Já é Junho, crianças! O que se lê por aí?

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Ainda só li a introdução e o primeiro texto, pelo que é cedo para me pronunciar, mas com a diversidade de autores, suponho que vai haver de tudo. O próximo texto é da Chimamanda Ngozi Adichie, pelo que estou muito curiosa. :)

Ah! Da Chimamanda vais gostar, garanto! qual é?

É um texto incluído na colectânea, não tem título.
Gostei, mas houve outros textos de que gostei mais, como por exemplo o de Neil Gaimon, o de Joseph Boyden e o de Margaret Atwood, assim como os de alguns autores que desconhecia, Juli Zeh, Panos Karnezis e Hisham Matar.
Deste último fiquei com muita curiosidade de ler o "In the Country of Men".

Acabei de ler o livro ontem. :)

 

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Acabei "O sino da Islândia", do Laxness. Foi tempo perdido. Será que estou a ficar muito exigente? Seja!...

Comecei "A medida do mundo", prometido à Nakipa, mas também já começo a pensar em abandoná-lo. Enfim, não ando com grande pontaria! :-( Tenho por cá uns empréstimos e rings bem mais apetitosos.

E vós, criancinhas? Que ledes?

 

vamos ver o que dá...

 

Edição manga da célebre obra de Yamamoto Tsunetomo, samurai japonês do sec XVII. Não sou entendido em comics, mas conheço aquela obra classica que, ao contrario do que se pensa em geral, não é uma colectanea de violencia. É um conjunto de contos didaticos sobre um modo de ser e estar na vida, baseado na filosofia Zen e adaptado ao modo de ser japones. Em si , um classico essencial para conhecer o oriente.
Curioso é descobrir que esta edição manga tem uma tradução impecavel de William Scott Wilson e imagens que espelham a ideia do original em perfeição.Uma boa surpresa.

 

E estou a devorar Adrian Mole - The Prostrate Years, da Sue Townsend. Comecei também uma mini-biografia de António Variações, por Paulo Marques. É mesmo mini, pelo que já percebi.

 

É um livro muito estranho, que comecei ontem e ainda não decidi se estou a gostar ou não. Uma coisa é certa: está muito bem escrito.
Entretanto, continuo com o Entre dois Palácios, do Naguib Mahfouz, cortesia da nossa irus.

 

Eh pá, e será emprestável? Tenho-lhe tanta curiosidade!
(lá estou eu a querer meter-me em trabalhos, ai, ai...)

 

Eh pá, e será emprestável? Tenho-lhe tanta curiosidade!
(lá estou eu a querer meter-me em trabalhos, ai, ai...)


Agora sou eu a dar uma resposta meio intrometida . mas como a pequete esta a ler o livro e eu não.... envia a tua morada que eu envio-to. Seria um gosto. E nao ha tempo limite.



 

Eh pá, e será emprestável? Tenho-lhe tanta curiosidade!
(lá estou eu a querer meter-me em trabalhos, ai, ai...)


Agora sou eu a dar uma resposta meio intrometida . mas como a pequete esta a ler o livro e eu não.... envia a tua morada que eu envio-to. Seria um gosto. E nao ha tempo limite.

Oh pá, obrigada!
Mas já tens a morada, não tens (para envio do Laxness)?

 

Tens razão conto.. Morada certissima :) Envio-te os guarda-chuvas esta semana ainda ( O Láxness já seguiu ).

A proposito, descobri uma historia engraçada sobre este livro. Dos 5000 exemplares da 1ª edição, o autor colocou em 2 deles apenas! uma diferença, uma especie de palavra passe e dava um premio a quem o descobrisse. E foi um prisioneiro de uma cadeia do Porto que descobriu. Fiquei a pensar qual seria afinal a diferença mas não consegui encontrar. Como só foi descoberto um dos exemplares não vá ser este o outro :)
Ora vejam

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?...

 

Tens razão conto.. Morada certissima :) Envio-te os guarda-chuvas esta semana ainda ( O Láxness já seguiu ).

A proposito, descobri uma historia engraçada sobre este livro. Dos 5000 exemplares da 1ª edição, o autor colocou em 2 deles apenas! uma diferença, uma especie de palavra passe e dava um premio a quem o descobrisse. E foi um prisioneiro de uma cadeia do Porto que descobriu. Fiquei a pensar qual seria afinal a diferença mas não consegui encontrar. Como só foi descoberto um dos exemplares não vá ser este o outro :)
Ora vejam

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?...

Que história engraçada. Fiquei curiosa sobre esse enigma...
Mas olha que ainda não foi descoberto nenhum dos dois exemplares únicos. Na notícia diz que o prisioneiro desvendou o enigma sem ter um desses 2 livros...

 

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?...
Que história engraçada. Fiquei curiosa sobre esse enigma...
Mas olha que ainda não foi descoberto nenhum dos dois exemplares únicos. Na notícia diz que o prisioneiro desvendou o enigma sem ter um desses 2 livros...



