Estamos em junho, bô. O que ledes vós?

Forum » Portuguese - Português » Parent Thread | Refresh | Search

Sort Options 

(de notar que 3 li em Janeiro!!!)
Mas pormenores à parte, trata-se do "The Gringo Trail" (a darkly comic road trip through south america) de Mark Mann, que se me atravessou no caminho e achei que fazia sentido pegar-lhe e que resultou muito mais interessante do que pensei que seria quando lhe dei início. Não tanto pela história, um bocado datada (passa-se no início dos anos 90) mas por toda a informação muito bem transmitida, apesar de bastante compactada, sobre esta parte do mundo.
E deixou-me doida de vontade de reler o Eduardo Galeano e o seu As veias abertas da América Latina, ainda que me recorde de ele próprio ter dito que não o voltaria a ler e que não se revia no que nele tinha escrito. Seja como for, tem-se-me atravessado em tantas referências e já tanta gente me falou nele nestes últimos meses que... bom, ainda o compro em castelhano, só para ver se o entendo. Assim sempre é diferente ;)

 

Complete Thread
Eu tenho andado a deliciar-me com leituras transmontanas. Nota-se?

A par de O diabo veio ao enterro, de Pires Cabral, pequenos contos que são relatos de histórias ouvidas pelo autor, estou também a ler Por longos dias, longos anos, fui silêncio, uma antologia de autoras transmontanas.
(ambos trazidos da biblioteca local).

 

para depois vo-lo passar a vosselência

 

em "Lost Spring", de Anees Jung (quase a acabar).

 

a ler o Lamentation. Para quem gosta de romances hsitóricos a sério os deste autor sobre o Henrique VIII são do melhore que já li. recomendo.

 

... com a divertidíssima Katie McKissick em "What's on your genes"

e o audiobook do 11.22.63 do Stephen King já vai a meio (são 30h!!)

 

ladylouve 3 yrs ago
Bô?
Que é bô? :p

Eu cá con tinuo com as Benevolentes, mas mais um bocadinho e faço uma pausa. Que já vou a meio e tenho coisas bookcrossianas que ler!

O livro continua um pavor, diga-se de passagem. Agora o nosso amigo está na Rússia cheio de piolhos

 

irus 3 yrs ago
RE: Bô?

 

Que é bô? :p


http://blog.amontesinho.pt/---/algumas-das-expressões-que-só-vai-ouvir-em



desde que deixaste de "ver o mar" tornastes-te mesmo "medonha e desdentada"! Só te falta mesmo ires para o Pavilhão Atlântico ouvir música do ChôCid! :) Bô!

 

desde que deixaste de "ver o mar" tornastes-te mesmo "medonha e desdentada"! Só te falta mesmo ires para o Pavilhão Atlântico ouvir música do ChôCid! :) Bô!


Oh pá, a ignorância é uma coisa tão triste. Ainda hoje me mandaram uma mensagem, a perguntar se eu aconselhava algum hotel barato em Trás-os-Montes. Suponho que achem que é nome de vila.

Quanto ao Cid... Enfim, as reações são ainda mais infelizes do que a frase. Esqueçam, para a semana já há outra polémica e daqui a um mês ninguém se lembra.

 

Que giro! Obrigada por este dicionário!

Queria usar uma das palavras, mas agora não sei qual escolher para esta frase, são todas tão giras :p

 

ladylouve 3 yrs ago
RE: Bô?
Olhem, desculpem voltar às Benevolentes, mas a verdade é que não consigo parar de ler o livro e está aqui a passar-se algo grave.

Acho que o Aue, o personagem principal, me pegou uma doença. Ele estava com o ouvido infectado enquanto andava por Estalinegrado, e agora estou cheia de dores no mesmo ouvido.

Agora ele já está mais ou menos bem de saúde, mas a mim ainda me dói :(

 

wingcontowing 3 yrs ago
RE: RE: Bô?
Olhem, desculpem voltar às Benevolentes, mas a verdade é que não consigo parar de ler o livro e está aqui a passar-se algo grave.

