corner corner É dezembro, cambada. Contem lá o que andam a ler em mês de rabanadas.

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É dezembro, cambada. Contem lá o que andam a ler em mês de rabanadas.

Eu estou mesmo mesmo a terminar A vegetariana, da sul coreana Han Kang.
É um livro que primeiro se estranha e depois se entranha, à medida que a história vai ganhando contornos mais sólidos e vamos percebendo as razões das personagens.

Entretanto, peguei hoje n'A grande muralha da China, um livro de contos de Franz Kafka.

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Eu estou mesmo mesmo a terminar A vegetariana, da sul coreana Han Kang.
É um livro que primeiro se estranha e depois se entranha, à medida que a história vai ganhando contornos mais sólidos e vamos percebendo as razões das personagens.

Entretanto, peguei hoje n'A grande muralha da China, um livro de contos de Franz Kafka.
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A ler Somos o Esquecimento que Seremos do colombiano Héctor Abad Faciolince. Vinha-me tão, mas tão bem recomendado, que não hesitei. Afinal... pffffffff
Vale pela história colombiana e de Medellín, pré carteis de droga e pré guerrilhas vs. milícias, que eu até deveria ter ficado a conhecer melhor, o que é difícil quando a história dos últimos 40 anos tanto ofusca a anterior (que não é mais bonita e, claro, explica muito do como se chegou onde chegou).
A verdade é que na sombra de um ministério da felicidade suprema, é difícil encontrar o sol :)
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muito bom até agora e só pode melhorar.
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"In the shadow of the banyan", de Vaddey Ratner, com o Khmer Vermelho e a guerra do Cambodja como pano de fundo. Li pouco na semana que passou, pelo que não posso adiantar muito os meus comentários. Mas continua a cativar-me (preferia não ler aos "bochechos", mas é a vida!)
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"In the shadow of the banyan", de Vaddey Ratner

Por causa desse em que fiquei a pensar que, se dele gostasses, me habilitaria a ler depois de ti, se emprestável, lembrei-me:
Para o teu natal BC, e pelo menos para algumas pessoas (que já sabes quem são e nas quais me incluo e que se clahar até são quase todas) poderias sempre enviar uma promessa de livro, ou seja, um livro a enviar depois de o leres (já que não te falta TBR, falta-te é AVL, certo?). Diz lá que não é uma brilhante ideia
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É isso que tenho andado a fazer, com a ajuda do "wishlist tag game", e assim vou desbastando a montanha (às vezes proponho receber chocolate, em vez de livros). Mas é também por isso que tenho leituras já agendadas até Janeiro.
Quanto ao livro que estou a ler, faz parte desses que estão prometidos no "game" e vai de seguida para a Finlândia. Sorry :-(

Por acaso, este "jogo" é interessante e lembrei-me que o poderíamos fazer por aqui. Mas somos sempre tão poucos, que se tornaria impossível. C'est la vie!
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Fiquei curioso pelo livro ao assistir um filme baseado nele, "Xeque-Mate", na versão brasileira, "Uncovered", título original.
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Fiquei curioso pelo livro ao assistir um filme baseado nele, "Xeque-Mate", na versão brasileira, "Uncovered", título original.



gosto muito do Reverte...este não é dos preferidos mas é interssante!
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O primeiro livro do Pérez-Reverte que eu li foi "O Tango da Velha Guarda", uma boa surpresa. Na pilha TBR está "El club Dumas".
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um livro de crónicas que nos deixam a pensar! uma agradabilíssima surpresa...não sabia que escrevia tão bem!
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....não sabia que escrevia tão bem!


Penso que só podia mesmo pela forma como falava nas intervenções-relâmpago na Fac de Letras (Lx) em 72, 73 eposteriormente . Esses relâmpagos, antes de 74, eram mini-encontros contestatários antes que a cavalaria de choque avançasse.
Era o melhor de todos. Tenho saudades dele ( não da polícia de choque).
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De certezinha ando a ler , italo Calvino - 'O castelo dos destinos cruzados'. Desconfio que é releitura.

Há mais dois a ler ao mesmo tempo mas não me lembro dos títulos. ( Tomem muitos opiáceos para a coluna, de facto deixam de se sentir dores; ganham para a troca uma baralhação da cabeça que nem vos digo O que é 'melhor' nem sei.)
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esta autora é muito boa no que faz e o que ela faz é retratar a vida na cordilheira dos Apalaches. este livro centra-se na vida de Tom Dooley que foi condenado à morte em 1866 e é figura central de algumas baladas folk/country americanas.
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Octaedro

de Júlio Cortazar
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(não é o nome do livro mas, se a memória não me atraiçoa, é mesmo o primeiro livro do Camilo Castelo Branco que leio).

Coração, cabeça, estômago

Para já, ainda no capítulo coração, a ser uma delícia de leitura.
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edición homenaje y bilingue, por el centenario de Jorge Luis Borges.
Em español e inglês, com ilustrações magníficas de Hermenegildo Sábat.