Vamos nós descobrir esse enigma ? :) Agora envio-o a conto. Quem sabe a conto ou a pequete descobrem e ganham o premio ....
Faltaria saber que genero de enigma é esse , por que ponta lhe pegar . Se calhar só indo ao Porto visitar o prisioneiro que fez a descoberta...

 

Faltaria saber que genero de enigma é esse , por que ponta lhe pegar .


joaquimponte, o "enigma" vem na última página do livro. Parece que ele inseriu uma palavra no texto e essa palavra só existe em 2 exemplares... Já não me lembro bem, mas quem tiver aí o livro que me ajude!

 

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?...
Que história engraçada. Fiquei curiosa sobre esse enigma...
Mas olha que ainda não foi descoberto nenhum dos dois exemplares únicos. Na notícia diz que o prisioneiro desvendou o enigma sem ter um desses 2 livros...



Vamos nós descobrir esse enigma ? :) Agora envio-o a conto. Quem sabe a conto ou a pequete descobrem e ganham o premio ....
Faltaria saber que genero de enigma é esse , por que ponta lhe pegar . Se calhar só indo ao Porto visitar o prisioneiro que fez a descoberta...


O meu livro já é a 2ª edição, se esses dois livros eram da 1ª, não estou com sorte...

 

O meu livro já é a 2ª edição, se esses dois livros eram da 1ª, não estou com sorte...


O meu também e 2ª edição mas ja agora vou investigar . Afinal foi o escritor que teve a ideia e portanto deve ter a sua originalidade. Vou perguntar na editora , amanha na Feira do Livro.

 

Vinha aqui dizer que sim, claro que é emprestável, mas vejo que já venho atrasada! O BC é mesmo eficiente!

 

Gostei muito desse livro do Afonso Cruz. É daqueles que primeiro se estranha e depois entranha. Muito bom!

 

Acabei "O sino da Islândia", do Laxness. Foi tempo perdido. Será que estou a ficar muito exigente? Seja!...

Comecei "A medida do mundo", prometido à Nakipa, mas também já começo a pensar em abandoná-lo. Enfim, não ando com grande pontaria! :-( Tenho por cá uns empréstimos e rings bem mais apetitosos.

E vós, criancinhas? Que ledes?




Pega no Stoner, rapaz! tssssss

 

Acabei "O sino da Islândia", do Laxness. Foi tempo perdido. Será que estou a ficar muito exigente? Seja!...

Comecei "A medida do mundo", prometido à Nakipa, mas também já começo a pensar em abandoná-lo. Enfim, não ando com grande pontaria! :-( Tenho por cá uns empréstimos e rings bem mais apetitosos.

E vós, criancinhas? Que ledes?




Pega no Stoner, rapaz! tssssss

Nem mais, vais ver que te volta a pontaria toda! :)

 

Acabei "O sino da Islândia", do Laxness. Foi tempo perdido. Será que estou a ficar muito exigente? Seja!...

Comecei "A medida do mundo", prometido à Nakipa, mas também já começo a pensar em abandoná-lo. Enfim, não ando com grande pontaria! :-( Tenho por cá uns empréstimos e rings bem mais apetitosos.

E vós, criancinhas? Que ledes?




Pega no Stoner, rapaz! tssssss

Nem mais, vais ver que te volta a pontaria toda! :)


Só chegou hoje!... A vida está em nova fase de transição. Vamos ver como fica o tempo disponível :-/

 

Agora vou pegar num D. Estefânia, Um Trágico Amor, um presente do Natal de 2013 daqui do BC a que ainda não tinha dado atenção.

 

O D. Estefânia (de uma tal de Sara Rodi) é um bocado para o insuportável, pelo que rapidamente me passei para o "Four Letter Word - New Love Letters", uma colectânea há muito tempo em espera.
Ainda só li a introdução e o primeiro texto, pelo que é cedo para me pronunciar, mas com a diversidade de autores, suponho que vai haver de tudo. O próximo texto é da Chimamanda Ngozi Adichie, pelo que estou muito curiosa. :)

 

O D. Estefânia (de uma tal de Sara Rodi) é um bocado para o insuportável, pelo que rapidamente me passei para o "Four Letter Word - New Love Letters", uma colectânea há muito tempo em espera.
Ainda só li a introdução e o primeiro texto, pelo que é cedo para me pronunciar, mas com a diversidade de autores, suponho que vai haver de tudo. O próximo texto é da Chimamanda Ngozi Adichie, pelo que estou muito curiosa. :)


ah, então és tu que tens esse livro... andava há que tempos a tentar descobrir onde teria arrumado isso.

 

ah, então és tu que tens esse livro... andava há que tempos a tentar descobrir onde teria arrumado isso.

Sou. Foi comigo que o "arrumaste", hehehh. Não sabia que não sabias, sorry. ;)
E pior, tenho mais. Tenho o A Separate Country e o Heroines of Dixie.
Acho que é "só".

 

O próximo texto é da Chimamanda Ngozi Adichie, pelo que estou muito curiosa. :)



Ah! Da Chimamanda vais gostar, garanto! qual é?

