corner corner Março, marçagão, manhãs com cara de cão. E à tarde, o que se lê então?

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Março, marçagão, manhãs com cara de cão. E à tarde, o que se lê então?

Eu comecei o mês com A porta, de Magda Szabó.
Ainda meio dividida, sem opinião formada.

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Eu comecei o mês com A porta, de Magda Szabó.
Ainda meio dividida, sem opinião formada.
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Um empréstimo de vossemecê. Vou mais ou menos a dois terços e a achar, tal como me aconteceu com A Vida de Pi, de uma estranheza que se entranha.

Também achei curiosas as primeiras impressões de Tomás, à chegada a Trás-os-Montes, por coincidirem tanto com as minhas, quando aqui estive pela primeira vez, já lá vão mais de 30 anos:

"(...) àquela terra estéril, demasiado baixa para ser alpina mas demasiado elevada para se tornar fértil e útil, foi atribuído um título grandioso. Todavia, não há montanhas nas Altas Montanhas de Portugal. Nada mais há para além de meros montes, não é nada trás-os-montes. É um extenso planalto ondulante, quase sem árvores, fria, seca e descolorada por um sol límpido e impassível."

"As noites são de um frio que ele desconhecia existir em Portugal."

"(...) reconhece uma beleza formal naquela paisagem. Normalmente tem menos a ver com a geografia e mais com o tempo e o jogo de luz."
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Um épico do século XIX brasileiro, por Euclydes da Cunha.

Estou a achar simplesmente fabuloso!
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Um épico do século XIX brasileiro, por Euclydes da Cunha.

Estou a achar simplesmente fabuloso!



tenho-o aqui há que tempos...ainda não lhe peguei... aguardo a tua opinião

http://noticias.universia.com.br/---/7-livros-euclides-da-cunha-download-gratis.html
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com o subtítulo "Behind the Myth of the Scandinavian Utopia", de Michael Booth. Quem me conhece sabe da minha paixão por essa zona do Globo, sobretudo pela Finlândia. Michael Booth é um britânico casado com uma dinamarquesa e fala da sua experiência de vida nesses países. É uma visão pessoal, como é óbvio, mas que vai acrescentando cartas ao meu baralho.

Vou intercalando com "A Wrinkle in Time", um Bring do k., e com horas de estudos sobre outras coisas. É o caos e a loucura total!
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Ainda li "O palácio do príncipe sapo", de Jostein Gaarder, e "Ulisses", de Maria Alberta Menéres, acompanhado pela minha filha mais nova. Estas leituras com ela são muito fixes :-)
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a desesperar com a profusão de "devia de ser"...
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a desesperar com a profusão de "devia de ser"...

A sério? Ainda não o li, mas já estou com comichões. Se fosse de um autor estrangeiro, já estava o tradutor a levar na cabeça...
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A sério... Ao fim dos primeiros (depois deixei de contar, eram muitos), espantei-me no Goodreads, e na minha inocência, achei que, embora inaceitável, era gralha. Esclareceram-me que é uma expressão recorrente nos livros mais recentes do Saramago. E que até já é aceite como correcta em alguns dicionários (por coincidência ou não, posteriores aos ditos livros):
https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/---/4260
Embora continue a haver quem discorde:
http://linguamodadoisec.blogspot.pt/---/como-deve-de-ser-ou-como-deve-ser.html
A mim, francamente, usar o Camões como exemplo, parece-me o cúmulo. Por essa ordem de ideias, vamos todos falar português antigo...
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Tem-me roubado muitas horas de sono, porque os capítulos são pequenos, e eu vou lendo 'só mais um, só mais um' até serem 4 da manhã, como aconteceu esta noite. Bom sinal para o livro, péssimo para a minha produtividade...
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A propósito de uma visita recente a Florença, decidi ler "Inferno" de Dan Brown, mas confesso que estou a demorar bem mais do que estava inicialmente à espera (comparando, por exemplo, com "O Código da Vinci" e "Anjos e Demónios", os outros dois livros que li do autor). Sinceramente, este não me está a convencer assim muito. Seja-se contra ou a favor deste "tipo" de literatura, a verdade é que o livro está escrito de uma forma muito clara, com descrições facilmente inteligíveis, mas estou a achá-lo um pouco aborrecido, pois ao fim de tantas páginas, está difícil que aconteça realmente algo de importante e motivante para continuar a leitura...
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The Triumph of Caeser do Steven Saylor. mais um livro de excelente série Roma Sub Rosa com o Gordianus.
E Passion is a Fashion: The Real Story of the Clash do Pat Gilbert. Uma biografia muito boa de uma das minhas bandas preferidas.
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Que engraçado :) The Clash, me too.
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Recebido na troca de Natal de 2016 (obrigada, avenalve!). Estou mesmo no início, mas já conquistada pela forma deliciosa que o autor usa para contar as memórias de um menino no Brasil dos anos 40.
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Que não me entusiasmou nadinha... (sai JE já de seguida) e à noite umas meras páginas do prefácio à Bíblia do Frederico Lourenço...
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de Haruki Murakami

