Psssttttt ! Já estamos em Novembro....

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(e continuo com o 2º vol do The Buru Quartet de Pramoedya Ananta Toer)

Gostei muito de voltar a Harper Lee, mas acho que ela fez bem em reescrever a história e dar ao mundo o "To Kill a Mockingbird", muito mais bem conseguido, quanto a mim.
A ideia é a mesma, as questões raciais numa terrinha do sul dos EUA, aqui uns anos mais tarde do que no que ficou conhecido como o único livro da autora. No entanto, neste, os flashbacks para a infância, importantes sem dúvida para retratar os personagens e a vivência que tiveram, acabam por interferir um pouco em demasia com o ritmo da história e, nalguns casos, são longos demais.
O livro tem ainda assim imensa força e já está lá tudo aquilo que vai tornar o "To Kill a Mockingbird" num livro excepcional, mas "sem chegar lá". E tem também um personagem bem mais desenvolvido do que no outro, que é o Tio Jack e que é absolutamente genial.

 

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... para as leituras.
Acabei ontem, com muitas cabeçadas e dormidelas pelo meio, «o tesouro«, Selma Lagerlof. Não sei se foi o ano passado que o li, mas como parece que esqueço tudo, resolvi reler. Vá lá, ia lembrando.

 

ladylouve 3 yrs ago
!
Garantidamente nem tinha reparado que já tínhamos mudado de mês... :p

Eu continuo com "To Kill a Mockingbird", que afinal está a ser muito mais interessante do que poderia pensar.

 

Iniciado hoje, após terminar "Era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto", de Mário de Carvalho. Já havia lido, há alguns anos, "Casos do Beco das Sardinheiras", presente de uma amiga BCrosser.

 

Até agora estou a gostar :)

 

no Sábado, vou começar "Um estranho lugar para morrer", de Derek B. Miller.
Mas "Acabadora" foi tão bom que nem estou com vontade de pegar neste. Há que dar um tempinho... :-)

 

Mas "Acabadora" foi tão bom que nem estou com vontade de pegar neste. Há que dar um tempinho... :-)


Também achei um livro interessante e original. Não só pelo tema como pelos personagens e pela descrição da sociedade rural da Sardenha. Foi uma surpresa que me ficou na memoria.

 

Comparando esta versão com a que possuia , dá para sentir a importancia de uma tradução !Que bonito, já imagino Mary Shelley a ler isto alto em noite de tempestade :) Vejam como foram os livros que criaram a personagem de Dom Quixote ( a narração é na 3ª pessoa):

" Em suma, enfrascou-se tanto na leitura..que do pouco dormir e de muito ler, se lhe secou o cérebro de maneira que acabou por perder o juizo. Encheu-se-lhe a fantasia de tudo o que lia nos livros, tanto de encantamentos como de batalhas,requebros, amores..disparates impossiveis..e que eram verdade aquelas sonhadas invençoes que lia. Então, já rematado seu juizo veio dar.lhe o mais estranho pensamento... fazer.se cavaleiro andante e ir.se por todo o mundo..."

 

Ainda com "O Sangue do Mundo - A Viagem de Théo Continua" de Catherine Clément. Livro não tão interessante como "A Viagem de Théo", o qual andava à volta das religiões do mundo, enquanto que "O Sangue do Mundo" trata dos problemas de poluição do mundo... Só que a forma de narração não é muito apelativa...
E também "Blade Runner - Perigo Iminente / Sonham os Andróides com Carneiros Eléctricos" de Phillip K. Dick. Livro interessante, mas bastante diferente do filme... A tradução (Publicações Europa-América...) é que não é a melhor, pelo que dificulta um pouco a compreensão do livro...

 

E também "Blade Runner - Perigo Iminente / Sonham os Andróides com Carneiros Eléctricos" de Phillip K. Dick. Livro interessante, mas bastante diferente do filme... A tradução (Publicações Europa-América...) é que não é a melhor, pelo que dificulta um pouco a compreensão do livro...


Curioso que coloquei este livro na minha wishlist pelo que aprecio teu comentario. A ver se há outra tradução. De facto, uma tradução pode fazer a diferença..