 

Ainda só li a introdução e o primeiro texto, pelo que é cedo para me pronunciar, mas com a diversidade de autores, suponho que vai haver de tudo. O próximo texto é da Chimamanda Ngozi Adichie, pelo que estou muito curiosa. :)

Ah! Da Chimamanda vais gostar, garanto! qual é?

É um texto incluído na colectânea, não tem título.
Gostei, mas houve outros textos de que gostei mais, como por exemplo o de Neil Gaimon, o de Joseph Boyden e o de Margaret Atwood, assim como os de alguns autores que desconhecia, Juli Zeh, Panos Karnezis e Hisham Matar.
Deste último fiquei com muita curiosidade de ler o "In the Country of Men".

Acabei de ler o livro ontem. :)

 

Panos Karnezis e Hisham Matar.
Deste último fiquei com muita curiosidade de ler o "In the Country of Men"


Tenho por cá dois livros do senhor Panos e também esse "In the country of men", que ainda não li. Do Panos li "Pequenas Grandes Infâmias", de que gostei bastante, mas libertei-o no famoso piquenique de 10 de Junho de 2006:
http://www.bookcrossing.com/---/2762176
http://www.cavalodeferro.com/index.php?...

Por agora, só cá tenho " A Festa de Anos" e "Labirinto".
http://www.bookcrossing.com/---/11758447/
http://www.bookcrossing.com/---/4747995/

Diz coisas e eu amando-te já com eles; um, dois ou três, os que quiseres :-)

 

Panos Karnezis e Hisham Matar.
Deste último fiquei com muita curiosidade de ler o "In the Country of Men"


Tenho por cá dois livros do senhor Panos e também esse "In the country of men", que ainda não li. Do Panos li "Pequenas Grandes Infâmias", de que gostei bastante, mas libertei-o no famoso piquenique de 10 de Junho de 2006:
http://www.bookcrossing.com/---/2762176
http://www.cavalodeferro.com/index.php?...

Por agora, só cá tenho " A Festa de Anos" e "Labirinto".
http://www.bookcrossing.com/---/11758447/
http://www.bookcrossing.com/---/4747995/

Diz coisas e eu amando-te já com eles; um, dois ou três, os que quiseres :-)


Bem... fico sem saber para onde me virar, é o que é! :)
Mas vou querer aproveitar esse "In the Country of Men" e se calhar espreitar um dos do senhor Panos; agora qual? Talvez o "Labirinto", já que tem alguma coisa da mitologia de que tanto gosto...
Obrigada moço, pá!
(tens a minha morada ou quere-la?)

 

Tenho-la! :-)
Boa escolha. Era a que eu faria.
Seguem para a avenida do senhor pintor, brevemente.
Beijos.

 

Depois de um início no Chile, já dei um salto ao Peru, passei pelo Líbano e agora estou de regresso ao Chile.

É bom pegar num livro, sem saber bem o que esperar, e este surpreender-nos de todas as maneiras.

 

wingNakipawing 3 yrs ago
A ler o
The World According to Garp de John Irving, uma agradável surpresa para já.

 

"Que importa a fúria do mar" da Ana Margarida de Carvalho (mais um finalista do prémio Leya de 2012 e o vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE em 2014).
http://www.publico.pt/---/romance-de-estreia-de-ana-margarida-de-carvalho-ganha-grande-premio-da-ape-1675405

Estou a mais de meio e a gostar imenso.
A história não é contada de forma linear nem directa. Na verdade, o narrador e as personagens fartam-se de divagar, mas apesar disso, até agora, não achei que houvesse uma palavra a mais...
Acho que é um livro que merece ser divulgado e também gostava de "ouvir" a vossa opinião, por isso vai sair em bookring daqui a uns dias. Fiquem atentos :)

 

"Que importa a fúria do mar" da Ana Margarida de Carvalho (mais um finalista do prémio Leya de 2012 e o vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE em 2014).
http://www.publico.pt/---/romance-de-estreia-de-ana-margarida-de-carvalho-ganha-grande-premio-da-ape-1675405
..
Acho que é um livro que merece ser divulgado e também gostava de "ouvir" a vossa opinião, por isso vai sair em bookring daqui a uns dias. Fiquem atentos :)


Começa por me considerar inscrito. Gostei imenso do tema e do teu comentario. E a minha falha na literatura portuguesa actual precisa ser colmatada. :)

 

Estou a gostar mas está a ir lento, no entanto parece-me que estou agora a entrar na parte mais interessante :)

 

Emprestado pela queridíssima conto.

Comecei ontem e já vou a meio. É um livro que me está a causar uma certa estranheza, mas estou a gostar imenso, há algum tempo que não lia sobre uma distopia tão clara.

 

;)

(spreading the word, hehehhh)

 

Quase a acabar foi uma agradável surpresa.
Andava lá por casa há meses porque veio num lote tipo compre um e leve meia-dúzia...
Li-o e é giro porque tem vários narradores e narradores para todos os gostos: além de Dona Stella, o marido, as amantes do marido, os "que sabem" e o filho bastardo do marido são algumas das personagens que nos conduzem pelo íntimo de uma mulher que não se perdoa a si própria e de um génio ansioso e desequilibrado.