Um autor de que, diga-se de passagem, nem gosto muito. A verdade é que eu tenho uns primos que pensam que o facto de eu ver desenhos animados nipónicos equivale a querer ler só coisas nipónicas, sendo que me oferecem os mesmos três livros em Natais e aniversários há anos. :p Troco-os sempre por livros do mesmo autor.

Qualquer dia já li a bibliografia do Murakami só com estes primos xD xD
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de Haruki Murakami

Um autor de que, diga-se de passagem, nem gosto muito. A verdade é que eu tenho uns primos que pensam que o facto de eu ver desenhos animados nipónicos equivale a querer ler só coisas nipónicas, sendo que me oferecem os mesmos três livros em Natais e aniversários há anos. :p Troco-os sempre por livros do mesmo autor.

Qualquer dia já li a bibliografia do Murakami só com estes primos xD xD


ahahaha! ;) não tenho primos desses...mas se me oferecessem Murakami acho que os desprimava... :)
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Enquanto este pequeno livrinho passeia comigo na mochila para o enviar ao árvores, acabei por o ler. Só revela a eficácia de colocar em ring livros da TBR :) No fundo é um pequeno conto , pequeno sim mas simplesmente bonito.

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enfim, com as devidas distâncias, claro... Mas vou no 4º e 5º livros este mês, o que, para mim, é bastante:

A Rainha de Copas. O Sexo e a Evolução da Natureza Humana, de Matt Ridley - um livro de divulgação científica com informação bastante interessante (embora já não muito actual), mas que me está a irritar pela "chico-espertice" da escrita.

Rumo a Casa, Yaa Gyasi - a estreia literária de uma escritora do Gana. O tema (escravatura) não é novo, mas o livro torna-se mais interessante, pois fala não apenas da escravatura feita pelos brancos sobre os negros, mas também da que era feita pelos negros entre si, e a história cobre várias gerações e histórias familiares paralelas. Muito prometedor, até ver!
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Terminei A Porta que me deixou tão dividida no fim como estava no início: gostei da história mas nunca cheguei a gostar da personagem principal, E, no entanto, à medida que vão sendo revelados os traumas por que passou e sua incondicional generosidade, eu devia ter sentido empatia e compreensão pela sua peculiar forma de estar. E até pelo seu humor cáustico, revelado em tiradas como esta - quando a narradora lhe diz que, depois de uma palestra que vai dar à sua aldeia natal, "não devesse ter forças para ir a casa dela contar-lhe, tão cansada deveria estar.
- Cansada de quê? Cansados vão estar os infelizes que obrigaram a ir ouvi-la à casa da cultura, que já deram de comer aos animais, mungiram as vacas, limparam as camas de palha, fizeram cinco milhões de coisas que nem lhe passam pela cabeça, enquanto vocês está ali sentada e tagarela sobre tudo e e nada."