Acho que o Aue, o personagem principal, me pegou uma doença. Ele estava com o ouvido infectado enquanto andava por Estalinegrado, e agora estou cheia de dores no mesmo ouvido.

Agora ele já está mais ou menos bem de saúde, mas a mim ainda me dói :(

Xiça, tu larga o livro rapariga, tem juízo!.... sabe-se lá o que mais vai acontecer a Aue!

 

A acabar 'Profundo como o Mar', de Jacquelyn Mitchard. Ring da xtorya e a gostar bastante.

E a meio de 'Um Jardim em Badalpur', de Kenizé Mourad, empréstimo da biblioteca municipal. Começou bem, mas agora está a um ritmo lento...

 

Acabei os 2 livros que estava a ler:
"O dia em que o sol se apagou" de Nuno Gomes Garcia, para o Clube Literário,
e "História da menina perdida" de Elena Ferrante, o último da tetralogia.

Foram 2 leituras muito boas e agora estou aqui sem vontade de os largar completamente para entrar noutro enredo... mais um dia e isto passa-me ;)

 

Então isso quer dizer que estás com uma ressaca livrólica! Olha aqui umas dicas para ti:
https://www.youtube.com/watch?...

 

Obrigada. Não sabia que já havia nome e tratamento para a minha condição... ;)

 

também me tornei fã do Book Riot, culpa da Pequete, que me apresentou os gajos e eu agora não os largo!

 

Um projecto conjunto de 12 editoras e de outros tantos escritores para dar a conhecer a diversidade de culturas na Europa. É uma edição já de 1994. Ficou à espera nas minhas estantes durante VINTE ANOS!!...
Ai jasus...

Os escritores são:
Alemanha - Henning Boëtius
Dinamarca - Ib Michael
Espanha - Javier Marías
França - Annie Saumont
Grécia - Menis Koumandareas
Holanda - Atte Jongstra
Inglaterra - Michèle Roberts
Irlanda - Brian Leyden
Itália - Paola Capriolo
Noruega - Kjell Askildsen
Portugal - Nuno Júdice
Suécia - Ana L. Valdés

 

Recebido na Lotaria de Inverno (obrigada joaquimponte!). A minha estreia com este autor, por isso não estava com expectativas nem boas, nem más, e não é que estou a gostar tanto?

 

"Primeiro são os termos. Piscas e pechinchinhos, tarelos e tafulhos. Gamas e donetes, sueras e alvarozes. Cambeltas, banaços, batacus. Custódios, alaricados, laparosos. Belicas e biscoitos, velhacas e maraus. Pitafes e tricofaites. Naiões, basões e tatões.
Às vezes trata-se apenas de um português mais antigo, não tão distinto assim daquele que encontramos em Trás-os-Montes ou nas Beiras. Mas também há americanismos, eufemismos, regionalismos em geral – até localismos vindos de uma memória popular mais recente do que imaginamos.
Depois são as expressões. As sinestesias. As metonímias. As hipálages. “Tu és um disparate”, como elogio: és o maior. “Faz-te discretinho”, como ralhete: está sossegado. “Eu digo-lhe vergonhas” como gabarolice: digo-lhe tudo quanto me apetece e ela ainda não me esbofeteou. (...)
Uma pessoa vai sentada na urbana e não tarda está a meter conversa com a senhora que torce o nariz a um miúdo ao fundo.
- Credo, aquele rapaz é um cegão...
- O que é um “cegão”?
- Está sempre a tecer!
- O que é “tecer”?
- É inticante.

“Urbana” é a carreira urbana: o autocarro que vai das freguesias à cidade. Fora as horas de pontas, leva sobretudo velhinhas: algumas aberocidinhas, outras mais tenteadinhas e outras já encarreiradinhas.
Em havendo bagalhoço, o sol brilha.
É difícil resistir ao falar desta terra”

A vida no campo, Joel Neto.
Uma delícia de livro, escrito em jeito de diário, por um escritor que voltou à casa mãe (na ilha Terceira), depois de 20 anos em Lisboa.
Ofereceram-me ontem, este livro de que nunca tinha ouvido falar, e está ser uma bela surpresa.