Está disponível para viajar...

 

A começar.

 

uma história estranha mas muito boa.
Agora vou pegar no Gold Coast do Elmore Leonard, com o Elmore não há que enganar é sempre bom, e por vezes excelente.

 

Um livro que me chegou num rabck do kizmiaz. Uma novela dos anos 30,de um mestre da escrita como John O'Hara ( de quem ja li Butterfield 8, trazido para o cinema com Elizabeth Taylor). Curioso que o titulo é igual a um livro de Sommerset Maugham ( pois Samarra é uma cidade do Oriente) e que se baseia numa lenda oriental ( que podem conhecer aqui http://warj.med.br/memo/samarra.asp).

O'Hara é um mestre do enredo e se fosse escrito hoje decerto seria um enorme sucesso!
Uma historia aparentemente banal, numa pequena cidade provinciana do Massachussets, mas com suspense inteligente, um indefinivel misterio no enredo e personagens originais, cujo pensamentos mais intimos sao descritos com argucia e que me sugerem um pouco de Fitzgerald, um pouco de Kafka. Estive sempre a espera de ver quem seria , nas personagens femininas da cidade de Gibbsville, a mulher fatal do conto oriental( Caroline talvez? Ou Helene?) . . Gostei!

 

Ainda bem que gostaste.

 

de Minette Walters.

 

ladylouve 3 yrs ago
O Zahir
Recebido num RABCK surpresa.

O autor é Paulo Coelho e posso dizer desde já que é um autor que me faz tremer o olho. No me gusta... Mas vou dar uma oportunidade a este livro, já que foi ofertado por um de vós :)

 

A fazer companhia ao Manuel Alegre estão agora dois tijolos valentes: Brando Mas Pouco, de Darwin Porter e Hotel Babilónia, de Cáceres Monteiro. O primeiro é uma biografia do Marlon Brando, ou deverei dizer sexografia? - enfim, digamos que não é literatura de ficar para a história; o segundo é um conjunto de reportagens do grande e saudoso CM por todo o mundo. Vai ser curioso ler muito daquele material depois dos últimos acontecimentos, das primaveras árabes, do Isis, etc..
Como se não bastasse, como presente de aniversário recebi Mean Mothers, de Peg Streep, uma autora cujo trabalho descobri via Facebook e que se revelou muito importante para a minha situação pessoal. Não resisti e comecei a lê-lo também, de maneiras que estou assoberbada...

 

um livro perturbador...

 

Decidi deixar "A medida do mundo" em banho-maria durante um tempinho e começar o Stoner. Até agora, uma leitura muito interessante, culpa da vizinha de cima :-)

 

É engraçado, embora eu não concorde com algumas ideias lá descritas.
Mas como já falta tão pouco para ter o meu modelo instalado cá em casa, decidi ler

 

É o primeiro livro que leio, desta escritora (prov. da irus). Que li numa rajada de puro prazer em mergulhar numa história.
Duas novelas se entrelaçam e de inicio parecem distantes: a novela da "razão" , algo autobiografica e aqueloutra da morte misteriosa num predio comum , que podia bem ser o meu ( a descrição do nosso viver real faz-nos sentir que estamos a ser "espreitados" pela autora). A certa altura os dois fios de história unem-se quando a narradora de "razão" é substituida pelo personagem masculino ( aliás um personagem que na minha imaginação desenvolvi um pouco mais ) que diz : " pegou-me nas duas mãos e ali ficámos de dedos ensarilhados numa cabeça de cavalo" ( o sentido desta frase não o explicito para quem ainda quiser ler este livro) . E foi aqui que as duas historias se ensarilharam: num lenço com uma cabeça de cavalo. Muito interessante !
Gostei da personagem feminina, a que decidiu que todos os dias seriam dela, ate o ultimo. Gostei da força das palavras e das personagens. Gostei do sentido de humor, meio cheio de ternura, meio satirico, duro ate nalguns momentos.
Propunha a continuação desta historia, talvez ate uma novela televisiva.
Um abraço de contente á sua autora.

 

Fico feliz por teres gostado. Muito obrigada :-)

 

...de Gonçalo M. Tavares.

E ainda, aos poucos, devagarinho para ir degustando, o Rio Noir (contos de vários escritores brasileiros).

Vou começar dentro em breve o Histórias Falsas de Gonçalo M. Tavares, tb.

 

Também da senhora Atwood e também gentilmente cedido pela conto :) (obrigada!)

É um livro grande com letras muito pequenininhas, portanto acho que devo demorar bastante até o terminar... Ainda bem que não tenho nada pendente aqui do BC para ler, ou então teria de me organizar de outra maneira!

Entretanto li, durante o dia de ontem, "Alabardas", um livro póstumo de José Saramago que me deixou muito triste: estava a ser uma leitura interessantíssima e, de repente, terminou! É um livro inacabado e isso tocou-me muito, pois mais uma vez apercebi-me do quão curta é a vida das coisas...

