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Journal Entry 1 by Phoebus-Lazurd from Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Saturday, November 29, 2003
 Um diálogo intercalado a duas vozes: a mãe Luísa e o filho Diogo que vai descobrindo sofridamente a sua (homos)sexualidade. As ambivalências e o sofrimento causado por esta descoberta são deveras dolorosas até para o próprio leitor. Não são menos dolorosas para a mãe criada no mito da família heterossexual e que deseja ter netos daquele filho. Adolescência, sexo masculino e homossexualidade são factores muito fortes e frequentes em casos de suicídio. Estes casos estão quase no topo das estatísticas dos suicídios e das tentativas de suicídio. Penso que será também para isso que o autor tenta alertar. A leitura deste livro poderá ajudar a compreender o sofrimento do coming-out e também o sofrimento dos familiares mais próximos. Diogo (o filho) e Luísa (a mãe) introduzem-nos no seu mundo muito próprio através de uma permuta de confidências para a qual, enquanto leitores, somos solicitados. Diogo nasce. Diogo cresce. Luísa observa-o, em permanente sobressalto. Diogo é diferente. Nas atitudes, nos gostos, na sensibilidade, nas amizades que procura. Sente-se perdido. Não pertence a nenhum lugar. Não se «identifica». Luísa apercebe-se do sofrimento e dos permanentes conflitos íntimos do filho. Mas tem relutância em admitir aquilo que, afinal, sabe. Sempre soube. O instinto de protecção que desenvolve cada vez com mais intensidade resulta num mundo a dois, isolado do restante núcleo familiar. Um mundo que ambos partilham e percorrem numa autêntica via dolorosa. No diálogo franco e livre que sempre mantiveram, só tardiamente as palavras cruamente descodificadoras de tanta amargura aconteceram (Mãe, sou homossexual). Diogo, que fazer quando nos sentimos diferentes? Luísa, como gerir a tua frustração, a dor infinita que te consome ao tomares consciência de que este filho tão amado não te dará nunca os netos que adorarias ter, e que cultural e socialmente sabes representarem o paradigma da continuidade da família? Será suficiente a tua quase inesgotável capacidade de compreensão, de paciência, de amor? Ler estas páginas é apreender uma experiência duríssima. É reflectir profundamente sobre "o outro". Porque ser diferente não é uma questão de escolha. Vagabundos de Nós aborda o que de melhor e de pior há em cada ser humano, deixando em aberto as pistas para a problemática da condição de não haver escolha. Basta, com a humildade que dignifica, querer seguir essas pistas. Retirado daqui
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Journal Entry 2 by Phoebus-Lazurd from Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Monday, February 23, 2004

1- Di78 2- MSO 3- mattellaca 4- minabomb 5- jneves 6- ESofista 7- celiaak Agradeço que façam uma Journal entry sempre que receberem o livro, mesmo que ainda não o tenham lido.
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Journal Entry 3 by Di78 from Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Wednesday, March 31, 2004
Recebi-o no último encontro no Saldanha, mas só hoje tive oportunidade de o registar. Está na minha pilha dos TBR... tentarei ser breve. 04/04/04 Comecei a lê-lo ontem à noite e já vou a meio... em breve passo-o ao MSO.
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Journal Entry 4 by Di78 from Lisboa - City, Lisboa (cidade) Portugal on Friday, April 16, 2004
É um diálogo impressionante e que nos prende a atenção. Foi um daqueles livro que não conseguia parar de ler. Gostei muito e consegui ir ver a peça de teatro que adorei!
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Journal Entry 5 by Di78 at on Monday, April 26, 2004
Released on Monday, April 26, 2004 at atrium saldanha in Lisboa, Lisboa - Atrium Saldanha Portugal. Vai seguir para a próxima pessoa deste Bring, MSO.
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Journal Entry 6 by MSO on Monday, April 26, 2004
Chegou-me hoje as mãos e já o começei a ler
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Journal Entry 7 by mattellaca from Águeda, Aveiro Portugal on Monday, December 13, 2004
Chegou pelos CTT.
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Journal Entry 8 by mattellaca from Águeda, Aveiro Portugal on Wednesday, December 29, 2004
Foi o primeiro livro do Daniel Sampaio que li. Li-o em duas noites, pois não conseguia parár de ler. Mexeu bastante comigo, pois também sou mãe e há emoções e situações ali descritas sob o ponto de vista da mãe que, penso, que todas as mães realmente já passaram por elas... Gostei bastante, mostra, ia a escrever, duas, mas se calhar, é mais correcto, três ou quatro perspectivas do modo de encarar e de lidar com a homossexualidade: a do filho, a da mãe, a do pai e a da própria sociedade! Obrigada pelo excelente bookring Phoebus-Lazurd! Vai seguir para a Minabomd logo que tenha a morada.
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Journal Entry 9 by mattellaca from Águeda, Aveiro Portugal on Tuesday, January 11, 2005
Seguiu hoje para a Minabomb.
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Journal Entry 10 by minabomb from Estoril, Lisboa (distrito) Portugal on Wednesday, January 12, 2005
recebi-o hoje...obrigado Phoebus e mattellaca...vou lê-lo muito em breve, cerca de duas semanas e deve estar despachado.. depois dou a minha opinião
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Journal Entry 11 by minabomb from Estoril, Lisboa (distrito) Portugal on Saturday, January 22, 2005
já acabei de ler e vou mandar para o jneves assim que possível embora tenha achado o livro interessante, não me agradou por aí além, para alguém que é tão liberal quanto eu acerca da homossexualidade...às vezes dava muita raiva..mas, continua a ser um retrato da sociedade actual e dos estereotipos que existem....o livro é muito estereotiapado... mas, acho bom...porque assim pode ajudar certas pessoas a encarar este tema com mais naturalidade, e por isso aconselho...
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Journal Entry 12 by jneves on Saturday, March 12, 2005
Chegou à minha caixa do correio em dias de loucos há quase um mês atrás. Finalmente lida esta conversa à posteriori onde mãe e filho se encontram (ao outro e a si).
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Journal Entry 13 by ESofista from Braga, Braga Portugal on Friday, March 18, 2005
Já está comigo. Já estou a ler! Quando acabar digo alguma coisa...
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Journal Entry 14 by ESofista from Braga, Braga Portugal on Wednesday, March 30, 2005
Depois de começar a ler não consegui mais parar... É um livro que se lê muito bem! Concordo que está demasiado estereotipado... o que mais me impressionou nem foram propriamente os problemas do Diogo mas sim a mãe do Diogo, a sua depêndencia excessiva do filho mais velho. Os dois formam uma simbiose doentia, e depois o aparente desinteresse da máe pelo filho mais novo, o Ricardo. Foi uma leitura agradável e fez-me consciençalizar mais dos problemas e dificuldades com que uma pessoa de depara quando descobre que é gay nesta sociedade preconceituosa e mesquinha que é a nossa!
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