 

Ouvi uma entrevista na Antena3 a este senhor. Creio que era a propósito desse livro. Gostei muito.

A minha questão é: como te entendes com esses termos? :-)

 

Ouvi uma entrevista na Antena3 a este senhor. Creio que era a propósito desse livro. Gostei muito.

A minha questão é: como te entendes com esses termos? :-)


O livro está escrito em português "normal". Este foi apenas um pequeno excerto do diário onde o Joel Neto menciona as expressões mais curiosas

 

Vá lá! Pensei que andavas aí de glossário às costas, bô!
Afinal, não foi na Antena 3, foi na 2, claro. Ando cada vez mais totó.

Vou saber desse livro.

 

A vida no campo, Joel Neto.


ah! que giro! adorei! :)

 

de forma mais ou menos consciente, e peguei em 2 livros completamente diferentes dos anteriores:
-"Vamos comprar um poeta" de Afonso Cruz - um livro pequeno e delicioso (lê-se em cerca de 1 hora), sobre a importância da cultura e da arte na nossa vida.

-"Le deuxième sexe, vol. 1" de Simone de Beauvoir - a primeira parte do seu famoso ensaio sobre a condição feminina. Ainda só li as primeiras 50 páginas, gostei da introdução mas parece-me que as considerações sobre a biologia e a psicanálise estão um bocadinho datadas... alguém aí já leu? :)

 

de forma mais ou menos consciente, e peguei em 2 livros completamente diferentes dos anteriores:
-"Vamos comprar um poeta" de Afonso Cruz - um livro pequeno e delicioso (lê-se em cerca de 1 hora), sobre a importância da cultura e da arte na nossa vida.

-"Le deuxième sexe, vol. 1" de Simone de Beauvoir - a primeira parte do seu famoso ensaio sobre a condição feminina. Ainda só li as primeiras 50 páginas, gostei da introdução mas parece-me que as considerações sobre a biologia e a psicanálise estão um bocadinho datadas... alguém aí já leu? :)



Primêro - sobre as dicas: já as uso há muito tempo; cheguei a essas conclusões de moto próprio. Há livros que me impedem de pegar noutro logo de seguida: preciso de uns dias para 'digestão'. Com outros, a seguir 'meto' um policial para arejar. Também, regra geral, não leio de seguida temas semelhantes. Daí as m leituras serem uma balbúrdia lol

Segundo . Já li «Le deuxième sexe» il y a longtemps, trop, je crois. Por isso já não me lembro de muitas coisas. Mas faz-me sentido o que dizes, há partes que só podem ser datadas, sim. Precisava de reler :)

«La Femme rompue», de Beauvoir, foi um dos livros que mais me abananou de todos que já li na vida. É uma novela sobre uma mulher de 40 anos. Eu tinha muitos menos mas acho que entendi, como se fosse comigo - impossível, tá visto. E atormenta. Li em francês, não sei se há tradução e nem faço ideia como me chegou às mãos.

 

Agora que estou "em espera" do último da tetralogia da Ferrante (já deve ir a caminho da xtorya, penso eu...), continua na "septalogia" (inventei o termo, não sei se existe ou se existe algum que o possa substituir) do Harry Potter. Terminei o quarto livro e entretanto já comecei o quinto. A saga lê-se bem e depressa.

 

Agora que estou "em espera" do último da tetralogia da Ferrante (já deve ir a caminho da xtorya, penso eu...)
Sim, o livro já ficou no correio na sexta-feira :)
continua na "septalogia" (inventei o termo, não sei se existe ou se existe algum que o possa substituir) do Harry Potter
Talvez heptalogia, não? :^)

 

Tive de ler "Rafael" do Manuel Alegre ( afazeres de uma OBCZ /LFL) e para minha surpresa gostei mesmo. Não por causa da descriçao da vida de um exilado politico em frança, mas pela escrita bonita e uma sensação de solidão descrita com grande sentimento Foi a minha 1ª obra de MA.

