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Journal Entry 1 by Fantasma from Carnaxide, Lisboa (distrito) Portugal on Monday, February 23, 2004

"Na noite de 21 de Setembro de 1994, um velhote simpático, poeta amador e observador de pássaros, é apanhado numa terrível armadilha. Kurt Wallander, o inspector de polícia local, encontra-o, mais tarde, morto, perfurado por afiadas estacas de bambu. Pouco tempo depois, é encontrado num bosque o corpo de um florista aficionado pelo cultivo de orquídeas. Haverá alguma ligação entre dois homens, aparentemente inocentes e com hobbies tão respeitáveis? Quem os poderia odiar ao ponto de os torturar sadicamente até à morte? Wallander e a sua equipa depressa se apercebem de que têm de enfrentar um assassino escrupulosamente bem preparado e com uma inteligência temível, que deixa transparecer um sanguinário desejo de vingança. E quando a polícia crê estar na pista certa, eis que ocorre um novo assassinato. Este romance aborda a violência e a crueldade de um mundo que muda demasiado depressa, em que o sistema judicial parece já não ser suficientemente eficiente para deter os criminosos. É uma história que se caracteriza pela sordidez e que leva o leitor a sentir-se totalmente embrenhado na investigação. Ao longo da narrativa, vamo-nos deparando com uma inesperada moralidade capaz de entender as motivações do assassino. Henning Mankell revela, através de uma narrativa tão gélida quanto obscura, porque é considerado um dos mais talentosos autores de romances policiais, um verdadeiro autor de culto. «A Quinta Mulher» é um dos mais aclamados romances de Mankell, autor do já publicado, nesta colecção, «Assassino Sem Rosto». Traduzido para mais de 25 línguas, já é considerado um bestseller mundial, tendo recebido em 1999, na Alemanha, o 'German Crime Prize' e o 'Book of The Year Award', e permaneceu no top livros alemão, encabeçando a lista, durante 40 semanas consecutivas." (presença.pt)
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Journal Entry 2 by Fantasma from Carnaxide, Lisboa (distrito) Portugal on Thursday, October 18, 2007
Tinha este livro na prateleira para ler já nem sei há quanto tempo, mas uns 4 anos talvez (pré BC), era sempre ultrapassado por outros que me iam chamando a atenção. Agora resolvi finalmente pegar nele e quase 2 semanas depois posso finalmente largá-lo! É daqueles que não se perdia absolutamente nada se nunca tivesse saído da estante... Para mim um bom policial/thriller não é nada do que este livro se mostrou. Mais de 500 páginas em que a grande maioria são divagações (principalmente da personagem principal, Wallander) e o que se vai passando nunca puxa muito pelo nosso interesse. Ainda se nos preocupássemos com algum personagem, mas nem isso, estava-me completamente nas tintas para o que lhes acontecia. Desde o início que sabemos que é o assassino, embora não se saiba o nome e os verdadeiros motivos para fazer o que faz, mas quando chegamos ao final e à conclusão, não há pontos de interesse. Um anti-climax que torna ainda mais aborrecido o desperdício de tempo para as 400 e muitas páginas que ficaram para trás. Irritou-me tremendamente Wallander estar sempre a pensar que "humm, há aqui qualquer coisa que eu devia reparar mas não sei o que é", "houve um pormenor que me escapou, que seria?", "isto faz-me lembrar outra coisa, mas não me lembro o que é". Apre! Também não ajuda quando já não estamos a gostar nada de um livro ler a certa altura que estão a descrever uma suspeita como sendo bastante alta, de cabelo curto, olhos azuis, etc. E umas poucas páginas à frente estarem a falar com uma testemunha e a perguntar: "não se lembrou de mais nada sobre ela? a cor dos olhos, por exemplo?" ?!?!?!?!?!?! Definitivamente não é um autor que volte a ler.
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