O Menino de Bruges
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O Menino de Bruges
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Arvorando um ar misteriosos, Jan Van Eyck sussurrara: Pequeno, temos de saber calar-nos, principalmente quando sabemos... Quem poderia então suspeitar que, por detrás da recomendação do mestre flamengo, se escondia o Grande Segredo? Através das brumas da Flandres e da luminosidade ofuscante da Toscânia, uma criança vai confrontar-se com uma tenebrosa conspiração. Um mundo oculto, cheio de trevas, que terá de enfrentar com a inocência por única arma. Porque querem a sua morte? Que sabe ele que nunca deveria ter sabido? Por que razão pintores de génio, aprendizes, ourives, pensadores e arquitectos são perseguidos por assassínos invisíveis? Quais são os misteriosos laços que os ligam entre si e os empurram gradualmente para a beira do abismo? São estas as perguntas a que o menino de Bruges deverá tentar responder se não quiser, também ele, desaparecer na noite... |
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A primeira informação segura a respeito da vida de Jan van Eyck foi sua nomeação como pintor oficial de João da Baviera, conde de Holanda, em 1422. Três anos mais tarde entrou para o serviço do duque de Borgonha, Felipe o Bom, para quem realizou várias missões diplomáticas secretas na Espanha e em Portugal. As únicas obras conservadas de Van Eyck correspondem à última década de sua vida. A mais antiga e conhecida é o políptico "A adoração do Cordeiro místico" (1432) da Igreja de São Bavo, em Gand, retábulo complexo que despertou controvérsias por causa da inscrição que atribui sua realização ao suposto irmão de Jan, Hubert van Eyck. Embora documentos atestem a existência de Hubert van Eyck, a sua intervenção na obra e a relação familiar com Jan permanecem polémicas. O políptico ou retábulo de Gand (clica na imagem para ampliar), de qualquer modo, revela o naturalismo de Jan van Eyck, talvez influenciado pelo estilo de Robert Campin, e a tendência a introduzir na pintura elementos religiosos simbólicos de difícil interpretação. O apogeu da arte de Jan van Eyck ocorreu com obras posteriores, como "Retrato de um jovem" (1432), "O casamento de Giovanni Arnolfini e Giovanna Cenami" (1434), "Madona do cónego Van der Paele" (1434-1436) e "Madona na fonte" (1439). Jan van Eyck morreu em Bruges, em julho de 1441. |
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*Elsita (Almada) R *tho (Lisboa) R *mady (Lisboa) R *fflloorr (Lisboa) R *Xana (Lisboa) R *Virgulina (Loures) R *Xeyra (Palmela) R *Moimeme (Tasmânia) R *micazy (Costa da Caparica) R *gata (Fiqueira da Foz) R *Witchie (Espinho) *Winkiemoon (Porto) *Maria-Nunes (Lisboa) *Sossap (Lisboa) *Loca-Bandoca (Setúbal) *Snowshoee (Montijo) *kittycatss (Ovar) e só então lançarei o ring oficialmente e começarei a receber inscrições 'à séria'. O pequenito marcador que fiz para acompanhar o livro não ficou bem como eu queria mas, enfim... dá para enquadrar melhor a importância do pintor. Espero que gostem. |
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É um livro engraçado, mas para mim só começou a entrar em velocidade cruzeiro depois do Fernando Duarte ter explicado ao Jan quem era e o que fazia em Burges. Gostava de acompanhar um pouco mais a vida destes dois em Lisboa, aposto que Jan estava na caravela do Pedro Álvares Cabral quando ele descobriu o Brasil... assim para o velhote, mas ainda com energia! (A foto é de Antonello da Messina) |
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Adorei o marcador, PA, ajuda imenso para quem está a ler este livro :-) Hummm, para quem passarei a seguir ??? (foto: "O casamento de Arnolfini") |
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Gostei bastante do livro, o Jan era mesmo um miúdo valente...a conspiração pareceu-me um bocadinho rebuscada demais, mas foi interessante o modo como pretendiam dizimar a população de uma cidade... A ler livrinhos destes fico cheia de vontade de visitar Florença, Veneza e, agora, a Flandres... *suspiro* |
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Enfim, no ínicio confesso que o livro não me estava a atrair muito. Não me agarrou logo nos primeiros capítulos e estive tentada a pô-lo de parte (tinha tantos livros para ler que estar a insisir num que não me estava a dizer nada em especial não seria uma idea tão fabulosa assim). No entanto, continuei a ler mais uns capítulos e acabei por me envolver na história a partir do moment Van Eyck morreu e Jan fugiu de casa, encontrando o português. A leitura ficou mais interessante desde essa altura, ganhando uma certa urgência, um certo fio condutor, e acabei por gostar bastante do livro. Fiquei contente de ter insistido, ainda por cima porque havia gostado imenso de um outro livro deste autor que lera (O Livro de Safira) e não queria desistir da leitura deste sem dar luta. Claro, sendo muito pouco entendida em arte e nesta época em particular, a maioria das conversas entre pintores no ínicio pareceram-me algo pretensiosas e, por vezes, confusas, por isso é que talvez só tenha começado a apreciar mais o livro quando a "aventura" e a "corrida contra o tempo" começou. Mas isso sou eu, que tenho gostos mais simples. :o) Obrigado por me teres dado a oportunidade de ler este livro, PA. Vou tentar passá-lo brevemente. Se houver mais pessoas que aches estarem interessadas neste livro, diz qualquer coisa. Se não conseguir passá-lo em mão, vou ver se peço a morada a alguém da lista para fazer este bookring não oficial seguir caminho. |
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a avaliar pelos anteriores, vou gostar muito ;) obrigada!! 13 de janeiro 2007 começo hoje a leitura - e estou muito curiosa ;)
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obrigada, PA!!! segue viagem.
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