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Journal Entry 1 by conto on Thursday, February 10, 2011

Com este livro, Margaret Atwood, considerada a maior escritora canadiana da actualidade, viria a ganhar o maior prémio das letras de língua inglesa, o Booker Prize 2000. É um romance amargo, feito de várias histórias entrelaçadas, onde o envelhecimento, sobretudo o envelhecimento feminino, muitas vezes causador de angústia, é tema fulcral. Sinopse: Qual boneca russa, este livro apresenta uma complexa estrutura narrativa em que se interligam as recordações de Iris Chase com episódios escritos em registos tão distintos como romance ou a ficção científica. Todas as histórias se complementam, inclusivamente os recortes de imprensa e as passagens de ficção científica que se encontram no livro. É como uma collage em que cada tipo de representação é um desafio para as outras ainda que, no final, se obtenha uma imagem única. Chegada ao fim da vida, Iris Griffen começa a escrever a história secreta da sua família, evocando um mundo de prosperidade e miséria que se estende pelo período que separa as duas guerras mundiais. Mas o enigma central da história de Iris é a morte de Laura Chase, a sua irmã, também ela uma contadora de histórias. O único livro de Laura, um best-seller intitulado O Assassino Cego, narra o amor clandestino entre uma jovem de sociedade e um radical a monte. Mas como terá morrido Laura, quem é esse anarquista que habita as páginas de O Assassino Cego e qual é a relação entre a história de ficção científica, que ele conta à amante em troca de sexo, e a realidade? Quase no fim...
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Journal Entry 2 by conto at Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Monday, February 14, 2011

Esta mulher é brilhante. Com cada livro dela que leio descubro novas formas de escrever e novas formas de tratar temas já visitados; não tem um livro igual ao anterior e todos são bons, mesmo que se goste mais de uns que de outros. Neste caso, trata-se de uma história entretecida com História e com outras tantas histórias, umas mais fantásticas que outras, mas que simplesmente se vai tornando melhor e melhor à medida que se vai avançando com a leitura. Um (de entre muitos) dos aspectos de que mais gostei foi a descrição do dia-a-dia de uma idosa, com todas as limitações, constrangimentos, derrotas e pequenas vitórias que o corpo envelhecido vai ora impondo ora permitindo, temática apresentada, apesar de tudo, com uma jovialidade contagiante, quase bem-humorada. Recomendo em absoluto! E agora segue para o kizmiaz e/ou Nin-guem (para quem primeiro o agarrar, heheh).
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Journal Entry 3 by Nin-guem at Belém , Lisboa (cidade) Portugal on Wednesday, February 16, 2011
Entregue em mão. Que luxo! Vou começar a ler amanhã...
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Journal Entry 4 by Nin-guem at Belém , Lisboa (cidade) Portugal on Sunday, April 03, 2011
Faço minhas as palavras da Conto. Adjectivo: brilhante. Vou passar ao Kizmiaz.
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Journal Entry 5 by kizmiaz at Belém , Lisboa (cidade) Portugal on Wednesday, March 28, 2012
Depois de lhe dar meia dúzia de voltas fiquei parado mais ou menos a meio, vou passar à Cometa e quando ela o terminar volto a pegar-lhe.
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Journal Entry 6 by cometa54 at Setúbal, Setúbal Portugal on Thursday, April 05, 2012
Uauuu! Finalmente chegou :) Vou ler o meu segundo Atwood (fora a entrevista que cacei no Público). Um mês vai chegar com a fúria de leitura com que ando. Obrigada gentxi.
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Journal Entry 7 by cometa54 at Setúbal, Setúbal Portugal on Wednesday, April 18, 2012
O segundo que estou a ler de Atwood. Na verdade é muito curiosa a forma como escreve em registos diferentes (embora, desconfie que é mesmo só a forma; conclusões no fim). Acabei. Mas que belo livro! Rendida a Margaret Atwood. Histórias dentro de histórias, incluindo a História. Ela fala, numa entrevista, em caixinhas chinesas, pensei em matrioskas, devem ser semelhantes. Penso que o comentário sobre registos diferentes talvez não esteja exactamente muito claro... Romances completamente diferentes e neste, as camadas/histórias também diferentes umas das outras, será a minha ideia. mas depois: 'Cada um lê como quer. Não sei se a minha 'desconfiança' em relação a um fio condutor (só li «O ano do dilúvio» e este agora) não poderá estar por aqui:... « [...] Todas as histórias são sobre lobos. Todas as que vale a pena repetir, claro. Tudo o resto são baboseiras sentimentais. Todas? Claro, diz ele. Pensa nisso. Ou se está a fugir dos lobos, a lutar com os lobos, a capturar os lobos ou a domar os lobos. A ser lançado aos lobos ou a lançar outros aos lobos para que os lobos os comam em vez de nós. . A correr com a matilha de lobos. Transforman- do-se num lobo. Melhor ainda, transformando-se no chefe dos lobos. Não existem outras histórias decentes. » Preguiçosa, copiei aqui o que escrevi no fórum. Não escrevi (lá) que é muito bem escrito. Apetece devorar e, simultaneamenente, parar para reflectir. O que dizem, meninas e k. que já o leram? Obrigada conto. Com a tua insistência não desisti de ler um segundo livro de Atwood :) Obrigada Kizmiaz por teres interrompido a leitura para mo emprestares 'um estantinho'. Vai voltar para o K.
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Journal Entry 8 by kizmiaz at Belém , Lisboa (cidade) Portugal on Wednesday, May 09, 2012
está comigo outra vez, vamos ver se é desta.
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