A acabar "O Poder do Agora" de Echart Tolle. Muito bom.

E ainda nas 1ªas paginas de "Narciso e Goldmundo" de Hermann Hesse.

 

Estou a ler em e-book e estou a achar muito interessante! É bom para fazer uma introspecção :)

Também estou a ler o Tarot Místico de Celina Fioravanti, desde há algum tempo que tenho curiosidade e decidi aprender :)

 

Comecei ontem e vou quase a meio.
Depois de algumas desilusões, estou a reconciliar-me com o Agualusa.

 

(de notar que 3 li em Janeiro!!!)
Mas pormenores à parte, trata-se do "The Gringo Trail" (a darkly comic road trip through south america) de Mark Mann, que se me atravessou no caminho e achei que fazia sentido pegar-lhe e que resultou muito mais interessante do que pensei que seria quando lhe dei início. Não tanto pela história, um bocado datada (passa-se no início dos anos 90) mas por toda a informação muito bem transmitida, apesar de bastante compactada, sobre esta parte do mundo.
E deixou-me doida de vontade de reler o Eduardo Galeano e o seu As veias abertas da América Latina, ainda que me recorde de ele próprio ter dito que não o voltaria a ler e que não se revia no que nele tinha escrito. Seja como for, tem-se-me atravessado em tantas referências e já tanta gente me falou nele nestes últimos meses que... bom, ainda o compro em castelhano, só para ver se o entendo. Assim sempre é diferente ;)

 

Terminei o A Bridge too Far, do Cornelius Ryan, um portento de um livro de jornalismo histórico sobre uma batalha específica da 2ª Guerra Mundial (Arnhem, Holanda), surpreendentemente pouco falada, apesar de ter sido a maior operação com transporte aéreo de tropas, munições e veículos (incluindo tanques!) e de nela terem morrido mais soldados do que no famoso desembarque da Normandia. Está agora nas mãos de um amigo que, por coincidência, tem família originária dessa cidade.

Ontem comecei e acabei o meu primeiro H. P. Lovecraft - Herbert West: O Reanimador (que inclui mais dois contos), recebido na lotaria de Inverno. Gostei muito do segundo conto (Celephais), menos dos outros, mas gostei do tipo de escrita, negro e envolvente, embora claramente datado.

Terminei também o "À Espera de Moby Dick", de Nuno Amado, mais um livro da Lotaria de Inverno que foi uma descoberta (não conhecia nem nunca tinha ouvido falar) muito agradável.

E entretanto comecei o Longitude, de Dava Sobel, que pensava ser uma espécie de ficção histórica mas na verdade é mais um livro de divulgação científica, nem por isso deixando de ser muito interessante.

Continuo também com o Alex through the looking Glass, de Alex Bellos, este sobre matemática. E como são dois livros do mesmo tipo, vou ter que começar um terceiro, de ficção, para ir intervalando.

 

« sobre uma batalha específica da 2ª Guerra Mundial (Arnhem, Holanda), surpreendentemente pouco falada, apesar de ter sido a maior operação com transporte aéreo de tropas, munições e veículos (incluindo tanques!) e de nela terem morrido mais soldados do que no famoso desembarque da Normandia.»

Batalha de que por acaso até sei, por já ter estado duas vezes em Arnhem. Da torre da igreja de santo Eusebio ( não é o da bola) ainda dá para ver vestígios de bombas .
" Com mais de 5 séculos de existência, esta igreja de estilo gótico está sendo atualmente restaurada. Com 93m de altura, a torre pode ser vista à distância de diversos pontos da cidade."

 

« sobre uma batalha específica da 2ª Guerra Mundial (Arnhem, Holanda), surpreendentemente pouco falada, apesar de ter sido a maior operação com transporte aéreo de tropas, munições e veículos (incluindo tanques!) e de nela terem morrido mais soldados do que no famoso desembarque da Normandia."


Um tema que já fez parte do meu dia a dia de leituras. E bem interessante.