 

... com "O Último Papa" do Luis Miguel Rocha.
O problema não é do livro (até é bem mexido), é meu, que no último mês trabalhei literalmente todos os dias, e todos os bocadinhos em que me sentei no sofá ou me encostei na cama foi para adormecer de forma quase instantânea e consequentemente levar com o livro no nariz...
Novembro tem mesmo de correr melhor, caramba...

 

A gostar tanto, que vou atrasando ainda mais a leitura (que vai lenta, por falta de tempo), para reler algumas partes às Pequetinhas, sempre que as apanho a jeito...

 

De Manuel Puig

Estou desejosa de o começar, o que farei esta tarde enquanto caminho (dentro do autocarro) para Telheiras para ver os meus "fellow-BCs" ;)

 

Tu és um cometa a ler!
Gostei imenso dos dois livros que li de M. Puig. Do que estás a ler e «Púbis angelical».
Foi no Brasil e trouxe o segundo - que já 'voou', tá visto. O mais curioso da mulher aranha é que parecia a cópia da vivência de um amigo que esteve preso (político) durante a ditadura, minha nossa.

 

Acabei ontem de ler A ilha de Sukkwan do David Vann (Ring da marialeitora), uma história contundente e poderosa e hoje terminei o dramático segundo volume da bio do Elvis, Careless Love, do Peter Gurlanick.
Estou esgotado, demasiada emoção para ler seja o que for.
Amanhã lá escolherei uma coisa levezita para descansar.

 

:)

 

:)

 

Afinal foi uma escolha pouco "levezinha" mas o Peter Straubé sempre um regresso a caminhos familiares, como calçar aqueles ténis que de tão usados se tornaram, finalmente, confortáveis.

 

Parece-me senhor cavaleiro andante que a sua ordem é mais rigorosa que a dos frades capuchos?
Não sei se rigosrosa, mas mais necessária ao mundo, sem dúvida...que os religiosos, em sua paz, pedem ao céu o bem da terra, mas nós, cavaleiros, pomos em execução o que eles pedem...sob o sol de verao ou o gelo de inverno, que não sob o tecto pacifico. Somos os verdadeiros braços da justiça na terra..aquela que não julga, mas protege.

Uma coisa me parece mui mal nos cavaleiros andantes..pois se em risco de vida...em vez de se encomendar a Deus..se encomendam a sua Dama..algo com odor a pagão ?
Senhor, todo o cavaleiro tem sempre em si a imagem de sua dama e só dela se lembrar, ou dizer umas palavras entre dentes ou só de coração, em segredo, isso o favorece e ampara... Porque, é tão próprio e natural neles o estarem enamorados como o céu ter estrelas.. E seu nome é Dulcineia.

 

Estou a ficar apaixonado pelo D.Quixote :-)

 

mas que grande adivinha, ó Jaquim!
brincando....
Li a tradução de Aquilino Ribeiro há décadas. Mas também me apetece ler a edição do Expresso, qué me mira a toda a hora.

 

Só que qualquer dia não podem já ouvir.me falar do Dom Quixote.

Bem, a tradução de Miguel S.Pereira vai além de uma tradução do espanhol para portugês, ele faz uma tradução da linguagem setecentista para a do seculo XXI e isso torna a leitura quase linear.
Por outro lado a história é contada em "folhetins" sendo cada um legivel por si só, mas deixando o leitor pendente da sua continuação. Um pouco ao stilo das 1001 noites , que é para mim um livro de sabedoria.
Dom Quixote é além do mais uma historia de grande sentido de humor. Os diálogos entre este e Sancho Pança são como um diálogo interno entre duas partes de cada um de nós. E todo o livro é um enorme debate, no seio de aventuras , sobre nós proprios. O interessante é que se pode contar a crianças. Elas gostam se o lermos com entoação.
Alguns capitulos podem aborrecer, mas são isolados ( como qd fala dos escritores do tempo que para nós nada significam ),
Alguns afirmam ser o livro uma critica do espirito utopico de cavalaria mas de facto, Sancho Pança continuamente põe os pontos nos iis ao cavaleiro, critica-o acerbamente. Mas Dom Quixote , no meio da sua "loucura" mostra ter consc de como os outros o vêm e até aceita o tituo de "Cavaleiro da Triste Figura". É útl saber que o movimento de cavalaria era realmente uma especie de "tradição" que coincidiu com os troubadours medievais e ia alem da europa. Basta ver que O Rei Ricardo Coração de leão ao enfrentar o curdo Saladino, interrompeu a batalha para os dois irem jogar Xadrez...porque ambos eram " da tal cavalaria espiritual".
Unica dificuldade desta obra , é enorme. Os braços doem com o peso. mas devo dizer que estou tão envolvido neste personagem que não me sai da cabeça. perdoem a extensao do texto

