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Leituras de Setembro, melhor mês do ano?

Não vi ainda este tópico, portanto decidi fazer eu um. :) É sem dúvida o melhor mês, pois é o mês do meu aniversário, hahahaha

Pois portanto, por estes dias, estive a ler:

- Uma antologia poética de Sophia de Mello Bryener, autora que me faz alergia (mas eu tentei!)
- A Rapariga de Antes, de JP Delaney, que havia recebido num ring por aqui
- A Varanda do Frangipani, de Mia Couto, autor que não gostava mas estou a experimentar outra vez.

Agora vou ler "Uma História da Leitura", de Alberto Manguel, livro precisamente sobre o contexto histórico de ler e dos livros. :)

E vós, que ledes?

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Não vi ainda este tópico, portanto decidi fazer eu um. :) É sem dúvida o melhor mês, pois é o mês do meu aniversário, hahahaha

Pois portanto, por estes dias, estive a ler:

- Uma antologia poética de Sophia de Mello Bryener, autora que me faz alergia (mas eu tentei!)
- A Rapariga de Antes, de JP Delaney, que havia recebido num ring por aqui
- A Varanda do Frangipani, de Mia Couto, autor que não gostava mas estou a experimentar outra vez.

Agora vou ler "Uma História da Leitura", de Alberto Manguel, livro precisamente sobre o contexto histórico de ler e dos livros. :)

E vós, que ledes?
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Já que não posso voltar aos Açores em pessoa tão depressa, visito-os em livro...

Estou mesmo a começar, e com algum receio, porque o livro vem-me muito bem recomendado, mas como acabei de ler "As Vinhas da Ira", do Steinbeck, agora há-de ser difícil encontrar alguma coisa remotamente ao mesmo nível...
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Então depois diz o que achaste, ainda há pouco me passou pelas mãos, está na prateleira TBR há imenso tempo, mas ainda não lhe peguei.
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Então depois diz o que achaste, ainda há pouco me passou pelas mãos, está na prateleira TBR há imenso tempo, mas ainda não lhe peguei.


Eu gostei tanto desse livro...
Muito, mesmo!
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Mais um passo na minha reconciliação com Mia Couto
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Mais um passo na minha reconciliação com Mia Couto

A sério?
Mia Couto é um dos meus autores preferidos!
Acho-o delicioso :-)
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Trazido do mês de agosto e em leitura lenta (além do inglês há tantas referências e nomes compridos hindus e muçulmanos que me obrigam a abrandar). Mas, parafraseando a marialeitora, tão, tão bom...
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"Escritos secretos", do irlandês Sebastian Barry.
Amanhã vou de férias e levo comigo outro irlandês, Colum McCann, e o seu "Deixa o grande mundo girar" (adoro este título), emprestado pela marialeitora há imenso tempo e vergonhosamente à espera desde então.
Acrescente-se que gostei muito dos "Escritos Secretos" e estou mortinho por ler outro livro do autor relacionado com esta história. Entretanto, os escritos já vão a caminho da próxima prateleira :-)
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... Catarina de Aragão - A Princesa Determinada - ganhei numa lotaria de Outono :-)
... Meu Pé de Laranja Lima - um empréstimo do nosso Jota :-)
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Ontem li

"Amesterdão", de Ian McEwan
e
"Hamina e Outros Contos", de José Craveirinha

Agora estou a ler "O Siciliano", de Mario Puzo
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gostei tanto, tanto!

E continuo com Catarina de Aragão (estou a gostar muito); gostei imenso das primeiras páginas - ai que saudades de Granada e do Alhambra... :-)
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de Mia Couto

É o último livro dele que tenho para ler e acho que já me convenci que o senhor não é merecedor do meu desprezo, como anteriormente pensava. ;)
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de Mia Couto

É o último livro dele que tenho para ler e acho que já me convenci que o senhor não é merecedor do meu desprezo, como anteriormente pensava. ;)

Ufa, ainda bem! Até porque desprezo é mesmo forte, hehehehhhh!
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Este mÊs (e nos próximos) dificilmente me faltarão livros apra ler, uma vez que fui o feliz vencedor da Lotaria de Verão do Arvores! Agora é só escolher por onde começar!
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Livro que recebi aqui num ring.

Até agora, não me está a impressionar grandemente
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O Sonhador

de Ian McEwan
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de Ian McEwan

Eu gosto muito do McEwan :-)
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Tenho aqui alguns livros dele para ler. :)
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Tenho comigo, na pilha TBR, "Atonement", mas assisti ao filme e a leitura foi sendo adiada.
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Tenho comigo, na pilha TBR, "Atonement", mas assisti ao filme e a leitura foi sendo adiada.

