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Nove mil passos
by Pedro Almeida Vieira | Literature & Fiction
Registered by Pequete of Bragança, Bragança Portugal on Tuesday, March 08, 2005
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Journal Entry 1 by Pequete from Bragança, Bragança Portugal on Tuesday, March 08, 2005

This book has not been rated.

261 páginas
«Francisco d`Ollanda - um dos primeiros humanistas portugueses - toma, no século XVI, a incumbência de encontrar uma solução para a sede crónica na capital do Reino. Mas várias adversidades abortam esta tentativa. A sua morte acaba, contudo, por não ser um obstáculo a que «acompanhe» e nos relate as peripécias da construção do Aqueduto das Águas Livres, Iniciada apenas no reinado de D. João V, na primeira metade do século XVIII.
Sob a forma de espírito omnipresente e omnisciente, ele narra paralelamente - num tom intimista e humorístico - as intrigas da Corte, a libertinagem e o fausto da vida do rei, o despontar da Maçonaria eo quotidiano surrealista de uma sociedade que vacila entre as crendices e o terror à Igreja.» (texto da contra-capa)

Apresentação do livro
em 20.07.04,
no Reservatório do Museu da Água/
Mãe de Água das Amoreiras, por Artur Portela:

"O Aqueduto das Águas Livres onde estamos pode ser, no seu todo, a enorme coluna vertebral de uma memória. Da memória da obra concreta que foi, fazendo-se, o Aqueduto. Mas também da global memória de nós. De como somos. Dos materiais com que nos construímos. Da História cultural e política a que nos devemos.

É-o, no caso.

Porque Pedro Almeida Vieira, neste seu romance Nove mil passos , toma, evoca e efabuladamente narra esta grande obra de servir e de dar a beber, de matar a morte, matando a sede.

Mas também, mais largamente, nos retrata, nas fatalidades culturais - improdutivos e transitários que então, ainda, e já, éramos -, nos gestos e nas paixões e nos interesses e nas obediências confessionais e na luta que travámos para fazer e não fazer, decidir e indecidir, acelerar e adiar esta grande coisa que foi o Aqueduto das Águas Livres.

Desde antes.

Desde quando Francisco d`Ollanda propôs, na sua Da Fabrica Que Falece à Cidade de Lisboa , que se rompa da Cidade o cerco que a ela a sede pôs. Desde então até quando investimos e quase esgotámos o que pelo mar, do Brasil, trouxemos, no teatro de ver, e de poder, do Barroco, esse teatro já europeu de Estados-teatros.

O estaleiro do Aqueduto somos, assim, nós. Costas quentes de ouro transatlântico, balcão comprador de modas e de traçados virado à Europa. Entretanto a sede. O escândalo da sede. Não podia ser, não foi. Mas foi, como por este livro se vê, o cabo dos trabalhos. A guerra na paz há tão pouco conquistada.

Mas é também este romance de Pedro Almeida Vieira uma metáfora. Sendo aqui a água a vida, e a pedra a vontade. A água como espelho e como carne. A água que se bebe e se desvia e se inventa. Se trapaceia e se negoceia. Se vende e se rouba e se tributa. Água de que estes nove mil passos são estrada. A pedra de que este Aqueduto é rio. Por junto, teatro de nós, em lama, água sólida e pedra líquida.

Sendo toda a Terra a terra que se arrasa, e se desfaz, e se fura, e se mina, por baixo dela se indo, a terra que se conserta, e se transpõe, sendo ela também esse acto poético e dramático, da Engenharia. Engenharia, essa invenção, em directo, do futuro. Esse salto simultaneamente mortal e vital. Porque constrói, em larga medida descobrindo o quê e o como, e com que instrumentos, que ali mesmo, no estaleiro, à medida que constrói, concebe e fabrica. Engenharia que, nesta parabólica fábula de Pedro Almeida Vieira, empresta as mãos à Arquitectura. E vice-versa. Para fazer a paz e a guerra. E para fazer, por exemplo em Mafra, os cenários de pedra com voz de bronze que são, do lado de Deus, a sua política humana, e, do lado dos Estados, a sua política divina. Mafras e safras. E travejados festejos de rua. Coisas em que se revezavam, engenheiros militares, arquitectos de fontes e jardins e arquitectos de efémeras comemorações.