Entretanto, comecei e acabei Encontro à beira do rio, de Christopher Isherwood, que tem tiradas interessantes como esta:
"Posso chamar-te a atenção para um dos vossos psicólogos americanos de maior êxito. Afirma que o homem é bissexual por natureza e que os homossexuais que rejeitam rigidamente as mulheres sob todas as circunstâncias estão a ser tão quadrados e antinaturais como os heterossexuais que rejeitam os homens!"

Entretanto, estou cada vez mais embrenhada num livro em que vou pegando aos bocadinhos Utopia for realists, que porei a viajar em ring, se houver interessados. Além de factos históricos curiosos - como uma greve de 6 dias dos homens do lixo em Nova Iorque, nos anos 70, lançou a cidade num caos, enquanto que uma greve geral dos bancários na Irlanda, pela mesma altura, durou 6 meses, sem que a economia tivesse sido afetada grandemente, muito graças ao carácter peculiar dos irlandeses e à sua mais célebre instituição: o pub. Por causa dessa greve, os homens do lixo novaiorquinos hoje em dia são muito bem pagos -, o livro lança questões muito pertinentes sobre o tipo de sociedade em que queremos viver.

Hoje ainda comecei também Turtles all the way down, o novo livro de John Green, aconselhado pela mais velha, que gosta de partilhar as suas leituras comigo. Em contrapartida, de vez em quando também pega nos meus, e acho que agora vou ficar sem o Utopia... por uns dias.
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Ainda não consegui gostar verdadeiramente de nenhum livro desta autora, e não sei se este irá quebrar o feitiço. Estou ainda nas primeiras páginas e a estranhar muito. Espero que depois se entranhe.
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Ainda não consegui gostar verdadeiramente de nenhum livro desta autora, e não sei se este irá quebrar o feitiço. Estou ainda nas primeiras páginas e a estranhar muito. Espero que depois se entranhe.

Tu não andas a ler os livros certos, lamento informar-te. Não devias ler esse ano do dilúvio antes de ler Oryx & Crake (não sei o nome em português).
Pior que isso, andas a lê-los em português... Ela deve ser difícil de traduzir, porque a maioria dos que li traduzidos perdiam muitíssimo.
E faz-me um favorzinho: não desistas da senhora antes de ler o Handmaid's Tale, algum dia, sim? A gerência agradece!! ;)
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Ainda não consegui gostar verdadeiramente de nenhum livro desta autora, e não sei se este irá quebrar o feitiço. Estou ainda nas primeiras páginas e a estranhar muito. Espero que depois se entranhe.

Tu não andas a ler os livros certos, lamento informar-te. Não devias ler esse ano do dilúvio antes de ler Oryx & Crake (não sei o nome em português).
Pior que isso, andas a lê-los em português... Ela deve ser difícil de traduzir, porque a maioria dos que li traduzidos perdiam muitíssimo.
E faz-me um favorzinho: não desistas da senhora antes de ler o Handmaid's Tale, algum dia, sim? A gerência agradece!! ;)



iso, isso! e já agora vê a série que vale mesmo a pena!
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Já desisti d'O Ano do Dilúvio. Aquilo até se lia, mas não lhe achei grande graça. Para ler em Inglês, demoro mais tempo, e este não abunda. Tenho muitas outras coisas à espera para ler, que me dão muito mais prazer.

Tenho o Órix e Crex, mas também está em Tuga. Quando ao Handmaid's Tale, tinha-o em Inglês, mas despachei-o, pelas razões que disse (ou seja, para ler em Inglês, não gosto que sejam calhamaços). Estou à espera de o ler em Português. Mas já não tenho esperança de vir a gostar.
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Já desisti d'O Ano do Dilúvio. Aquilo até se lia, mas não lhe achei grande graça. Para ler em Inglês, demoro mais tempo, e este não abunda. Tenho muitas outras coisas à espera para ler, que me dão muito mais prazer.

