui logo morta à nascença, ufa!

Quanto ao Sr. Coelho, se leres os livros dele, verás que não qualquer perigo de me reconhecer lá, pelo menos em forma humana.

 

de Chimamanda N. Adichie. Adorei ouvi-lo em audiobook, mas tenho a certeza de que algumas coisas me escaparam, à conta das tantas vezes que adormeci a ouvi-lo.
Tudo aponta para que seja uma leitura rápida e para depois, para me acompanhar no regresso a casa, já tenho a selecção feita por troca com o Paula: Arráncame la Vida de Ángeles Mastretta, de quem li há muitos anos (2007, abençoado BC que me permite saber isto!) um livro de contos de que gostei muito, tendo ficado com imensa vontade de ler outras coisas dela. Chegou a oportunidade por book exchange, ainda que não de BC. :)

 

(...) para depois (...): Arráncame la Vida de Ángeles Mastretta, de quem li há muitos anos (2007, abençoado BC que me permite saber isto!) um livro de contos de que gostei muito, tendo ficado com imensa vontade de ler outras coisas dela. Chegou a oportunidade por book exchange, ainda que não de BC. :)

E assim foi, ou seja ainda em Outubro terminei este fantástico Americanah da Adichie, depois li este tal "Arráncame la Vida" de Ángeles Mastretta (não me encantou, de todo, mas lê-se bem) e ainda terminei "A Rapariga de Java" do indonésio Pramoedya Ananta Toer de que não gostei por aí além, em particular comparando com o que já tinha lido dele. Creio que sofre de um mal aqui falado por estes dias: foi traduzido da versão inglesa.

 

Tento de ler um clássico em português.
Depois de leitura : gostei do livro.

 

ladylouve 2 yrs ago
Hoje
Li "O filho de mil homens" do nosso amigo Valter. Infelizmente li-o tão rápido que fiquei sem leitura para o resto do dia D:

Agora começarei "O último dia de um condenado", de Vítor Hugo, um dos livros que apanhei num jardim no outro dia :)

 

Li "O filho de mil homens" do nosso amigo Valter. Infelizmente li-o tão rápido que fiquei sem leitura para o resto do dia D:

Agora começarei "O último dia de um condenado", de Vítor Hugo, um dos livros que apanhei num jardim no outro dia :)


Não sei bem qual o jardim , mas ali no Lumiar , numa casinha de madeira havia mesmo este livro de Victor Hugo. Fartei-me de o "encarecer" junto dos passeantes e nada feito. Cute :)

 

Foi no Jardim do Torel, um dia que fui passear. Parece que a biblioteca da zona estava a fazer uma libertação em massa e eu apanhei quase todos D:

 

de J. K. Rowling, Jack Thorne e John Tiffany

Como é uma peça de teatro lê-se num instante (já vou a meio). Por um lado fica-se a saber a pouco, tudo é demasiado rápido, sem grandes pormenores. Por outro lado há que reconhecer a mestria de transmitir tanto em tão poucas linhas.

A peça começa exatamente onde o último livro acaba, com Harry, Ginny, Hermione e Ron a levarem os filhos ao Expresso de Hogwarts. É estranho ver Harry Potter como um homem maduro, com problemas em entender o filho adolescente e - como qualquer pai - a errar, pelo que diz ou deixa de dizer. Só não estou a gostar do Ron crescido, que se tornou numa caricatura dele próprio (ainda mais desengonçado, imaturo e inconveniente). Mas é sempre um prazer regressar a este mundo.

Este é também um livro especial: tem um carimbo da Livraria Lello que diz :"Eu estive aqui – Lançamento mundial - 31 de Julho 2016”.
Sim, eu estive na fila durante 5 horas, a acompanhar a filha potterhead, no meio de uma multidão de potterheads adolescentes e não só :)

 

Iniciei. Um relato de impressões sobre a sociedade iraniana, no decurso da viagem de uma jovem canadiana e seu amigo. parece interessante. Ate agora estou a gostar.