No caso, singularmente, para ir romper o cerco da sede. Para ir pôr cerco ao cerco. E passar por cima, em cantaria. Coisa de interesse tão geral que o Estado, isto é, o Rei, desconfiava, e por isso ora atribuía ora desatribuía ora suspendia ora atrasava ora tributariamente aproveitava ora pilhava. Ouvindo muitos e escolhendo, de todos, o que ele menos indesejava. Metáfora, este livro, também por tudo isto política.

Objectivo, assim, e, assim, pretexto este Aqueduto. Objectivo do engenheiro, que é Pedro Almeida Vieira e pretexto do ficcionista, que também é Pedro Almeida Vieira.

Narrado aqui, fantasticamente, pelo renascentista Francisco d`Ollanda, para além da sua vida. Sendo ele, neste livro, a voz que inventa o futuro, isto é, a voz inventada que faz, deste de nós passado, dele futuro, a crónica. Digamos que Francisco D`Ollanda - assumindo o serviço como a medida de todos os homens e de todas as obras humanas - é perspectiva cultural e moral na fundamentação da obra e na trama romanesca. Sabendo-se que foi pelo Humanismo que, desde logo, erguemos os nossos aquedutos: Setúbal, Aveiro, Elvas, Évora, Torres Vedras, Óbidos. E, como diz este livro, pelo Humanismo se intentaram os aquedutos de Coimbra e de Lisboa. Cidade que dramaticamente, estupidamente, estava cercada pela sede. À vista do Tejo que é por onde o Atlântico nos chega e nos descobre. Sendo Francisco d`Ollanda perspectiva crítica, personagem e narrador. Narrador da vontade política e a sensibilidade cultural, do arrojo e do limite, dos olhos e da barriga, dos inquisidores de Deus e dos pedreiros livres, dos conventos fáceis e das árvores voadoras.

Na dialéctica de pelo menos dois Portugais e de muitas mais paixões, e interesses. O Portugal cosmopolita, aberto, do jesuíta Padre João Baptista Carbone e o Portugal intestino do Prior de S. Nicolau, o fatalíssimo Padre João Antunes Monteiro. O Portugal do pré-iluminismo e o Portugal da Inquisição, sobre um fundo surdo de alquimia, hermética, cabalística e esoterismo. Tal como o Portugal onde, na ou para a Obra em causa, se travam de razões, de técnicas, de soluções, o arquitecto alemão João Frederico Ludovice, o italiano arquitecto Antonio Canevari, os nossos Sargento-Mor Manuel da Maia, Azevedo Fortes, o bravo Brigadeiro Silva Pais e o engenheiro militar Custódio Vieira, finalmente o húngaro Carlos Mardel. Digamos que já, circulante e por algumas vias comunitária, a Europa.

Tudo isto numa super-produção literária, com centenas e centenas de figurantes: mestres-pedreiros, alvenéis e carpinteiros, serralheiros, boieiros, peneireiros, brocadores, padres, frades, bufos, militares, cirurgiões-torturadores, labregos e mirones citadinos. Multidão de que se destaca, mulherengo, odivelense, freirático, o Rei. Esse anti-herói pomposo, paspalhão, sorna e cobrador, habilmente emboscado na etiqueta e na pragmática. Que é ele quem, e onde, e por quem, tudo e nada se faz. Uma reportagem dramática e colorida, a da vida e a do poder, num Portugal que paga a diamantes contados os versalhismos e as transferências de militares e de arquitectos italianos - não esquecendo que este romancista que é engenheiro também é jornalista.