Tenho o Órix e Crex, mas também está em Tuga. Quando ao Handmaid's Tale, tinha-o em Inglês, mas despachei-o, pelas razões que disse (ou seja, para ler em Inglês, não gosto que sejam calhamaços). Estou à espera de o ler em Português. Mas já não tenho esperança de vir a gostar.

Ok, I rest my case.
Dou-me por vencida e viv'ó amarelo! ;)
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de John Irving

Até agora os livros que li dele, não gostei. Mas darei oportunidades enquanto houver títulos na TBR :p
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"Moth Smoke", de Mohsin Hamid (ainda nas primeiras páginas).
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"Moth Smoke", de Mohsin Hamid (ainda nas primeiras páginas).

Olha, depois conta que tal esse que tenho muita curiosidade.
Dele, detestei tanto o "The Reluctant Fundamentalist" quanto gostei do "Exit West".
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Ok, logo te direi que emoções despertou :-)
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Isto de andar de transportes quase todos os dias está a fazer maravilhas pelas minhas leituras. Comecei-o no comboio, e embrenhei-me tanto que me esqueci de mudar de linha de metro e cheguei atrasada a uma consulta.
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Filhas, de Paulo José Miranda, romance histórico que retrata a emigração, no século XVIII, de várias famílias açorianas para a ilha de Florianópolis, no sul do Brasil

Balada do mar salgado, Hugo Pratt
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Este mês destaco a autobiografia de Marlon Brando ( Canções que a minha mãe ensinou). Tão interessante, que apesar das suas 500pgs qd dei por mim estava quase no fim. E não queria terminar :) Só as peripécias de um actor no "confronto" como o texto, o publico, o realizador/encenador são um mimo. Fora a historia dos 60s, o cinema e a sociedade. Ah é verdade ! E os amores...

Depois destaco J.M.Coetzee e "O Homem Lento" : mais uma vez a eterna solidão humana ( um homem dos seus 60 tem um acidente e perde uma perna e descobre que afinal esta sozinho e ate tem de enfrentar os serviços sociais lá em casa). Não é o melhor de JMC mas e interessante.

E ja agora acabei por ler os livros da minha TBR que aqui coloquei e antes de os enviar : O silencio do Mar de Vercors e Aurora Boreal de Asa Larsson ( ambos uma leitura que se gosta).
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A acabar "A escrava" um empréstimo da irus. O livro é inspirado na vida de Artemísia Gentileschi, uma brilhante pintora do Renascimento, por quem tenho um fascínio especial...no entanto apesar do conteúdo ser muito interessante a forma é um pouco irritante. Não sei se tem a ver com a tradução ou se a autora é mesmo amante de adjectivos e advérbios de modo, a propósito e a despropósito...

e iniciei o doloroso "A travessia", sobre a Síria, que o Árvores pôs a rodar... :(
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de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica, organizado por Natália Correia