Atonement é muito bom. Não vi o filme para não estragar o filme que fiz na cabeça. Contém a cena de sexo que mais me impressionou até hoje. E todo o resto é de uma enorme violência emocional.

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Dele só li "On Chesil Beach". A história se passa em julho de 1962. Nesta época eu estava na transição entre o final da adolescência e o início da vida adulta e identifiquei no livro as mesmas dúvidas e desinformações que a minha geração tinha sobre sexo. Ou, como citado em uma resenha, "erotic misunderstanding..."
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que, por acaso, também vai ser filme.
Comecei a autobiografia do Marky Ramone, Punk Rock Blitzkrieg: My Life as a Ramone.
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Tradução de "Das Lavendelzimmer". O dono de uma livraria instalada em um barco ancorado no Sena, no Port des Champs-Élysées, com o nome de "Farmácia Literária". O livreiro sabe exatamente que livro o cliente deve ler para amenizar os sofrimentos da alma...
Segundo livro com o tema livraria. Terminei o "Rua do Odéon", de Adrienne Monnier, dona da livraria "La Maison des Amis des Livres", que existiu de 1915 a 1951 e foi ponto de encontro de muitos intelectuais franceses e estrangeiros como Joyce, Beckett e Walter Benjamin.
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Olá, será que me podes emprestar esse livro? Adorava lê-lo. Obrigada.
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xtorya, é só para lembrar que o avenalve está no Brasil!
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xtorya, é só para lembrar que o avenalve está no Brasil!

Ups... :) não sabia, obrigada...
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Estou no Brasil mas o livro pode atravessar o Atlântico. Envia-me uma PM com a morada e envio o livro (Rua do Odeon?) em RABCK.
Ainda não registrei pois estive sem acesso à internet por alguns dias.
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Lovely

Frank Ronan
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de um Skármeta

Ainda vou muito no início, mas não me estou a conseguir concentrar nele
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(... se calhar por causa do efeito multi-livro...)

» "Why have kids?" da Jessica Valenti
» "O fim do homem soviético" da Svetlana Alexievich (ring da Pequete) - e muito a proposito, porque na semana passada saiu uma nova biografia do Gorbachev escrita pelo William Taubman
» "The four agreements" de Don Miguel Ruiz
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de Ian McEwan (outra experiência com o autor)
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Ufa!!

Estava difícil, mas terminei.
Refiro-me ao "Vozes de Chernobyl". Não posso dizer que tenha gostado muito. Acho que é duro de mais para isso. É mais como "ainda bem que o li; é importante que isto seja lido, que seja sabido". E sem dúvida que é bem escrito (ou bem transcrito, o que não tenho dúvidas de que é uma arte complexa). No entanto, fiquei com vontade de ler o outro dela que anda por aí, num bring em que me inscrevi no ano passado (qualquer coisa do homem soviético, acho eu) o que não deixa de ser paradoxal. Enfim...
E em paralelo, avancei um bom bocado no da Donna Tart que me acompanha ao deitar. E estou a gostar imenso, ainda que ache que não precisava de ser tão longo.
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No meu caso, porque terminei, finalmente, O Gente Feliz com Lágrimas, que arrastei penosamente ao longo de demasiados dias. Não é um livro BC, por isso copio a review que fiz no GoodReads, caso interesse a alguém:
Estava à espera de gostar tanto deste livro e afinal... não. É muita miséria, muita tristeza, muito problema de infância mal resolvido, muita introspeção, que resulta num livro difícil de digerir. Não que eu prefira as histórias cor-de-rosa, mas aqui, tudo parece negro demais (muitas lágrimas e pouca felicidade, ao contrário do que o título parece prometer).
Embora, aqui e ali, haja passagens muito bonitas, sobretudo na descrição das paisagens das ilhas, que me conseguiram transportar para lá, a prosa pareceu-me densa e a história dar voltas e reviravoltas, para ir repisar ideias já discutidas, numa espécie de longo monólogo interior de alguém a precisar de fazer psicanálise. Reconheço-lhe o mérito, mas decididamente, este não é o meu género...

Agora estou a começar o Fontamara, de Ignazio Silone. Achei curiosa a referência, no prefácio, ao As Vinhas da Ira, que li no início deste mês. A gostar, para já.
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para me enquadrar melhor na minha (em breve) ida aqui:
Casa de Tormes - Fundação Eça de Queiroz
https://feq.pt/o-caminho-de-jacinto/

Entretanto terminei "Catarina de Aragão", de que gostei.