Até ao salto maior e mais arriscado desta estrada de água, o lanço do voo de cantaria sobre o Vale de Alcântara, com a sua desmesura e o seu então escandaloso barbarismo gótico. Que reproduzirá, diz a inventiva, o pôr de mãos e de dedos em forma de coração invertido da bela Serafina, estalajadeira do Monte Santo, isto é, Monsanto, paixão do engenheiro Custódio Vieira. E que conquistará a anuência de D. João V chegando-lhe, diz a ficção, em maqueta comestível, em bolo de amêndoa. Não desarma, porém, por que nos está, digamos, na massa do sangue, a intriga. Sobretudo a do prior de S. Nicolau. Até que o narrador, o nosso Francisco d`Ollanda, se cansa e directamente intervém, fazendo justiça com a ajuda de Dante Alighieri.

Romance assim histórico.

Não um museu de papel superficialmente dramatizado, não uma reconstituição animada por um fio de intriga, não um cortejo de pitorescos e de anedotas, não uma pré-telenovela. Nem o cenário de um século nem o telão de uma época. Mas um romance ele mesmo, na - cá está ela outra vez - arquitectura romanesca, no respiro cultural e social. Na inventiva, na descoberta, na surpresa, na emoção, no riso e nas lágrimas, a par e passo da sua construção, do seu desenvolvimento, do seu ritmo e da sua linguagem.

Na sua paradoxal datada intemporalidade.

Duas obras barrocamente, e não apenas barrocamente, nos dizem: o Aqueduto das Águas Livres e o Real Convento de Mafra. O serviço e o aparato. Duas obras que projectam dois Portugais: o do homem concreto e medida de si e do mundo e o homem esmagado pelo teatro dramático e operático de Deus e do Seu delegado poder no Fidelíssimo Magnânimo. O Portugal da demanda humanística e o Portugal do Barroco. O Portugal da Nação e o Portugal do Estado. Tão decisivamente expressivas as obras, o Aqueduto e o Convento de Mafra que - pudera não! - já têm romances. Cada uma o seu. Sendo este, cujo lançamento nos junta, hoje, aqui, evidentemente um deles. Duas falsas - e ainda bem que falsas - monografias ficcionadas. Porque não é somente, nem sobretudo, de agigantadas obras que tratam. Sequer do nosso século XVIII e das suas setecentas e cinquenta mil famílias. Mas de Portugal e dos Portugueses. E, assim sendo, da natureza humana, como toda a grande ficção. Falo, naturalmente, do Memorial do Convento , de José Saramago, e do Nove Mil Passos , de Pedro Almeida Vieira."



 


Journal Entry 2 by Pequete from Bragança, Bragança Portugal on Tuesday, March 15, 2005

This book has not been rated.

Apesar de ter sido prenda de Natal, ainda não o consegui ler, por isso decidi fazer um BookRing, para ver se com a “pressão” de o enviar em viagem, me despacho a lê-lo. E os inscritos são:

cristina-m (Lx)
Virgulina (Lx)
fungaga (Lx)
Winkiemoon (Porto)
PreciousArwen (Setúbal)
Semilha (Funchal)
goda (Lx)
moranguinho (Lx)
nympha (Almada)
corvoaudaz (Lx) ----------- está aqui
Mishka-bookworm (Albufeira)
eu-lene (Porto)
BookHaven (Porto)

Kapalika
nninoca 


Journal Entry 3 by Pequete from Bragança, Bragança Portugal on Monday, March 21, 2005

7 out of 10

Acabei! E gostei, mas confesso que estava à espera de gostar mais. É que a história é toda contada na terceira pessoa e faltam os diálogos e mais um não sei o quê para que a história nos prenda mais... Mas ficou a vontade de visitar o Aqueduto por dentro e mais uma série de palácios e quintas descritos no livro. Vai seguir rapidamente viagem para iniciar o BookRing na própria cidade do aqueduto. 


Journal Entry 4 by Pequete at Bookring in Bookring, A Bookring -- Controlled Releases on Tuesday, March 22, 2005

This book has not been rated.