Muito interessante!
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Mixed feelings. A escrita é magistral, como sempre. Há um trecho então que é de antologia: alguém que escreve uma carta melindrosa, escolhe uma frase, espera, se escrevo isto ele pode pensar aquilo, melhor antes escrever assim, e vamos acompanhando passo a passo o raciocínio de quem escreve, tão parecido como o de todos nós na mesma situação. Não percebo como é que este excerto não faz parte daquelas tiradas célebres frequentemente citadas, porque é brilhante.
A história... Foi complicado para mim sair do meu espaço e do meu tempo para me deslocar para outros em que era aceitável uma história de amor entre uma menina de 14 anos e um homem de 40 e tais, especialmente porque ele é o herói do romance. Mas o livro é muito cativante, e fez-me enganar várias vezes nas estações de metro.
Comecei hoje Os Anos Amargos de Adrian Mole, de Sue Townsend, um livro BC, e a irritação com a tradução começou às primeiras linhas, especialmente sendo assinada por duas pessoas. Mas foi uma boa companhia durante um dia cheio de afazeres relacionados com o trabalho (pedicure, lol) e com a exames do meu pai. Logo à noite há mais.
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"Os cem melhores poemas portugueses dos últimos cem anos".
" O mundo em que vivi" de Ilse Losa em que a leitura me fez recordar a fluidez das minhas leituras na adolescência.
"O Alienista" de Machado de Assis que mostra uma perspetiva de como é fácil confundir a loucura e a razão, i.e. um louco com um são. Tudo depende de quem faz essa avaliação e o poder que essa pessoa tem na comunidade.
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PierrotMoon, tal como tu,Tb gostei desta pequena (grande) obra de Machado de Assis. Como é fácil a alguém com ar "respeitável" destruir a honorabilidade e a vida de outras pessoas , bastando considerá-las "malucas". Pode parecer estranho mas vi isso nas minhas viagens. As pessoas "respeitáveis" sao um perigo :) :)
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PierrotMoon, tal como tu,Tb gostei desta pequena (grande) obra de Machado de Assis. Como é fácil a alguém com ar "respeitável" destruir a honorabilidade e a vida de outras pessoas , bastando considerá-las "malucas". Pode parecer estranho mas vi isso nas minhas viagens. As pessoas "respeitáveis" sao um perigo :) :)

Por vezes chega a ser assustador ver a facilidade com que certas situações que deveriam ser consideradas irreais se transformam em reais.
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Dose dupla de Agualusa: acabei A Rainha Ginga e passei logo para este. Gosto mesmo deste senhor!
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Dose dupla de Agualusa: acabei A Rainha Ginga e passei logo para este. Gosto mesmo deste senhor!


Eu tenho dias. Gostei bastante do Nação crioula e muito menos d'A Rainha Ginga.
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Com Hora:noite, de Liudmila Petruschévskaia, que até agora está a ser uma leitura interessante.

Quase a terminar A balada do mar salgado, de Hugo Pratt, que está a ser uma deceção, Tinha grandes expectativas sobre este clássico da BD, amado por tanta gente (um amigo meu deu à filha o nome da personagem feminina principal) que, para mim, se está a revelar um mero livro de aventuras, com piratas, submarinos e embarcações da I Guerra Mundial, com maoris e habitantes das Fidji para dar um colorido local.
Nem sequer entendo a adoração ao tão mítico Corto Maltese. Deve estar a escapar-me alguma coisa...
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Tive uma desilusão parecida, com o Corto :-(
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Ai esta balada é tao linda como a bela Pandora :) vou aproveitar o teu balanço para a reler.
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Lê-se de uma assentada porque é pequenino e muito interessante.
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mais uma vez, de John Irving

Vou na 20ª página e o livro já é igual aos outros três que li dele. Vim meter-me num lindo sarilho... xD
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Teve um final muito interessante, do qual eu não estava nada à espera. E as duas menções à Paula Rego fizeram-me gostar ainda mais da autora.
Depois peguei no primeiro livro que me veio à mão das várias pilhas que ainda tenho no chão da sala: a Primeira Vítima do Diabo, de Maria Archer. Como todos os livros da autora, estou a adorar, e gostei especialmente da explicação da escolha do título - é spoiler, portanto não digo.
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Ontem li

O Pequeno Herói, de Dostoievski, um pequeno conto (novela?) enternecedor que, por isso, se lê num instante. Muito interessante.

http://www.bookcrossing.com/---/5386172

Ando assim, nesta onda de leituras curtas (a cabeça anda demasiado tresloucada). Mas agora penso atirar-me a Chimamanda Ngozi Adichie (não à senhora, obviamente, mas ao seu livro "A Cor do Hibisco"). A ver vamos. Entretanto, mantenho "Moth Smoke" ainda nas páginas iniciais. Apeteceu-me intercalar leituras em Português para ver se acelerava um bocadinho.

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