 

TERMINEI As Benevolentes =D Confirma-se que tive pesadelos... Logo, logo escreverei um comentário mais ou menos detalhado sobre esta experiência. Um livro excelente, mas nada gratificante...

Entretanto, li "Em teu ventre", de José Luís Peixoto. Tinha recebido num ring, mas estava empatado por aquela grande empreitada. Li também, numa viagem de autocarro, "As minhas lembranças observam-me", de Tomas Tranströmer. Retirei este livro da box do joaquimponte e foi uma leitura muito simpática.

Portanto, agora iniciarei uma outra empreitada: "Em busca do tempo perdido", de Marcel Proust. Mas esta, como tem os livros separados uns dos outros, será feita com intervalos razoáveis. :)

 

Li também, numa viagem de autocarro, "As minhas lembranças observam-me", de Tomas Tranströmer. Retirei este livro da box do joaquimponte e foi uma leitura muito simpática.

Portanto, agora iniciarei uma outra empreitada: "Em busca do tempo perdido", de Marcel Proust. Mas esta, como tem os livros separados uns dos outros, será feita com intervalos razoáveis. :)


Thomas Transtromer foi uma escolha curiosa . Até ali colocar o livro nao conhecia este poeta sueco. É para veres o que eu aprendo ali nesta biblioteca. O curioso é que este poeta esceveu poemas sobre Lisboa e sobre o Funchal. Fico com a cabeça á roda só a estudar a vida dos escritores que por ali passam.

Qt ao Proust é uma escolha valente. Em tempos comecei a ler "Do lado de Swan" e estava encantado com as subtilezas do sentimento amoroso que Proust parece conhecer em profundidade. Ficou num hotel..para deleite do visitante seguinte .

 

de Hermann Hesse. Escrito no inicio sec XX tornou-se um icone do movimento de libertação de costumes dos anos 60/70. E isso sobretudo pela personagem Goldmundo. No entanto o livro é muito mais. O autor revela ter refelctido ou ate experimentado as duas vias de conhecimento que os 2 personagens representam e esta a transmitir toda uma filosofia sobre o sentido da vida. Talvez uma filosofia com nome ... Escondidas nos dialogos dos 2 personagens ou nas descriçoes de viagem estão pérolas ao dispor de quem estiver atento. Sem duvida uma obra inspiradora..

E agora tenho aqui de ferias "Caravans" de James Michener ue vou ja começar hoje. e ao lado tenho tb " L'evangille de Thomas" comentado por Jean-Yves Leloup ( emprestimo de um leitor conchas )e A piramide de I.Kadare emprestimo de um cometa:) Qual deles avançara mais depressa?

 

Mas acho que só lhe vou dar uma oportunidade por ser pequeno. Chateia-me imenso os apartes que metem os personagens secundários numa determinada prateleira social e moral (os filhos do fidalgo são todos gananciosos, as mulheres todas adúlteras ou superficiais, os da aldeia são todos brutos e não têm a menor consideração com o simplório). Acho que o autor tenta tanto ser espirituoso que acaba por não ter graça nenhuma.

Depois do excelente A voz dos deuses confesso que fiquei desiludida.

Entretanto, vou-me deliciando (e fazendo render) A vida no campo.

 

da Chimamanda Ngozi Adichie (claro que tive de googlar o nome, nunca me consigo lembrar...). Já tinha ouvido as melhores referências e confirma-se, é uma escritora mesmo boa. A palavra que mais me ocorre é "certeira", tem uma lucidez extraordinária, e um humor meio negro fascinante. Sabem quando em vez de virmos trabalhar queríamos ficar todo o dia com o nosso livrinho? É como eu estou...

 

da Chimamanda Ngozi Adichie (claro que tive de googlar o nome, nunca me consigo lembrar...). Já tinha ouvido as melhores referências e confirma-se, é uma escritora mesmo boa. A palavra que mais me ocorre é "certeira", tem uma lucidez extraordinária, e um humor meio negro fascinante. Sabem quando em vez de virmos trabalhar queríamos ficar todo o dia com o nosso livrinho? É como eu estou...