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Nem é nem um livro é mais uma performance: pequenos poemas e algumas frases soltas, e a imagem de Cesariny a saltar quando se faz as páginas desfilar depressa pelos dedos.

Entretanto, à noite, cada vez mais agarrada à Arundhati Roy.
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Estive a ler, com muita dificuldade (porque as minhas colegas de trabalho agora são duas e não se calam um segundo nos tempos mortos que uso para ler, impedindo a minha concentração e causando-me uma infinita cefaleia cefalópode):

"Até onde se pode ir?", de David Lodge, que foi uma perspectiva interessante sobre o sexo entre casais católicos nos anos 50-60 até à actualidade

E uma antologia de poesia espanhola seleccionada entre os anos de 1915 e 1931 (edição de 1936). Muito curioso, pois nessa época a maior parte dos autores (incluindo Lorca) ainda vivia e escrevia.

Agora estou a ler "Os Homens que Amaram Evelyn Cotton", de Frank Ronan
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"Até onde se pode ir?", de David Lodge, que foi uma perspectiva interessante sobre o sexo entre casais católicos nos anos 50-60 até à actualidade


Eu ando a (tentar) ler "O Museu Britânico Ainda Vem Abaixo" do mesmo autor e parece que o tema é praticamente o mesmo... só que eu estava à espera de uma história mais fácil de ler, menos palavrosa, mais humorística. A ideia é muito boa (parodia alguns autores e estilos literários ao longo da história), mas falta-lhe algo que a torne mais interessante.
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Com este livro fiquei com a sensação de que o autor tenta abordar o assunto de forma séria mas não resiste a mandar uma dica ou outra, o que torna o livro pouco coerente. No caso do que li, tinha também o defeito de ter demasiadas personagens pouco distinguíveis.
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Estou lendo uma antologia de contos de Natal portugueses compiladas por Vasco Graça Moura

Ainda vou no primeiro
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acabadinho de acabar.
É muito engraçado, porque tinha lido no mês passado um outro livro, deste autor de que nunca antes tinha ouvido falar, que me tinha chegado através da lotaria dos países pouco comuns. Dess'outro não tinha gostado muito, apesar de "shortlisted" para o Man Booker Prize.
Já deste, apesar dessa leitura anterior que me poderia deixar de pé atrás e apesar de me ter chegado muito bem recomendado, o que poderia deixar-me com expectativas demasiado altas, gostei muito, mesmo muito.
Como é referido numa crítica que li no Guardiam, "Exit West shifts between forms, wriggles free of the straitjackets of social realism and eyewitness reportage, and evokes contemporary refugeedom as a narrative hybrid: at once a fable about deterritorialisation, a newsreel about civil society (...) and a speculative fiction that fashions new maps of hell."
Altamente recomendável.
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Já vou a meio e estou a gostar :-)
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"The Road", de Cormac McCarthy. A ver vamos
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Li

"As Lojas de Canela", livro que recebi por aqui

E agora leio "A Sociedade Medieval Portuguesa - Aspectos da Vida Quotidiana", um livro de história muito interessante que já me ensinou muitas coisas lokas! Por exemplo, sabiam que na época medieval não havia pratos? :p
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... e da espartana disciplina de leitura que, como boa obsessiva-compulsiva, imponho a mim mesma há anos. Nenhum dos calhamaços penosos que andava a ler cabia na mala, portanto peguei num dos últimos que comprei (heresia!) quando tive de me deslocar a Lisboa: Wishful Drinking, de Carrie Fisher. Não me perguntem como ela consegue transformar tanto sofrimento (bipolaridade, alcoolismo, toxicodependência, abandono do pai, traições amorosas, há de tudo) numa narrativa de em que a compaixão sai em forma de gargalhadas, mas consegue-o brilhantemente. Tenho muito a agradecer-lhe neste momento.
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Comecei

"All of Us in Our Own Lives", de Manjushree Thapa, leitura levezinha (por agora), mas acho que a coisa vai azedar. Inscrevi-me neste ring internacional por se tratar de uma autora do Nepal, país do qual não ouvimos falar muito, no que diz respeito a literatura. Tem a ver com as vicissitudes do voluntariado por esse mundo, as boas intenções, as desilusões e o oportunismo.

Também daqueles lados (Índia), comecei ontem, e estou a ler a bom ritmo, "Autobiografia de um Iogue", de Paramahansa Yogananda. É um livro que já estava com vontade de ler há pelo menos 10 anos. Enfim, coisas da vida. Mas tudo vem no momento certo.

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