 

(e continuo com o 2º vol do The Buru Quartet de Pramoedya Ananta Toer)

Gostei muito de voltar a Harper Lee, mas acho que ela fez bem em reescrever a história e dar ao mundo o "To Kill a Mockingbird", muito mais bem conseguido, quanto a mim.
A ideia é a mesma, as questões raciais numa terrinha do sul dos EUA, aqui uns anos mais tarde do que no que ficou conhecido como o único livro da autora. No entanto, neste, os flashbacks para a infância, importantes sem dúvida para retratar os personagens e a vivência que tiveram, acabam por interferir um pouco em demasia com o ritmo da história e, nalguns casos, são longos demais.
O livro tem ainda assim imensa força e já está lá tudo aquilo que vai tornar o "To Kill a Mockingbird" num livro excepcional, mas "sem chegar lá". E tem também um personagem bem mais desenvolvido do que no outro, que é o Tio Jack e que é absolutamente genial.

 

ladylouve 3 yrs ago
Começando
Barry Lyndon

É dos poucos casos em que já vi o filme, mas como o meu namorado gosta imenso dele achei por bem comprar o livro para saber mais :)

 

Levezinho mas interessante.

 

de Jillian Tamaki e Mariko Tamaki.

Um espanto.

 

Jota-P 3 yrs ago
Comecei hoje:
- "Retrato de Rapaz", de Mário Cláudio - autor um pouco "difícil", mas com interesse. Se falavam do Saramago por escrever sem parágrafos, o que dizer deste Mário Cláudio?

- "Uma Aventura no Caminho do Javali", de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada - li todos os livros da colecção até "Uma Aventura na Televisão" (o último da colecção na altura em que eu tinha 15 anos), mas depois desse, refinei as minhas leituras. Entretanto, surgiu a oportunidade de ler este livro (e outros dois mais recentes) e quis experimentar novamente, apesar de, agora, achar aquilo tudo um bocado disparatado: as personagens são mesmo muito planas (já para não dizer que nunca mais crescem), as histórias são demasiado rocambolescas ou inverosímeis (como seria possível numa vida tão curta aquelas personagens terem resolvido tanto mistério, viajado tanto -e e pelas razões mais estapafúrdias que se possa imaginar - e dado cabo de tanta quadrilha?) e salvam-se sempre... Enfim... No entanto, há sempre alguma coisa que se aprende, seja da História de Portugal, seja de lendas dos sítios que eles visitam, entre outras.

 

apesar de, agora, achar aquilo tudo um bocado disparatado: as personagens são mesmo muito planas (já para não dizer que nunca mais crescem), as histórias são demasiado rocambolescas ou inverosímeis (como seria possível numa vida tão curta aquelas personagens terem resolvido tanto mistério, viajado tanto -e e pelas razões mais estapafúrdias que se possa imaginar - e dado cabo de tanta quadrilha?) e salvam-se sempre... Enfim... No entanto, há sempre alguma coisa que se aprende, seja da História de Portugal, seja de lendas dos sítios que eles visitam, entre outras.