 

de Érico Veríssimo

Primeiro livro que leio do autor e estou a achar uma delícia :)

 

Interrompi "lua de Mel no Irão" para ler este livrinho curioso, da antiga colecção Livros RTP" . Uma espécie de autobiografia,ou melhor, uma recolha de momentos especiais da juventude deste escritor italiano do inicio do sec XX ( imagino pouco conhecido mas de quem gostei na minha juventude). Papini tinha uma sede de aprender sem limites. Sempre que podia procurava sem timidez uma conversa com um artista, pensador, um politico. Pelo que estas cronicas são uma delicia.
Logo no 1º relato conta ter sido "afagado pelo demónio" apenas porque Nietzsche gostou de conversar com ele . Muito giro.Ate Lenine se encontrou fugazmente com Papini ..

 

Do meu grande amigo Tchékov

É sempre um prazer regressar a estes contos, apesar de estar a reler alguns. Outros são novos para mim! Como uma escrita tão simples pode ser tão cativante...

 

por João Bigotte Chorão. Com uma biografia curiosa, este professor de liceu decidiu colocar-se "além" de uma definição de literatura e abordar as suas paixões de leitura sem descurar a importancia da linguagem. Este livro é um mergulho num mundo especial e é uma visão original e inspiradora : o mundo de Camilo ( de que dá uma ideia diferente da que possuia) , de Torga, João de Araujo Correia ( aliás meu parente afastado :), Mircea Eliade, Giovanni Paipni ( de que li recentemente um livro ), Machado de Assis e muito mais. Cheio de referencias literarias é uma obra que recomendo. Gostei.

Aqui uma entrevista com o autor : http://expresso.sapo.pt/---/2016-07-14-Camilo-nao-era-so-um-escritor-era-tambem-um-aventureiro-1

 

por João Bigotte Chorão. Com uma biografia curiosa, este professor de liceu decidiu colocar-se "além" de uma definição de literatura e abordar as suas paixões de leitura sem descurar a importancia da linguagem. Este livro é um mergulho num mundo especial e é uma visão original e inspiradora : o mundo de Camilo ( de que dá uma ideia diferente da que possuia) , de Torga, João de Araujo Correia ( aliás meu parente afastado :), Mircea Eliade, Giovanni Paipni ( de que li recentemente um livro ), Machado de Assis e muito mais. Cheio de referencias literarias é uma obra que recomendo. Gostei.

Aqui uma entrevista com o autor : http://expresso.sapo.pt/---/2016-07-14-Camilo-nao-era-so-um-escritor-era-tambem-um-aventureiro-1


hummmm gostei!

 

É claro, marialeitora, que se desejares ler este livrinho é só enviares a morada .

 

É claro, marialeitora, que se desejares ler este livrinho é só enviares a morada .



Obrigada! Vou aceitar :)

 

É claro, marialeitora, que se desejares ler este livrinho é só enviares a morada .



Joaquim! O Chorão já cá (melhor já lá!) está :) Não estou em casa e não sei que tem BCID! Mas está entregue :)

Obrigada!

 

Mensagem recebida. Obrigado.

 

Li "Reflexões sobre a China", um curtíssimo ensaio, e assim terminei os livros que havia encontrado no jardim. :)

Agora regresso ao Tempo Perdido com o último volume: "O Tempo Redescoberto". Isto é que tem sido cá uma aventura!

 

Empréstimo da Cokas.
A iniciar "A Rapariga do Comboio", empréstimo de joaquimponte :)

 

"Os filhos da meia-noite", do Salman Rushdie. Não me lembro se é o primeiro livro que leio deste autor, mas está a ser uma bela caminhada. Dou por mim a rir à gargalhada, ao ponto de as minhas garotas virem ver o que se passa.

