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Journal Entry 1 by Betita on Monday, June 01, 2009
 Audrey Niffenegger estreia-se na ficção com um primeiro romance absolutamente prodigioso. Revelando uma concepção inovadora do fenómeno da viagem temporal, cria um enredo intrigante e arrebatador, que alia com magistralidade a riqueza emocional a um apurado sentido do suspense. Este livro é, antes de mais, uma celebração do poder do amor sobre a tirania inflexível do tempo. Para Henry, essa inexorabilidade assume contornos estranhamente inusitados: ele é prisioneiro do tempo, mas não como o comum dos mortais. Cronos preparou-lhe uma armadilha caprichosa que o faz viajar a seu bel-prazer, para uma data e um local inesperados, onde aparece completamente desprovido de roupa ou de outros bens materiais. A Clare, sua mulher e seu grande amor, resta o papel de Penélope, de uma Penélope eternamente reiterada a cada nova partida de Henry para onde ela não pode segui-lo. Quando Clare e Henry se encontram pela primeira vez, ela é uma jovem estudante de artes plásticas de vinte anos e ele um intrépido bibliotecário de vinte e oito. Clare já o conhecia desde os seis anos… Henry acabava de a conhecer… Estranho?! Poderia parecer, não fosse a mestria de Audrey para tecer os fios do tempo com uma espantosa clareza. Intenso e fascinante, "A Mulher do Viajante no Tempo" é um livro inesquecível pela qualidade das reflexões que provoca, pela sensibilidade com que nos retrata a luta pela sobrevivência do amor no oceano alteroso do tempo. Na orla desse oceano, perscrutando o horizonte, ficará sempre Clare, à espera de um regresso anunciado…
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Journal Entry 2 by Betita on Sunday, July 12, 2009
Um romance muito bonito onde o Amor trespassa todas as barreiras temporais. Henry e Clare conhecem-se quando ela ainda é uma criança mas ele apesar de ser um adulto, é um adulto que vem o futuro. Clare cresce com a certeza que o seu futuro será o casamento com Henry, mas quando se conhecem na altura devida apenas Clare sabe o que se irá passar e terão de ter toda a paciencia para que os acontecimentos se desenrolem a seu tempo. Vão aprecendo as mais variadas situações das quais não tempos qualquer explicação, muitas pontas vão ficando soltas ao longo da história e só na recta final as iremos perceber. Um romance maravilhoso com uma história invulgar mas que nos prende da primeira à ultima palavra, especialmente com os engraçados encontros entre Henry do presente e o seu "Eu" do futuro ou do passado e pequenos pormenores "deliciosos", que é o caso da pequena Alba ;). Um Livro muitissimo bom!
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Journal Entry 4 by Fern2005 from Parede, Lisboa (distrito) Portugal on Wednesday, July 29, 2009
É mesmo uma pilha que parece nunca ter fim! :) Mas o que vale é que o que vem daí eu sei que é bom e é mesmo para ler. Obrigada amiga querida por teres pensado em mim.
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