Tss, tss, tss. És mesmo um... crescido!
As coisas que tu questionas, francamente. ;-)

 

Eu sempre achei que as histórias não eram propriamente cronológicas e que se passaram todas em vários universos paralelos da vida dos personagens. Isto é, no primeiro ano viveram TODAS as aventuras, dentro das suas pequenas cabeças esquizofrénicas =D

Se bem que eu tinha combinado com um amigo que um dia íamos escrever a oculta "Uma Aventura no Bairro Alto", em que ficam todos bezanos, se perdem uns dos outros, e depois há um reencontro de elevado teor homoerótico entre o Chico e o Pedro, com direito a beijo :) É um plano para o futuro!

 

Se bem que eu tinha combinado com um amigo que um dia íamos escrever a oculta "Uma Aventura no Bairro Alto", em que ficam todos bezanos, se perdem uns dos outros, e depois há um reencontro de elevado teor homoerótico entre o Chico e o Pedro, com direito a beijo :) É um plano para o futuro!


Gostei da ideia e apoio... Ao menos havia um "abanão" naquele universo!!!

 

Tss, tss, tss. És mesmo um... crescido!
As coisas que tu questionas, francamente. ;-)


Lembro-me daquela senhora na Primeira Convenção BC (Anabela Mimoso? pelo menos o apelido está correcto!) e, apesar de muita gente ter caído em cima dela por dizer que os livros de "Uma Aventura" eram literatura light juvenil, eu concordei com muitas das coisas que ela disse. Neste momento (e entretanto já terminei "Uma Aventura no Caminho do Javali" e já comecei "Uma Aventura no Pulo do Lobo"), começo seriamente a pensar que ela tem razão... Mas tenho um pouco "mixed feelings", pois esta colecção ajudou bastante a criar o meu gosto pela leitura. Quando era criança (talvez 10 anos), tive de passar um Verão sem ir a lado nenhum e, para me entreter, emprestaram-me a colecção toda. Já não me lembro das histórias, mas ficou-me na memória o facto de ter gostado de ler na altura...

 

"Vinte anos e um dia" (finalmente!!), do senhor Semprún. Um ring da vizinha de cima :-)

 

Ahhhhhh, o tal de que gostei tanto, tanto e está esgotado.
Saquei uma entrevista com Semprún na net Plantei aqui o link, mas agora encontrá-lo? mas é fácil tropeçar nele. Vale a pena ler ( no final, como prefiro sempre).

 

Mas em espanhol parece não ser difícil de encontrar:
http://www.todostuslibros.com/---/veinte-anos-y-un-dia_978-84-8310-403-3

 

cometa54 3 yrs ago
Asneira....
Depois de «A praia», Cesare Pavese e de intervalo para digerir - gosteiii - peguei ontem à noite num policial (é mesmo mania): «O executor», do sueco Lars Kepler. Pois, até é sobre o fabrico e envio de armamento, na Suécia. Adoro as políticas sujas destes países civilizados. Mas não dá para parar de ler.

 

de lawrence Durrell é o meu lenitivo para alternar o Dom Quixote. Emprestimo da cometa, que me lançou numa aventura de livros que decorrem nos Balcãs ( apos kadare). Muito simples, cheio de diálogos e de politica do tempo do marechal Tito. Estou a gostar e completa esta minha "balcaniação". se alguem se lembrar de um livro passado nos Balcãs e me o sugerir eu agradeço.

 

se alguem se lembrar de um livro passado nos Balcãs e me o sugerir eu agradeço.


Tenho alguns porque é uma área/tema que me interessa muitíssimo. Mas vou ter de ver o que veio comigo para a ilha e depois digo-te.

 

vem um destes dias à minha "comunidade de leitores"
Tenho aqui 3 livros dele que me emprestaram:
O feitiço da Índia
o futuro da religião
A voz da terra

qual me aconselham para começar?

 

Não li nenhum desses, mas é um autor de que eu gosto... Apesar de alguns livros serem uma seca. Por exemplo, custou-me imenso ler "A Cidade do Fim" (sobre a História de Macau no século XX). http://www.segredodoslivros.com/---/a-cidade-do-fim.html

Já de "Memórias de Branca Dias" (http://www.segredodoslivros.com/sugestoes-de-leitura/memorias-de-branca-dias.html) e "O Último Minuto da Vida de S." (curioso alguém se lembrar de escrever sobre esta personagem S. - não direi quem é, porque isso estraga um pouco a surpresa a quem quiser ler esse livro) já gostei mais.