De seguida vai para a estante da Nakipa :-)

 

É um autor que nunca desilude. Os contos tinham origens diversas, e eram muito diferentes na forma, uns bem mais interessantes do que outros, mas o livro escorregou lindamente. Já o mesmo tinha acontecido com o S. Banaboião, do Aquilino. Prossigo com o da minha irmã, que afinal não é uma autobiografia romanceada, o que é uma grande pena - teria sido um livro muito melhor. Mas reservo a minha crítica para o final e terei de fazê-la chegar primeiramente à autora. Entretanto comecei Mulheres que Lêem São Perigosas, de um autor alemão que agora não me ocorre. Cruza literatura, pintura e feminismo - não há nada para eu não gostar :-) E vou iniciar mais logo A Mulher de 30 anos, de Balzac, que ganhei num sorteio nos primórdios do BC. Os Guarda-Chuvas do Afonso Cruz lá continuam, uma seca monumental que nunca mais acaba, uma história sem arco, que se arrasta, muito contentinha consigo mesma. Estou na última de 6 centenas de páginas e sinto que nunca saí do mesmo sítio.

 

joaquimponte 2 yrs ago
Comecei
A Odisseia" de Homero, em tradução de Frederico Lourenço ( foi uma promessa para este ano) e olhem, já não volto à " Lua de mel no Irão" :)

 

wingMarcendawing 2 yrs ago
RE: Comecei
A Odisseia" de Homero, em tradução de Frederico Lourenço ( foi uma promessa para este ano) e olhem, já não volto à " Lua de mel no Irão" :)


Gostei tanto dessa tradução da Odisseia!

 

Entretanto comecei a ler "Stoner" de John Williams (um ring da marialeitora, muito elogiado por aqui). Comecei com entuasiasmo, mas ando numa fase complivada em que, em detrimento da literarura, tenho dado mais atenção ao cinema (em casa), e por isso, não tenho avançado muito depressa.

 

tenho dado mais atenção ao cinema (em casa), e por isso, não tenho avançado muito depressa.


Esquecera comentar este post do Jota-P pois acho imp :) As x deixamos a literatura atrás de outra arte. E por outro lado o guião de um filme não podera ser também uma forma de literatura ? Se a podemos associar a musica tb o podemos ao cinema. Nao falta muito o Nobel calha a um cineasta ( não o digo com ironia).

 

Não o encontrei...

Entretanto li hoje no metro um livro muito pequenino chamado "Festa no Covil", de um novo autor mexicano, e comecei "Cinco Esquinas", do nosso amigo Vargalhosa

 

Um feito ler esta obra completa. Ladylouve és a 1ª pessoa que conheço que leu este conjunto na totalidade . Boas :)

 

Não diria "um feito" porque é um livro super interessante e dá vontade mesmo de o ler até ao infinito. :) Mas confesso que antes de o começar tive de me munir de grande coragem, pois pensava que fosse muito secante, hahaha Afinal não é, de todo!

Toda a gente devia tentar, é mesmo uma obra prima :)

 

da Philippa Gregory, que adorei. Não é inovador, a história e a fórmula já foram mais que repetidas pela autora, mas mesmo assim continuam a resultar muito bem. Agora estou a ler A bagagem do viajante, uma série de crónicas escritas por Saramago entre finais da década de 60 e inícios da década de 70. Alguns destes textos são muito interessantes, mas o livro não me está a preencher completamente, por isso, ao mesmo tempo, leio Quantas madrugadas tem a noite, de Ondjaki, bookray da ladylouve.

 

A good man is hard to find, da Flannery O'Connor e entretanto comecei A tristeza dos anjos, do islandês Jón Kalman Stéfansson.

São ambos melancólicos e tristes e há alturas em que me apetece intercalar com algo mais ligeiro. Mas que são dois ótimos livros, isso são.

 

Mais conhecido como Dr. Jekyll and Mr. Hyde. Muito bom, e totalmente no espírito Halloweenesco que se impõe.

 

Esteve a chover torrencialmente, portanto terminei "Cinco Esquinas" e li "Tonio Kröger", de Thomas Mann e "O Pintor Debaixo do Lava-Louças", de Afonso Cruz (que abominei, diga-se de passagem. Os outros dois estão fixes, sobretudo o Tonio)

 

Esteve a chover torrencialmente, portanto terminei "Cinco Esquinas" e li "Tonio Kröger", de Thomas Mann e "O Pintor Debaixo do Lava-Louças", de Afonso Cruz (que abominei, diga-se de passagem. Os outros dois estão fixes, sobretudo o Tonio)


Olha, pá, não sei se te bata, se me congratule. Mas pronto, a inveja é uma coisa muito feia, por isso opto por me congratular. E acho que já disse isto uma vez, mas não é demais repetir: quando for grande, quero ser como tu, lady!