Released 9 yrs ago (3/22/2005 UTC) at Bookring in Bookring, A Bookring -- Controlled Releases

WILD RELEASE NOTES:

RELEASE NOTES:

Saiu esta manhã rumo a Lisboa, para as mãos da cristina-m. Espero que gostes! 


Journal Entry 5 by cristina-m on Monday, March 28, 2005

This book has not been rated.

Chegou hoje e vou começar a lê-lo para não empatar o ring. Obrigada, Pequete :)

Editada (05/04/05) para acrescentar que não me está a ser uma leitura fácil. Talvez me tenha apanhado num momento desadequado. Vou mais ou menos a meio do livro, mas não consigo "entrar" em pleno nele. Darei mais notícias em breve :)
 


Journal Entry 6 by cristina-m on Wednesday, April 20, 2005

7 out of 10

Acabei de o ler ontem e, depois de um começo algo complicado, posso dizer que gostei muito do livro. Apesar de a leitura não ser daquelas que nos envolvem do princípio ao fim. Como disse a Pequete, falta-lhe um "não sei quê"...

Foi entregue hoje em mão à Virgulina no meet-up semanal do BC Lisboa.

Obrigada à Pequete e boa leitura para a Virgulina! 


Journal Entry 7 by usedtobe on Wednesday, April 20, 2005

This book has not been rated.

Obrigada cristina-m por me passares o livro! Prometo não demorar muito a lê-lo! :o) 


Journal Entry 8 by usedtobe on Friday, May 27, 2005

1 out of 10

Não gostei deste livro, nem sequer o cheguei a acabar! Tenho lido tantos e tão bons romances históricos que comecei a ficar muito esquisita. Aliás, no meu ponto de vista, este livro nem deveria ser considerado um romance histórico, não parece ter uma história, parece mais uma colecção de ideias e factos desorganizados. No início comecei a ficar cansada com a colecção de nomes e datas que o autor nos atira, a quantidade de viagens que fizeram para ir medir o volume das águas. Mas será que chega a ter uma história com pés e cabeça? Desisti cedo demais? Há livros que ainda tenho a esperança que melhorem e persevero, mas com este não sei porquê, perdi a paciência e larguei-o. Não consegui mesmo! :o( 


Journal Entry 9 by fungaga from Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Friday, May 27, 2005

This book has not been rated.

Já chegou e vou começar hoje. Já li muitos artigos de jornal deste autor, tenho curiosidade. 


Journal Entry 10 by fungaga from Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Tuesday, June 14, 2005

6 out of 10

Gostei deste livro, mas não consegui que me entusiasmasse. Às vezes, parecia-me um pouco uma imitação do Saramago (ainda por cima tem muitas semelhanças com o Memorial do Convento). Mas, depois, há pormenores muito engraçados e algumas ideias mesmo boas. E tem um final feliz e isso anima sempre. De qualquer forma, achei que valeu a pena - e confesso que tenho uma costela de Campolide, que me faz gostar de tudo o que tenha a ver com o bairro... Obrigada Pequete. 


Journal Entry 11 by Winkiemoon from Porto - City, Porto Portugal on Wednesday, June 22, 2005

This book has not been rated.

Não o li.
Como vou estar com a PA vou-lhe passar o livro em mãos.
A semilha não respondeu à minha PM. 


Journal Entry 12 by CenouraDoLado from Seixal, Setúbal Portugal on Wednesday, August 03, 2005

This book has not been rated.

Já está comigo. Foi-me passado pela Winkiemoon num jantar de risota.
Não vem muito bem recomendado pelas meninas presentes que já o tinham lido (será melhor dizer 'tentado ler'?) mas mesmo assim vou dar-lhe uma hipótese.
Tem alguns à frente mas vou tentar não levar muito tempo.
Depois volto a dar notícias... 


Journal Entry 13 by CenouraDoLado from Seixal, Setúbal Portugal on Tuesday, September 27, 2005

This book has not been rated.