Desses que apresentas, talvez começasse por "O Fetiço da Índia", porque quando saiu me chamou a atenção, mas não sei do que trata.
"A Voz da Terra" trata do Padre António Vieira... Não sei se será um dos romances "fáceis"...

 

Não li nenhum desses, mas é um autor de que eu gosto... Apesar de alguns livros serem uma seca. Por exemplo, custou-me imenso ler "A Cidade do Fim" (sobre a História de Macau no século XX). http://www.segredodoslivros.com/---/a-cidade-do-fim.html

Já de "Memórias de Branca Dias" (http://www.segredodoslivros.com/sugestoes-de-leitura/memorias-de-branca-dias.html) e "O Último Minuto da Vida de S." (curioso alguém se lembrar de escrever sobre esta personagem S. - não direi quem é, porque isso estraga um pouco a surpresa a quem quiser ler esse livro) já gostei mais.

Desses que apresentas, talvez começasse por "O Fetiço da Índia", porque quando saiu me chamou a atenção, mas não sei do que trata.
"O Sal da Terra" trata do Padre António Vieira... Não sei se será um dos romances "fáceis"...



Já comecei o do feitiço! Muito interessante. O sal da terra é sobre o Padre sim! e o terramoto de Lisboa. Tem-me passado ao lado mas o Miguel Real parece-me um caso sério de boa literatura!

 

mas o Miguel Real parece-me um caso sério de boa literatura!


Disso não há qualquer dúvida! E eu também já fui a uma palestra dele (na Faculdade de Letras, para um grupo reduzido de alunos) e gostei bastante. Aliás, creio que foi essa conversa que me levou a ler "O Último Minuto na Vida de S." e a ficar interessado nos seus livros.

 

vem um destes dias à minha "comunidade de leitores"


marialeitora, fiquei mesmo curioso sobre essa comunidade de leitores. Sempre quis algo assim e nunca consegui.

 

vem um destes dias à minha "comunidade de leitores"


marialeitora, fiquei mesmo curioso sobre essa comunidade de leitores. Sempre quis algo assim e nunca consegui.



Olá Joaquim...
entrei no "clube de leitura" já ele funcionava há dois anos. É um grupo de amigos/conhecidos/e nem tanto que nos reunimos, uma vez por mês, para discutir um livro ou, como é mais habitual, partilharmos o que andamos a ler...é um BC não virtual, digamos assim...a Biblioteca cede-nos um espaço e durante uma hora e meia, sensivelmente, estamos ali numa tertúlia simpática! às vezes temos a sorte de ter a visita de um escritor (alguns membros são profs da UTAD e outros livreiros e conseguimos convencer os escritores a irem lá falar um pouco connosco quando vêm a Vila Real por outros motivos! :)

 

Eu bem queria ser fiel ao Dom Quixote , mas este personagem é demasiado absorvente. Cada vez que nele me concentron não consigo parar..

Então avancei para Aguias Brancas Sobre a Servia, de que estou a gostar.

Mas agora vem algo a que não resisti. "O Holograma Unico" de Rose Nery Sttau Monteiro. Uma historia autobiografica no feminino que me surpreendeu pela positiva. Escrita fluente e com inusitada profundidade, 4 mulheres, Cabo Verde, Angola, Portugal...

A autora é esposa de Luis de Sttau Monteiro e ofereceu-me este livro pessoalmente na Conchas LFL. Sinceramente depois de o ler gostava de o partilhar convosco, se estiverem curiosos. Creio que vale a pena.

 

ladylouve 3 yrs ago
Manazuru
De uma autora Japonesa

É melancólico e bem típico, mas a tradução (do francês e inglês) deixa um pouco a desejar

 

A terminar "A Ilha de Sukkwan". Estou quase no fim e tenciono dar-lhe término dentro de uns cinco minutos, dentro da caminha. :p Mas confesso que não gostei muito. Depois farei um comentário detalhado, mas o principal factor é que a primeira parte e a "tragédia" não me pareceram nada realistas, embora o retrato do desespero depois esteja bastante bem conseguido.