Tão boa! Adoro-a!

 

Ó maria, viste a minha PM? Tenho aqui o Murakami para te "amandar" mas preciso da morada (eu devia tê-la, eu sei, mas onde...)

 

foi o meu livro favorito de 2015! Também adorei!

 

 

Para terminar "12 contos Europeus". Uma pequena decepção, mas não há-de morrer ninguém por causa disso :-)

 

Cinco histórias de Jaime Ramos. Comemoração de 25 anos do personagem.

 

muito bom

 

anda aqui a perseguir-me há anos...ontem peguei nele e gosto!

 

anda aqui a perseguir-me há anos...ontem peguei nele e gosto!


Este também está na minha prateleira há uns anitos.

 

anda aqui a perseguir-me há anos...ontem peguei nele e gosto!


Este também está na minha prateleira há uns anitos.

Eu gostei tanto desse livro!

 

de Raquel Ochoa. A ver vamos.

 

da Feira do Livro, isto é. :)

Li entretanto "Contos Escolhidos" de Tchékov, que gostei imenso. Agora comecei outro livro de contos: "Bestiário", de Julio Cortazar. Também estou a gostar bastante, fartei-me de rir com uma história de um gajo que vomitava coelhinhos :p

Como o terminarei em breve, aproveito para dizer que o plano é, de seguida, continuar com o segundo volume do "Em busca do tempo perdido". :) Gostei imenso do primeiro volume, achei absolutamente fascinante!

 

Ismail Kadare costuma vir ao meu encontro atrves da cometa54 e já vou no 5º livro deste autor cuja inteligencia e sentido de humor me cativaram. Esta obra é menos apelativa que as anteriores. Mas ainda assim interessante. Todo o enredo esta em torno da construção da piramide de Queops mas é óbvio que o que esta a ser descrito é o uso arbitrario do poder albanes com seus meandros de estupidez , de absurdo e de brutalidade ( 3 caracteristicas sempre juntas). Bem... mas como conta quase uma a uma as pedras da piramide a certa altura repete-se um pouco.

E ja vou a 1/3 do livro "O Horror Economico" de Viviane Forrester. Uma analise lucida , simples e chocante do nosso sistema de globalização, que coloca num canto de ridiculo, a antiga opressao operaria da industrialização , por comparação com actual sistema de "escravidao" de milhoes de pessoas controlado por um "patrao sem face". Muito interessante e sobretudo simplificando o que os nossos politicos teimam em complicar .

 

O british humour às vezes é overated e o livro, sendo engraçado, não é tão corrosivo como estava à espera. De qualquer forma é a mesmo um livro assim que estava a precisar neste altura de muito trabalho e igual stress: levezinho e facilmente esquecível.

 

"By night in Chile" do Bolaño. Pensava eu que o ia ler de uma vez, porque avancei bem no dia em que lhe peguei, mas depois passou-me a vontade. De facto, é um livro denso e meio chato, ainda que simultaneamente interessante. Estranho? Talvez. Ou então é de mim! (o mais provável) Seja como for, o homem escreve bem, não há dúvida. O 2666 continua em casa à minha espera, hehehhhh.

 

awryn 3 yrs ago
city on fire
do garth risk hallberg.lancei-me nesta maratona. a ver....

 

De Stephen Hawking e sua filha Lucy. Um livro para adolescentes e mais crescidos tb, que a par de uma historia divertida ( personagens deliciosos incluindo um computador e um "porco") contém além disso informação incrivel sobre astronomia e ate sobre ecologia e a origem da vida. Um livro que vale a pena .ou nao fosse SHawking o guru da teoria das cordas e dos buracos negros e uma pessoa divertida, apesar da sua terrivel doença.

Creio que é uma boa opção para estimular o gosto pela ciencia aos mais novos.

E vou começar Numero Zero de UEco, em ring creio que da cometa54.

 

Are you sure you want to delete this item? It cannot be undone.