Não gostei tanto deste livro como desejava. Sou uma fã incondicional de romances histórios e fiquei desiludida por não ter conseguido entrar no ritmo deste livro. Confesso que lá para o meio comecei a ler na diagonal, nas partes mais arrastadas...
A escrita deste senhor é muito pouco fluida e organizada, a sua leitura é mais uma luta árdua do que um prazer mas, se calhar, sou eu que já li muitos romances históricos e espero que eles 'andem' numa certa direcção e este vai noutra.
A história é muito interessante e tinha um potencial enorme, que pena tive... Os amoques de Sua Majestade ainda me fizeram sorrir.
Um povo sem sede é um povo feliz...

Façam um favor a vocês próprios e depois de lerem este livro vão ler 'Uma aventura em Lisboa' de Isabel Alçada e Ana Mª Magalhães...

Curiosidades para quem acha piada a estas coisas:
Além do Aqueduto das Águas Livres existem, no nosso país, outros sete aquedutos. São eles: Aqueduto de S. Sebastião (Coimbra), Aqueduto da Osseira (Óbidos), Aqueduto da Fonte dos Canos (Torres Vedras), Aqueduto do Convento de Cristo (Tomar), Aqueduto do Convento (Vila do Conde), Aqueduto da Amoreira (Elvas) e o Aqueduto da Água da Prata (Évora). 


Journal Entry 14 by CenouraDoLado from Seixal, Setúbal Portugal on Tuesday, September 27, 2005

This book has not been rated.

Foto: Litografia, sem data, de Tomás da Anunciação.


Para não acharem que eu estou a desmoralizar a leitura aqui vai um bombom para ajudar a manter o interesse:


A construção do aqueduto das águas livres foi considerada pela população de Lisboa como um glorioso feito do povo, porque foi o próprio povo que pagou a obra com os seus impostos, apesar de o Rei D. João V ser muito rico.
Apesar de todas as polémicas à volta da obra, em 1748 as águas já corriam no novo aqueduto mas só em 1799, 67 anos depois do início da construção, é que a obra foi considerada totalmente acabada.
Em 1755 a cidade, com cerca de 250 mil habitantes foi arrasada por um terramoto, maremoto e muitos incêndios. Não se sabe ao certo quantas pessoas morreram. O Aqueduto, porém, resistiu intacto ao violento tremor de terra e apesar de nos dois séculos seguintes se terem construído mais condutas para trazer outras águas para Lisboa, o Aqueduto das Águas Livres funcionou até 1968. sua última missão foram alguns abastecimentos de pequena escala na região de Sintra. Actualmente já não funciona como aqueduto, mas está aberto a grupos de pessoas que queiram visitá-lo, percorrê-lo a pé e conhecer a sua história.

Mais em:
http://www.geocities.com/Athens/Atrium/2046/aqueduto.html 


Journal Entry 15 by semilha from Funchal, Madeira Portugal on Tuesday, November 01, 2005

This book has not been rated.

Chegou! Tou com muita curiosidade em relação a este livro. Mas tenho tantos para ler....mas este não pode ficar de fora.. 


Journal Entry 16 by semilha from Funchal, Madeira Portugal on Monday, January 02, 2006

This book has not been rated.

Peço desculpa pela demora mas a verdade é que não consegui entrar no livro. Vou passar ao proximo. Obrigada pela oportunidade. 


Journal Entry 17 by goda from Loures, Lisboa (distrito) Portugal on Friday, March 03, 2006

This book has not been rated.

Recebido e direitnho para a lista de TBR...volto para dar noticias :) 


Journal Entry 18 by goda from Loures, Lisboa (distrito) Portugal on Thursday, July 05, 2007

6 out of 10

Gostei do que li, da informação, critica mordaz e da maneira como o autor interliga todas as personagens...

Depois de tanto tempo (nove mil perdões... perceberam a piada??? ah ah ah) Aguardo morada da moranguinho.

goda 


Journal Entry 19 by corvoaudaz on Monday, September 10, 2007

This book has not been rated.

Chegou hoje pelo correio e a ser lido em breve 




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