 

Entretanto li, durante o dia de ontem, "Alabardas", um livro póstumo de José Saramago que me deixou muito triste: estava a ser uma leitura interessantíssima e, de repente, terminou! É um livro inacabado e isso tocou-me muito, pois mais uma vez apercebi-me do quão curta é a vida das coisas...


A mim faz-me muita confusão essa ideia de publicar uma obra inacabada. O autor morreu, a obra ficou por finalizar, por editar, por cortar. Só intuitos comerciais, por parte dos herdeiros, podem justificar a publicação da obra. Será que o autor gostaria de a ver publicada, assim?

No caso de Saramago, ainda lhe publicaram postumamente o segundo livro que escreveu - Claraboia. Tendo ele vivido tanto tempo, certamente que teria tido oportunidade de o fazer em vida, se não o fez foi porque deve ter achado que já não se identificava com o livro.

Mas pior ainda quando outros se dispõem a terminar a obra postumamente, como é o caso da companheira de Stieg Larsson.



 

Entretanto li, durante o dia de ontem, "Alabardas", um livro póstumo de José Saramago que me deixou muito triste: estava a ser uma leitura interessantíssima e, de repente, terminou! É um livro inacabado e isso tocou-me muito, pois mais uma vez apercebi-me do quão curta é a vida das coisas...


A mim faz-me muita confusão essa ideia de publicar uma obra inacabada. O autor morreu, a obra ficou por finalizar, por editar, por cortar. Só intuitos comerciais, por parte dos herdeiros, podem justificar a publicação da obra. Será que o autor gostaria de a ver publicada, assim?

No caso de Saramago, ainda lhe publicaram postumamente o segundo livro que escreveu - Claraboia. Tendo ele vivido tanto tempo, certamente que teria tido oportunidade de o fazer em vida, se não o fez foi porque deve ter achado que já não se identificava com o livro.

Mas pior ainda quando outros se dispõem a terminar a obra postumamente, como é o caso da companheira de Stieg Larsson.




Por um lado é verdade. Por outro lado, não acredito que a Pilar esteja a aproveitar o espólio do marido para ganhar uns trocos, não me parece ser esse tipo de pessoa. Parece-me, apenas, que estão a aproveitar tudo o que podem para continuar a divulgar a obra do autor.

Eu, como fã inveterada do Saramago, quero ler todas as coisas possíveis. Então, fiquei feliz de ler este livro, mesmo incompleto. :)

 

A propósito desta vossa troca de opiniões e expectativas, deixo aqui o link para o texto sobre o 8º aniversário da Fábrica do Braço de Prata que, para além de muito interessante, a meu ver, remete também para este último projecto de livro do Saramago: http://www.bracodeprata.com/8aniversario.shtml

Entretanto li, durante o dia de ontem, "Alabardas", um livro póstumo de José Saramago que me deixou muito triste: estava a ser uma leitura interessantíssima e, de repente, terminou! É um livro inacabado e isso tocou-me muito, pois mais uma vez apercebi-me do quão curta é a vida das coisas...


A mim faz-me muita confusão essa ideia de publicar uma obra inacabada. O autor morreu, a obra ficou por finalizar, por editar, por cortar. Só intuitos comerciais, por parte dos herdeiros, podem justificar a publicação da obra. Será que o autor gostaria de a ver publicada, assim?

No caso de Saramago, ainda lhe publicaram postumamente o segundo livro que escreveu - Claraboia. Tendo ele vivido tanto tempo, certamente que teria tido oportunidade de o fazer em vida, se não o fez foi porque deve ter achado que já não se identificava com o livro.

Mas pior ainda quando outros se dispõem a terminar a obra postumamente, como é o caso da companheira de Stieg Larsson.




Por um lado é verdade. Por outro lado, não acredito que a Pilar esteja a aproveitar o espólio do marido para ganhar uns trocos, não me parece ser esse tipo de pessoa. Parece-me, apenas, que estão a aproveitar tudo o que podem para continuar a divulgar a obra do autor.

Eu, como fã inveterada do Saramago, quero ler todas as coisas possíveis. Então, fiquei feliz de ler este livro, mesmo incompleto. :)

 

Obrigada, gostei muito do artigo.

Acho que foca bem o aspecto da relevância deste livro incompleto: apesar de não estar terminado, é um tema que deve ser explorado e falado e, sobretudo, pensado. Assim, que se use a obra póstuma de Saramago para insistir que se toque no assunto.

 

recebido na Troca de Natal (obrigada avenalve!) e a gostar muito - o livro tem muita informação acerca das influências que ainda hoje perduram na linguagem (e não só) e cuja origem são os clássicos, entre elas muitas que eu desconhecia. E está a deixar-me (ainda) com mais vontade de ler uma série deles (alguns já na pilha TBR, outros não).