A seguir (logo, amanhã de manhã xD ) começarei "Rebecca", de Daphne du Maurier. Já há algum tempo venho alimentando curiosidade sobre esta pessoa, e entretanto recebi o livro numa troca, portanto... Lá vai ele!

 

Mas confesso que não gostei muito. Depois farei um comentário detalhado, mas o principal factor é que a primeira parte e a "tragédia" não me pareceram nada realistas, embora o retrato do desespero depois esteja bastante bem conseguido.


tive exactamente a mesma impressão!

 

irus 3 yrs ago
RE: Quase Quase
A terminar "A Ilha de Sukkwan". Estou quase no fim e tenciono dar-lhe término dentro de uns cinco minutos, dentro da caminha. :p Mas confesso que não gostei muito. Depois farei um comentário detalhado, mas o principal factor é que a primeira parte e a "tragédia" não me pareceram nada realistas, embora o retrato do desespero depois esteja bastante bem conseguido.


Li o teu comentário detalhado mas há uma coisa que tenho de apontar. Pode não ser muito credível que na sociedade urbana portuguesa um miúdo de 13 anos seja incapaz de cortar lenha ou caçar um veado, mas o mesmo não acontece noutras sociedades. Ainda hoje li sobre uma miúda de 14 anos que construiu a sua própria casa (pequena, claro) com a ajuda do pai e lembro também a rapariga da mesma idade que deu a volta ao mundo num veleiro, sozinha. Mesmo aqui, em Trás-os-Montes, há miúdas de 12 anos que cozinham para a família como gente grande, ou deixam a sopa pronta de manhã antes de irem para a escola. Mesmo aqui, na aldeia, há um rapaz que conduz o trator do avô desde os 12 anos e participa nos trabalhos sazonais com os adultos. São crianças como as outras, que vão à escola e jogam playstation em casa mas que, por necessidade ou gosto, acabam por terem uma maturidade superior à média dos colegas.

 

A minha questão não se prende com a maturidade, mas com uma questão de força física. A menos que seja um miúdo muito grande, não estou a ver como poderia levantar um machado e estar a cortar árvores (a menos que fosse uma muito fininha, e aí não dava para cortar tábuas...)

Talvez com as hormonas do leite os miúdos americanos consigam fazer isto, mas ficou a dúvida...

 

Tuanita 3 yrs ago
Americanah
da Chimamanda Ngozi Adichie.
É uma história de amor, cultura e emigração que se passa na Nigéria (e um bocadinho nos EUA). Ainda agora o comecei e estou a gostar tanto...!! deve ser porque estes assuntos da emigração e da saudade ainda me acordam muitas emoções...

 

da Chimamanda Ngozi Adichie..... Ainda agora o comecei e estou a gostar tanto...!! deve ser porque estes assuntos da emigração e da saudade ainda me acordam muitas emoções...


Bonito tuanita...

 

Tuanita 3 yrs ago
:-)

 

da Chimamanda Ngozi Adichie.
É uma história de amor, cultura e emigração que se passa na Nigéria (e um bocadinho nos EUA). Ainda agora o comecei e estou a gostar tanto...!! deve ser porque estes assuntos da emigração e da saudade ainda me acordam muitas emoções...



ah! eu gosto tanto, tanto da Ngozi. A flor do hibisco é um livro maravilhoso! também gostei muito desse...

 

Se ela escreve sempre assim, também quero ler "A Flor do Hibisco"... pode tornar-se em breve uma das minhas escritoras favoritas!

 

Se ela escreve sempre assim, também quero ler "A Flor do Hibisco"... pode tornar-se em breve uma das minhas escritoras favoritas!


;)

então lê também, "a corda à volta do teu pescoço". são contos e são bons, muito bons...
Para além disso tem defendido a causa feminista e fez esta palestra na TED de que gosto particularmente. Já a postei por aqui mas aqui vai novamente: https://www.ted.com/---/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story?...