 

Nooo, foi só porque esteve a chover D:

lol

 

Posso revisitar o AC como ilustrador, ou músico, ou as 380 coisas que se diz que ele é lá na badana, mas como autor vai para junto do Valter Hugo Mãe nas minhas preferências, ou seja, jamé.
Iniciei Morte Minuciosa, um livrinho de poemas de Orlando Neves que resgatei de ir para o lixo. Os poemas não me estão a dizer muito.
As Mulheres que Lêem é um livro interessante sobretudo pelas pinturas, e chama-nos a atenção para os pormenores, mas a versão portuguesa 'soa-me' estranha, e tem bastantes gralhas, o que é imperdoável num livro daquela qualidade gráfica e que foi bastante caro. É óbvio que o Círculo de Leitores pensou que a malta só ia olhar para os bonecos.
O livro da mana segue a bom ritmo e terei muito a dizer sobre ele quando terminar.
Ontem, como fui à cidade e tinha vários assuntos para tratar e muitos transportes pela frente, escolhi um livro levezinho para me acompanhar, porque a minha coluna já não permite pesos. Dei portanto um grande avanço a A Mulher de Trinta Anos, de Balzac, de que estou a gostar muito. Mas atraí bastantes olhares de ladegos, porque a capa, como era apanágio da Europa-América nos anos 70/80, é uma senhora de costas, com as mãos espalmadas nas nádegas - o que não tem nada a ver com o conteúdo...

 

infelizmente porque gostei tanto que preferia que o livro tivesse (muitas) mais páginas ;-)

Agora peguei n'"O Feiticeiro do Oz"

 

"A Vida no Campo" é romance ou são crónicas? Andei a pesquisar mas não consegui perceber...

 

"A Vida no Campo" é romance ou são crónicas? Andei a pesquisar mas não consegui perceber...


São crónicas, em jeito de diário que o Joel Neto publica semanalmente no Diário de Notícias. No livro estão selecionadas e organizadas por estações, seguindo os ritmos do campo, as festas, a convivência com os vizinhos. Espreita aqui, para teres uma ideia: http://www.dn.pt/---/destes-vultos-que-se-acomodam-com-tripas-doces-e-farturas-5263167.html

 

Obrigada!

 

infelizmente porque gostei tanto que preferia que o livro tivesse (muitas) mais páginas ;-)"


Delicioso, não é? :)

Podes sempre continuar a seguir A vida do campo, nas crónicas dominicais do Diário de Notícias.
E, se o apanhares por aí, lê Arquipélago. É romance, com trama policial à mistura, também passado na Terra Chã. É ficção, mas inspirada em acontecimentos e personagens reais.

 

Enquanto o "prato principal" continua sendo a "Odisseia" de Homero ( está a ser uma descoberta ) vou petiscando fora de casa outras leituras.

"A Viuva e o papagaio" um conto infantil de Virginia Woolf que é uma delicia e se lê em uma hora. O curioso e que foi escrito para seus dois sobrinhos publicarem no seu jornaleco ainda antes de imaginarem que a autora seria um nome importante do modernismo ingles. E mesmo um bom conto para ler aos filhotes em familia.

"Aristoteles e Alexandre" da escritora canadiana Annabel Lyon , que tem sido premiada varias vezes pelo menos no Canadá. Devo dizer que o livro me desapontou. O tema é fantastico ( é pouco conhecido que o filosofo foi professor do pequeno Alexandre o Grande). Um tema que me atrai ha muito e por isso achei a abordagem da autora "de principiante", muito superficial. No entanto para quem nao conheça este pedaço de historia pode ser uma boa novidade.

 

Que recebi na BookBox do outro dia, cortesia do kizmiaz. :)

 

Terminei o "The Painter of Battles" e entretando li "After Dark", de Murakami, que também recebi na BookBox. E agora vem o anúncio MUITO importante!!!!