Quase a acabar o Entre os Dois Palácios, de Naguib Mahfouz (obrigada irus!), é um livro que realmente nos faz sentir o Cairo do início do século XX, mas apesar de saber que é esse o contexto, e que a história se desenrola à volta de uma família muçulmana conservadora, torna-se muitas vezes difícil conter a irritação perante a tirania e hipocrisia do personagem principal (rigoroso e sisudo em casa, boémio e libertino fora dela) e a passividade e resignação daquelas mulheres!

Estou também mesmo a terminar o Diamantes de Sangue: Corrupção e Tortura em Angola, de Rafael Marques. Muito impressionada com os factos relatados, mas um bocado desapontada com o formato de relatório da maior parte do livro.

 

Panait Istrati, foi escritor romeno que escreveu em francês.Filho de uma lavadeira e de um contrabandista, teve uma vida de aventuras e viagens. É sobretudo um narrador de historias, todas com base na sua experiencia.

Esta e a historia de dois irmãos, Dragomir e Kyra, que apos uma infancia de mimos, se v~em sós e perdidos nos balcãs do tempo Otomano, viajando pela Siria, Grecia, Turquia, Libano, Egipto, num painel de gentes e culturas, ao estilo das 1001 noites.
Cito do livro ( o último conselho que sua mae lhes dá):

"...Tu, Kyra,se não sentes vocação para viver na virtude,.., não sejas uma virtuosa contrariada e seca, não faças troça do Senhor e sê como Ele te fez: doida ou mesmo debochada, mas debochada a que não falte um coração! É melhor assim. E tu, Dragomir, se não podes ser um homem virtuoso,.., podes ate ser ladrão, se ladrão fores de boa alma; porque se nao fores como és, serás como homem sem alma e homem sem alma, meus filhos, é um morto que impede os vivos de viver ."

E como estou pelos balcãs, vou descer um pouco ate á Albânia para ler "Abril Despedaçado" de Ismail Kadare ( que agradeço à cometa 54).

 

Terminado o Entre os Dois Palácios (um livro que não foi de leitura fácil, mas que valeu muito a pena), prossigo às voltas com o Islão. Mesmo, mesmo a começar, aquela que vai ser a minha estreia com Houellebecq.

 

Estou curioso com esse livro e a tua opinião sobre ele. Li dois livros de Houellebeck : "As particulas elementares "e " La carte et le territoire "( um conjunto de retratos de personagens sociais tipicos da nossa sociedade no ocidente ). Em ambos surgem aqueles "coups de génie" que nos embaraçam um pouco mas que vão onde nao procurariamos . O tema deste Submissão parece ser adequado a este escritor.

 

Estou curioso com esse livro e a tua opinião sobre ele. Li dois dele : "As particulas elementares "e " La carte et le territoire "( um conjunto de retratos de personagens sociais tipicos da nossa sociedade no ocidente ). Em ambos surgem aqueles "coups de génie" que nos embaraçam um pouco mas que vão onde nao procurariamos . O tema deste Submissão parece ser adequado a este escritor.

Se quiseres posso emprestar quando acabar (ou até fazer um ring, se houver mais gente interessada). Como disse, estou mesmo a começar, mas o livro promete: irónico, provocativo, bem escrito, perturbadoramente plausível.

 

Se quiseres posso emprestar quando acabar (ou até fazer um ring, se houver mais gente interessada). Como disse, estou mesmo a começar, mas o livro promete: irónico, provocativo, bem escrito, perturbadoramente plausível.


Aceito a tua disponiblididade, com ou sem ring. Se fizeres ring podes colocar-me logo em primeiro. Thanks.

 

Está combinado! Se quiseres, podes ir enviando a morada, não me parece que vá demorar muito a terminá-lo...

 

Obrigado. PM a caminho. Mas podes terminar de ler com calma :)

 

Já terminei, amanhã faço a JE e já to envio.
Mais alguém se candidata?

 

Acaba de seguir viagem!

 

Obrigado . Creio que vai ser lido num ápice.

 

de Herta Muller.

 

Surgido no debate sobre" Man Booker International Prize",aceitei a sugestão da irus e a oferta de emprestimo da cometa54 para conhecer este escritor Albanes.E valeu a pena

O enredo centra-se numa tradição cultural da Albania catolica do norte (inclui parte do actual Kosovo): "O Kanoun". Uma derivação, trabalhada ao pormenor, da antiga tradição mediterranica da vendeta e que domina totalmente a vida de um povo.
Mas tambem um enredo de personagens que tocam no fundo nos nossos medos e sonhos. Algo de Shakespeare aqui, talvez mais algo de Hamlet nestas personagens.

Gjorg é um jovem que, ao ter de assassinar ritualmente outro jovem,entra num processo de intima mudança mental/emocional.Sabendo ter só um mes de vida enfrenta o dilema de viver toda a vida em um mes; sentindo que as verdades eternas da moral e da justiça eram afinal, nem morais nem justas é toda uma visao do mundo que cai subitamnete.

E depois ha uma bela historia de amor, que nasceu com um simples olhar :" Diane , a mulher citadina e casada, viu na palidez e no olhar longinquo de Gjorg as profundidades da de si mesma" Gjorg deixou-se morrer a procura desse olhar.