 

feminism is my thing!!! ;-)

 

feminism is my thing!!! ;-)


https://youtu.be/hg3umXU_qWc

 

Iniciados hoje:
"A Cidadela Branca", Orhan Pamuk
"Histórias Falsas", Gonçalo M. Tavares

Iniciado ontem, e quase a terminar:
"Uma Aventura na Ilha de Timor", Ana MAria Magalhães e Isabel Alçada (os mesmos disparates do costume)

 

e totalmente presa ao livro.

 

de José Luis Peixoto.

 

«O Deserto dos Tártaros», escrito em 1940 (?).

Mas não conhecia este Senhor, pode ser?! Que belíssimo livro que se lê hipnotizado.

«... é um daqueles livros que, terminados, retemos um momento nas mãos, como se tivéssemos pena ( e tive) que tenham chegado ao fim.Voltamos a folhear as primeiras páginas, saboreando a lembrança de como tudo começou» Mário Santos, Público

Não sei quem é este crítico mas escreve exactamente o que me aconteceu. Já voltei a pegar e folhear o livro vezes e vezes desde que o acabei.

Já vi que a marialeitora o leu ( e gostaste? ) e o passou para o Árvores, há que tempos. Por onde andaria eu? :(
Ah ! E io joaquim Pontes também, mas não disse nada.... só na je, parece-me. Subscrevo-te.

 

Gostei mesmo . É hipnotizante , a raiar o fantástico e ao mesmo tempo simples. Uma obra especial.

http://www.bookcrossing.com/---/13458728/

 

Já vi que a marialeitora o leu ( e gostaste? ) e o passou para o Árvores, há que tempos


Nem me digas nada, que até me sinto mal :-(

 

Já vi que a marialeitora o leu ( e gostaste? ) e o passou para o Árvores, há que tempos


Nem me digas nada, que até me sinto mal :-(



gostei pois! :)

Já nã me lembro é porque é que o mandei ao Árvores :) e o link na JE não abre...

 

«O Deserto dos Tártaros», escrito em 1940 (?).

Ah ! E io joaquim Pontes também, mas não disse nada.... só na je, parece-me. Subscrevo-te.


Foi escrito antes da IIGGuerra , portanto esta data deve estar próxima.
http://www.presenca.pt/---/o-deserto-dos-tartaros/

Será que não disse nada? :) Não fui espreitar atrás mas tenho ideia de já aqui ter colocado antes a JE. E está a vossa disposição , mesmo com outro exemplar a passear por aqui .. Esta seita é gira..

 

Acabadinho de chegar de trajosmontes debaixo, entregue entre uma boleia e dois covilhetes (há lá gente melhor do que a da seita).
Como estava entre leituras, já lhe dei uma dentada (acompanhada por um chá quentinho).

 

já lhe dei uma dentada

Olha que um labirinto à dentada... talvez seja a melhor forma de lhe descobrir a saída. Descobriste a pólvora, melher!

 

Acabadinho de chegar de trajosmontes debaixo, entregue entre uma boleia e dois covilhetes (há lá gente melhor do que a da seita).
Como estava entre leituras, já lhe dei uma dentada (acompanhada por um chá quentinho).



:)

então depois conta coisa e devolve-o à procedência! ou melhor a trajosmontes de baixo que a procedência só o torna a ver daqui a bués! tábem,conto? (estou descaradamente atrasada em relação às leituras! :(

 

tábem,conto?

Por mim podes tudo, mas num tenho nada a ber com isso, pá. É que esse labirinto é do Arbenzinhas.
Mas portanto, acho que posso adivinhar a resposta que ele te dará: "está bem, pois!" ;)

 

Claro que está bem, pois :-)

 

Claro que está bem, pois :-)



:) obrigada... e sorry pela troca!

 

Enviaram-me numa troca e lá vou eu ler... Com este título estou um pouco duvidosa, mas vá, ainda tenho esperança. Para mais, é o segundo de uma "logia", uma saga de qualquer coisa, esperemos que dêem umas luzes sobre o que se passou anteriormente. 8D

 

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