TERMINEI A MINHA TBR

Finit. Caput. Terminou. Cabou. Fim!

Portanto, peguei no Kobo, onde está uma outra TBR digital, e comecei com "Nós, os Marcianos", de Isaac Asimov :)

 

TERMINEI A MINHA TBR

Finit. Caput. Terminou. Cabou. Fim!:)


Bem, isto merece uma comemoração!!!! Como é possível?!
Não sei, mas como não posso sequer pensar que alguém aqui do BC tenha uma TBR física a zeros, ofereço-te o que quiseres da minha lista AVL - desde que abriu a OBCZ aqui em Bragança, ela tem vindo a ficar mais pequena, mas pode ser que lá encontres alguma coisa que não tenhas lido e te agrade. Caso contrário, espreita a lista TBR - tenho vários que são RABCK e portanto vão ficar disponíveis depois de eu os ler - neste caso só vais ter que esperar mais um bocadinho.
E parabéns pelo feito!

 

E agora vem o anúncio MUITO importante!!!!

TERMINEI A MINHA TBR

Finit. Caput. Terminou. Cabou. Fim!

Portanto, peguei no Kobo, onde está uma outra TBR digital, e comecei com "Nós, os Marcianos", de Isaac Asimov :)


Ó pariga, tu cala-te que eu já estou a ficar cheio de nervos! Tu 'acabastes' o quê, oh?! Eu 'amando-te' já com uma montanha de livros que não 'tás bem a ver! Anda aqui uma pessoa a tentar curar-se e vem uma mocinha dizer 'prontes, tá feito '. Olha, vou ali pro canto pôr umajorelhas :-)

E agora, o que vais fazer ao vício, conta lá :-) Começar de novo deve ser giro. Parabéns. Acho que nunca chegarei a esse patamar. Enfim ...

 

Vojmecêis non se preocupen!

Afinal, o que é o final de uma TBR senão o começo de uma outra? Porque eu... Eu! Eu tenho um plano! Muahahaha

O plano é agora dar uma razia nos livros do Kobo (isto é, dar "a volta" à base de dados) e depois pegar em todos os livros da minha irmã. Depois desses, serão os da minha mãe. Depois desses os do seu marido, que são muitos. Depois desses... Os do meu pai! Que são milhares!

Nunca deixarei de ter livros para ler. O mundo é uma TBR infinita :)

p.s. Entretanto comecei um livro de contos de Charles Bukowski, que na tradução brasileira se chama "Numa Fria"

 

Curioso este teu à vontade que considera o mundo todo uma TBR ... vendo bem tens razão pois quem procura tende a encontrar. Há um certo desprendimento saudavel nessa atitude. Tenho de rever o sentido da minha TBR. Será só o gosto de ter coisas bonitas a volta, será um desejo à espera de ser satisfeito, bem é um tema a pensar.

 

Saramago. Algumas crónicas são muito interessantes. Deu para revisitar algumas ideias do autor e conhecer outras e, acima de tudo, ficar com vontade de voltar a ele, mas com um romance. Entretanto li Quantas madrugadas tem a noite, de Ondjaki, de que gostei, sem me entusiasmar muito, e agora estou literalmente a devorar o Germinal, de Zola, um livro que não conhecia e um autor que não me passaria pela cabeça ler se não fosse o bookcrossing.

 

e agora estou literalmente a devorar o Germinal, de Zola, um livro que não conhecia e um autor que não me passaria pela cabeça ler se não fosse o bookcrossing.


Que bom! É prodigioso, não é?

 

É mesmo, é duro mas magnífico.

 

Saramago. Algumas crónicas são muito interessantes. Deu para revisitar algumas ideias do autor e conhecer outras e, acima de tudo, ficar com vontade de voltar a ele, mas com um romance. Entretanto li Quantas madrugadas tem a noite, de Ondjaki, de que gostei, sem me entusiasmar muito, e agora estou literalmente a devorar o Germinal, de Zola, um livro que não conhecia e um autor que não me passaria pela cabeça ler se não fosse o bookcrossing.

 

empréstimo generoso da irus e que já me embala! O ALA "parte-me" toda! :)

 

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