Entretanto deixei "em pousio" a Divina Comédia e estou a ler "Vikings - guerreiros do mar" (comprado no Museu da Marinha, a propósito da exposição temporária).
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Uma antologia de contos de entre os anos 20 e 50, todos deste género: literatura em série, baratucha, fantasista.... Até agora, uma grande lição de história! =D
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... em inglês é a trilogia "Daughter of Smoke & Bone"

Já li, ou melhor, ouvi os 2 primeiros, vou começar agora o 3o :-)
Valham-me os audiobooks que posso ouvir enquanto vou de bicla pro trabalho, senão este ano era um desastre em leituras... LOL
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Valham-me os audiobooks que posso ouvir enquanto vou de bicla pro trabalho, senão este ano era um desastre em leituras... LOL

Ainda não testei isso... Ando com um Pahmuk no telemóvel, a ver quando o faço, mas a verdade é que não tenho ido de bicla para o trabalho. Ando preguiçosa de mais e o frio não veio ajudar :(
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Eu percebo, se tivesse carro e não houvesse trânsito também preferia andar quentinha do que levar com vento frio e chuva nas trombas 2 vezes por dia!...
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que como dizia mais no início desta thread, não me convenceu. Apesar de contar a história de um homem excepcional e de ajudar a compreender a história colombiana e de Medellín, pré carteis de droga e pré guerrilhas vs. milícias (as coisas de que gostei, portanto) não achei, ao contrário do que me tinham referido, que estivesse particularmente bem escrito, sendo exaustivamente repetitivo o que me cansou imenso. A tradução/revisão também tinha falhas daquelas que me incomodam porque tropeço nelas e portanto, no conjunto, não foi uma leitura brilhante.

Comecei outros dois entretanto: "O Livreiro de Paris" de Nina George e "The heart goes last" de M. Atwood. O segudo promete mais do que o primeiro, mas este também me está a deixar curiosa.
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Vou na Dona Maria I :p

Entretanto li também um livro ridículo chamado "Viagem aos segredos da maçonaria", uma das coisas menos informadas que li nos últimos tempos e uma teoria da conspiração absolutamente infundada.
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depois de alguns anos de pausa regressei aos romances históricos do Gordianus.
Este é dos bons!
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Hmmmm...
of course, you'll remember me afterwards, won't you?
;)
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Eu ando ali à volta de "Escritos Secretos" de Sebastian Barry, um dos livros da chuva de Outono, mas confesso que não me está a convencer totalmente.
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by Neil Gaiman
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Além de terminar as Amantes dos Reis de Portugal, li:

- Como Falar com Raparigas em Festas, uma BD
- Pétalas, outra BD
- Arquitectura Tradicional Portuguesa, um livro de estudo
- Dois livros de poesia do pai de um familiar meu
- We Should All be Feminists, da Chimamamanda etc.

E comecei "Cloud Atlas". Uff!
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Ontem? Tu exageras o ano todo, rapariga :)

Fico curiosa de saber dos teus números de 2017 (e top), na thread ali ao lado.
Mas, a este ritmo, claro que ainda estás longe de fechar o ano.
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Estes eram todos livros muito pequeninos, arrematei-os à hora de almoço no trabalho, lol

Ainda tenho de fazer a ronda do ano, não tenho ideia do que li nem do que lerei... Mas acho que este Cloud Atlas não termino antes de 2018. :p
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"A origem" de Graça Pina de Morais (nunca tinha ouvido falar nela até há dias o Luís Oliveira (editor da Antígona...) ter dado uma entrevista à Ler (acho que já falei aqui deste número...vale a pena guardá-lo até por causa do Frederico... :p https://www.wook.pt/---/20871840

e depois o ALA voltou a partir-me toda e não lhe resisti e fiz serão com ele...eu conto: passei numa livraria porque tinha que comprar "a" prenda (aqui e, casa só se compra UMA prenda. Fazemos "amigo secreto" na família (já somos todos crescidos) de forma que não há cá maluqueiras com compras...adiante. Peguei no "Até que as pedras se tornem mais leves do que a água" , li isto: "A minha mãe era prima direita deles, quer dizer prima direita do pai, não do filho preto que nunca foi seu filho embora o tratasse como filho e o preto o tratasse como pai, o primo da minha mãe trouxe -o da guerra em Angola, com cinco ou seis anos, ainda eu não era nascida, apareci depois e lembro -me do meu padrasto me responder, quando lhe perguntei o motivo do primo haver regressado com uma criança se calhar mais feliz lá nos sertões onde a encontrou, que quase todos os soldados voltavam com recordações, uma máscara, um boneco de pau, uma orelha numa garrafa de álcool, um garoto, um braço a menos, silêncios a meio das conversas em que se afastavam para muito longe continuando ali e no longe dava -me ideia que quase se ouviam tiros e gritos, o meu padrasto não andou em África por causa do pé boto mas vizinhos cá da aldeia andaram e eram diferentes dele, fugidios, bruscos, quase todos estranhos que bem ouvia as queixas das mulheres, sentados numa pedra, a meio da horta, a olharem para não sei quê ou escutando folhas de árvores que eu não conhecia, um qualquer em vez de afastar o cão com a bota degolou -o à sachada
– Larga -me (...) "

e prontos já não o consegui deixar outra vez...

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