Uma historia de amor; outra de aprendizagem da maturidade face a dureza da vida; uma historia de critica social forte , um livro com uma personalidade muito propria. Creio que tenho vontade de avançar já para o Dossier H, tb de Ismail Kadare e tb emprestimo da cometa 54 :)

 

tão bom...

 

de Knut Hamsun, comecei ontem "desordem americana" que...


se lê...
http://www.wook.pt/---/2145171

 

Albania e Italia são mesmo ao lado uma da outra , só com o pequeno Adriático de permeio, coroado com a Signoria de Veneza.

"Uma ideia da India" , de Alberto Moravia esta a ser uma delicia. Depois conto. Mas Moravia é um dos autores que mais me encanta . Da minha lista especial.. E esta descrição surge de uma viagem a India acompanhado com.... Pier Paolo Pasolini! E esta hem?

"O Dossier H " é sugestão da cometa54 e devo antecipar que tenho aprendido imenso e estou a "devorar" e a divertir-me mesmo com esta história. Vou querer ler mais de Kadare . Percebo que tenha sido o 1º premiado do Man Booker Int Prize.

Que sorte ...

 

E Trieste a quem pertence? deu-me esta por falares da Itália e Albânia tão juntinhas.

Quando era nova (ahahahah) e podia carregar mochila e tenda ( foi no Verão de 78 ou 79 ? aiiii) fiz a viagem de comboio de Atenas a Veneza. Na primeira manhã estávamos em Tessalonike e nesse dia atravessámos a Iuguslávia, que país tão lindo!.Em Zagreb pessoas e animais entravam de cabeça pelas janelas da carruagens** :) Depois chegámos a Trieste a que se seguiu Veneza.
Já noutro comboio Veneza- Antibes. Ainda tenho na cabeça o 'slide' mental do nascer do sol, no fim da viagem. Fim dessa, porque passados uns dias voltei para Lx, sempre de comboio.
Nunca apanhei inter-rail porque calhava sempre ter mais um ano que o limite de idade do dito, azarrrr

As cenas repetem-se com pequenas variações. Como a de Zagreb voltei a ver em S. Luís do Maranhão, ligeiramente mais longe. Aí, num barco indiscritivel , dito 'iate «Avante», uma travessia para a ilha de Alcântara, onde crianças para a escola caminhavam por entre 'sobrados coloniais' arruinados, restos de azulejos portugueses por todo o lado - é património da Humanidade, mas um desgosto de conservação -. Bom, em S. Luís galinhas, porcos e as pessoas lá entravam também pelas janelas do 'iate', na maior confusão. Aquele barco parecia um circo, ajudado pelas vagas que o levantavam e depois o baixavam, fazendo tudo andar pelo ar.

Não sei que me deu: deve ser o cometa em corrida espacial.
Mas penso que foi por causa do Kadaré e do «Dossier H.»
Ò Joaquim! Não dês pistas sobre o livro, é surpreendente e vale ir descobrindo, não achas?

Ah. Da minha lista atmbém consta Moravia e também está ali esse livro, em espera.

 

Não sei que me deu: deve ser o cometa em corrida espacial.
Mas penso que foi por causa do Kadaré e do «Dossier H.»
Ò Joaquim! Não dês pistas sobre o livro, é surpreendente e vale ir descobrindo, não achas?


Um testemunho giríssimo. o teu . Olha, em 83 tb apanhei um comboio de Atenas para Veneza, com umas cabras ( verdadeiras) lá dentro. De pé e mochila (Interrail). A certa altura havia um bebe ao colo da mae que so berrava e fiz-lhe umas caretas e ele calou.se. A familia satisfeita foi-se revezando para eu ficar sentado , a calar o fedelho. Mas a certa altura ja não resultava... Bem, saco do meu livro de momento, um que é mesmo adequado á infancia , Jorge Luis Borges e suas "Ficções" :). Abro no primeiro conto ( O Jardim dos Caminhos que se Bifurcam) e começo a ler e não é que o miudo se voltou a calar ? Consegui chegar a meio quando ele.. adormeceu .

Nunca mais esqueci Borges, essa viagem, as cabras, os petiscos todos que me foram dando...tudo para calar um fedelho encardido:) Benditas "Ficções" Borgianas.

E claro que não vou revelar o segrdo do Dossier H ... mas realmente o final da história é dos mais interessantes e surpreendentes que já li!

 

Criancinhas! Eu te digo, e só apanhar-te outra vez rssss

Leituras? Posso dizer o que está acampado na cama neste momento:
- «Portugal - a Flor e a Foice», Rentes de Carvalho ;
- « Eu, na Russia e na China», Curzio Malaparte;
- «Agatha Christie - os crimes do monograma», Sophie Hannah ( a tal que foi escolhida para dar continuação à Sra do crime. Não me está a apetecer muito, curiosamente);
- «O deserto dos tártaros», Dino Buzzati - « Há nomes que as gerações vindouras não se resignarão a esquecer. Um deles é Dino Buzzati» Jorge Luís Borges dixit. Vou conhecer;
-«O herói da Torre», Hellmut Kirst

Aberto ao acaso, num conto, Ray Bradbury »Teremos sempre Paris»

Depois do «Número zero», Eco, li de Octavio Paz « Fernando Pessoa o desconhecido de si mesmo» e fiquei a conhecer Hellmut Kist , com «A noite dos generais»

Caso pra gotas?

