Vinte anos e um dia
|
Vinte anos e um dia
Buy from one of these Booksellers:
|
||||||||||||||||||||||
This Book is Currently in the Wild!
1 journaler for this copy...
|
«Vinte anos e um dia: o tempo de prisão a que eram sentenciados os prisioneiros políticos em Espanha; os anos que passaram entre o pronunciamento de Franco e as primeiras manifestações de resistência contra o Caudilho. Quismondo, Toledo, 18 de Julho de 1956. Na sua herdade La Maestranza, vinte anos depois de ter estalado a guerra civil, os Avendaño decidem realizar pela última vez a cerimónia expiatória em que, ritualmente, cada ano, reproduzem a execução do irmão mais novo às mãos dos camponeses revoltados. Entre os convidados, encontram-se um hispanista norte-americano, intrigado por tão estranho costume, e um comissário da polícia política empenhado em encontrar um tal Federico Sanchez, agente comunista. Embora por motivos diferentes, ambos compartem o mesmo interesse pela história recente da família, sobretudo pelas relações secretas de Mercedes Pombo, a belíssima e enigmática viúva.» Prémio José Manuel Lara Hernández para o melhor romance espanhol de 2003. |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Assinado: Vinte anos e um dia Involuntariamente «released in the wild» O livro "Vinte anos e um dia", que estava a iniciar um bookring (o meu primeiro bookring...), decidiu de vontade própria lançar-se ao vento. Não me parece que tenha sido fuga, nem suicídio, nem decisão súbita de emigrar. O que penso que aconteceu é que, em plena euforia bookcrosser, o livrito decidiu libertar-se das teias estreitas dos ring e lançar-se na aventura do desconhecido. Outra hipótese, mais prosaica mas, quanto a mim, menos provável, será que o envelope estava mal colado. Ou ainda outra, a hipótese mais conspirativa, que o verificador postal se intrigou com o livro e resolveu retê-lo para uma verificação mais prolongada. Bom, o que aconteceu é que o envelope viajou até à Trofa onde chegou ao centro de distribuição postal... vazio! Este centro devolveu-o ao congénere de Lisboa, onde o funcionário solícito quis dar-me a má notícia de viva voz. Enviou-me um cartão para casa onde pedia que o contactasse para "tratar de uma correspondência por si (mim) enviada". As desculpas foram mil e eu tentei-me a perdoar-lhe (ele tinha uma voz muito simpática e estava realmente consternado). No fim, comunicou-me que me iriam enviar para casa o envelope vazio. Nesta altura eu já estava comovida: a voz condoída fazia com que as desculpas parecessem pêsames e a expressão "envelope vazio" sugeria as cinzas do falecido... Ainda lhe sugeri que prescindia do envelope, mas respondeu-me com alguma indignação e muito profissionalismo: "minha senhora, como deverá entender, nós não podemos reter este objecto!!" E não seria um lindo fim para esta história se aparecesse um registo do livro no BC? Sabe-se lá... :) E agora? Vou arranjar outra cópia e reiniciar o bookring, desta vez com o envelope bem colado! *** HAPPY END: O livro foi oficialmente declarado RELEASED IN THE WILD *** |
|
|
|
|
Released 7 yrs ago (3/8/2005 UTC) at WILD RELEASE NOTES:
|
|
|
|



