 

Caso pra gotas?

Muitas, muitas gotas! :)
Mas adoro esse teu caos de leituras várias e múltiplas, mesmo sendo eu mais monogâmica nas minhas.

 

de Ondjaki (espero não me ter enganado a escrever o nome dele)

São contos muito curtinhos e estou a gostar imenso, dá mesmo gozo ler isto e é o tipo de livro que me faz feliz :) Depois devo pô-lo a circular, contando que haja interesse! =D

 

Ó aqui o interesse a aparecer!

 

Yay, daqui por uns dias já o devo ter terminado, pois é mesmo pequerrucho :)

 

""Porque é logico que o Joaquim qd vai ao cinema Miramar mete banga , mô! Ali com aqueles quedes branquinho , a goiabera atrevida , no seu jeitinho de cambuta. Gosta de jindungo no prato e fica ali a jiboiar pelo cine, e nem liga aos mujimbo. "" Entenderam? :-)


Gostei deste livro, que decorre na terra da minha infancia .So uma sugestão: Atenção ao uso de giria angolana. Pode dificultar o entendimento do texto...mas para isso há um glossário no fim.

Editando: a autoria do texto acima é minha imitando a giria nele utilizada. (não é um extrato do livro) . Isto por terem surgido duvidas :)

 

A fazer-me lembrar muito o Never let me go, do Ishiguro, talvez por o ter lido há pouco tempo. Não sei qual dos dois foi escrito primeiro.

 

A fazer-me lembrar muito o Never let me go, do Ishiguro, talvez por o ter lido há pouco tempo. Não sei qual dos dois foi escrito primeiro.


Foi o da Atwood

 

Entretanto terminei-o e acho que a escrita da Atwood é indubitavelmente superior, mas gostei mais do Never Let me Go, talvez pela surpresa - não sabia ao que ia, fui descobrindo aos poucos e depois, quando caí em mim, percebi que aquilo podia ser bem possível, é uma realidade da qual podemos não estar assim tão longe. Já a ficção do Handmaid's tale, pareceu-me menos verosímil, para além do facto de já saber mais ou menos do que é que o livro tratava. Fiquei com uma certa pena de não o ter lido primeiro...

 

O que mais posso dizer? Adorei e recomendo.
Agora vou continuar "A medida do mundo", que vai seguir para a Nakipa, e vou começar "A sabedoria dos mitos", ring que já ficou por aqui parado demasiado tempo. Li as primeiras linhas e promete :-)

 

E então, quebrou o enguiço ou não quebrou? Ah pois! :))

 

"A cadeira do suplício" da Kathryn Harrison.
um daqueles livros que nos falam de mundos fascinantes e culturalmente muito diferentes do nosso e, só por isso, aliciante!

 

Mesmo a começar, um livro que tinha há muitos anos na minha wishlist e recebi este ano como prenda de aniversário. E é caso para dizer que não podia vir mais a propósito.

 

(na dúvida de para onde vão). Ainda li pouco, mas estou a gostar muito da escrita, para não variar.

 

em " O Explorador do Absoluto" . As vezes nao resisto a rever os marcos da minha juventude. Monod escreveu este pequeno livro aos 94 anos de idade, após viver 70 anos no deserto do Saara. É o seu saber de experiencia feito, que me faz falta as vezes.

 

de Gabriel Magalhães. Um autor português que não conhecia e que me surpreendeu imenso. O texto é um autêntico jogo de espelhos, adorei a forma como tudo está escrito. Agora vou pegar n' "As Ausências de Deus: no Labirinto da Guerra Colonial" de António Loja.

 

"Mill on the Floss" de George Elliot

Está a ser uma seca medonha, realmente esta gente na época vitoriana era um grupo muito grunho. Mas vamos a ver, ainda estou na parte que é só crianças a portarem-se mal, acho que agora vão crescer e pode ser que comece a ficar um pouco mais interessante.

 

"Mill on the Floss" de George Elliot

realmente esta gente na época vitoriana era um grupo muito grunho.


ahahah! agora fizeste-me rir!

 

"Mill on the Floss" de George Elliot

realmente esta gente na época vitoriana era um grupo muito grunho.


ahahah! agora fizeste-me rir!

Podes cerer.
Sempre achei que esse livro era uma falha grande na minha "cultura (ou falta dela) literária" (entre muitas, muitas outras, mas pronto). Agora fico ansiosamente a aguardar o teu veredicto, a ver se o tiro da lista ou lá o mantenho para, quem sabe, um dia colmatar a falha. ;)

 

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