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Leituras de agosto. O que se lê no mês mais bleck do ano

Eu continuo com O homem e o rio do Faulkner, de leitura lenta mas interessante.

Entretanto não resisti às Livrarias, de Jorge Carrión, e ando encantada a viajar por cidades, prateleiras, histórias e muitas curiosidades (e a aumentar a minha wish-list)

Fiquei a aprender, por exemplo, que o comércio de livros começou antes do século V a.C.. Numa obra, dessa época, “”o protagonista diz a Héracles:
“Pega num desses livros preciosos. Lê os títulos e vê se te interessa algum. Tens aí Orfeu, Hesíodo, Quérilo, Homero, Epicarmo. Há peças de teatro e tudo o que possas desejar. A tua escolha permitirá apreciar os teus interesses e o teu gosto”.
Com efeito: Héracles escolhe um livro de culinária e desvia-se das expectativas do seu acompanhante”. ☺

Fiquei a saber também que só em meados do século XIX os livros começaram a ser vendidos com capa; antes disso eram encadernados na altura da compra, ao gosto (e posses) de cada um.

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Eu continuo com O homem e o rio do Faulkner, de leitura lenta mas interessante.

Entretanto não resisti às Livrarias, de Jorge Carrión, e ando encantada a viajar por cidades, prateleiras, histórias e muitas curiosidades (e a aumentar a minha wish-list)

Fiquei a aprender, por exemplo, que o comércio de livros começou antes do século V a.C.. Numa obra, dessa época, “”o protagonista diz a Héracles:
“Pega num desses livros preciosos. Lê os títulos e vê se te interessa algum. Tens aí Orfeu, Hesíodo, Quérilo, Homero, Epicarmo. Há peças de teatro e tudo o que possas desejar. A tua escolha permitirá apreciar os teus interesses e o teu gosto”.
Com efeito: Héracles escolhe um livro de culinária e desvia-se das expectativas do seu acompanhante”. ☺

Fiquei a saber também que só em meados do século XIX os livros começaram a ser vendidos com capa; antes disso eram encadernados na altura da compra, ao gosto (e posses) de cada um.
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já vai para a lista...

eu ando com o homo sapiens...já falei dele ali em baixo...
e ando a descobrir autores brasileiros. Choro a rir com o https://www.wook.pt/livro/pornopopeia-reinaldo-moraes/10995141.

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Adrianne Monnier era dona de uma das célebres livrarias da Rua do Odéon, Paris: a Maison des Amis des Livres (a outra era a Shakespeare & Co, de Sylvia Beach), fundada em 1915. Até 1951 foi um ponto de encontro de intelectuais da época, entre eles, Paul Valéry, Andre Gide, e Jean Cocteau.
E no assunto livrarias, tenho na pilha TBR, dois livros sobre o mesmo tema:
"A Livraria Mágica de Paris", tradução de "Das Lavendelzimmer" de Nina George e "A Caderneta Vermelha", tradução de "La Femme au carnet rouge", de Antoine Laurain.
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Adrianne Monnier era dona de uma das célebres livrarias da Rua do Odéon, Paris: a Maison des Amis des Livres (a outra era a Shakespeare & Co, de Sylvia Beach), fundada em 1915. Até 1951 foi um ponto de encontro de intelectuais da época, entre eles, Paul Valéry, Andre Gide, e Jean Cocteau.
E no assunto livrarias, tenho na pilha TBR, dois livros sobre o mesmo tema:
"A Livraria Mágica de Paris", tradução de "Das Lavendelzimmer" de Nina George e "A Caderneta Vermelha", tradução de "La Femme au carnet rouge", de Antoine Laurain.


Estamos mesmo sintonizadas :)
Sim, também fiquei a conhecer Adrianne Monnier e Sylvia Beach (que foram amantes durante 15 anos, depois de se conhecerem como vizinhas livreiras). E fiquei a saber que essa foi a primeira Shakespeare & Co.
A segunda (e atual), foi fundada pelo americano George Whitman. Nesta alojaram-se ao longo de 60 anos, umas cem mil pessoas em troca de umas horas de trabalho na livraria. O seu lema - afixado nas paredes - é "não sejam pouco hospitaleiros com os estranhos, podem ser anjos disfarçados".
E lindo, não é?
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https://bookscombined.com/---/february-2016-shakespeare-and-company-paris/

Entretanto descobri que este site tem uma secção inteira dedicada a livrarias: https://bookscombined.com/bookshops/
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https://bookscombined.com/---/february-2016-shakespeare-and-company-paris/


Já lá estive, com a minha Garota :-) Adorei! E comprei um livro, pois então: "An angel at my table", de Janet Frame (pelo menos encontrei esse anjo à mesa) :-)
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https://bookscombined.com/---/february-2016-shakespeare-and-company-paris/

Bolas, não queres lá ver que também vou ter de ir a Paris, um dia destes?...
Bom se calhar já vai sendo tempo (já fui a Londres umas 5 ou 6 vezes e nunca fui a Paris, hehehehh). Não há dúvida que um espaço destes me motiva a uma visita :)
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Adrianne Monnier era dona de uma das célebres livrarias da Rua do Odéon, Paris: a Maison des Amis des Livres (a outra era a Shakespeare & Co, de Sylvia Beach), fundada em 1915. Até 1951 foi um ponto de encontro de intelectuais da época, entre eles, Paul Valéry, Andre Gide, e Jean Cocteau.
E no assunto livrarias, tenho na pilha TBR, dois livros sobre o mesmo tema:
"A Livraria Mágica de Paris", tradução de "Das Lavendelzimmer" de Nina George e "A Caderneta Vermelha", tradução de "La Femme au carnet rouge", de Antoine Laurain.


Estamos mesmo sintonizadas :)
Sim, também fiquei a conhecer Adrianne Monnier e Sylvia Beach (que foram amantes durante 15 anos, depois de se conhecerem como vizinhas livreiras). E fiquei a saber que essa foi a primeira Shakespeare & Co.
A segunda (e atual), foi fundada pelo americano George Whitman. Nesta alojaram-se ao longo de 60 anos, umas cem mil pessoas em troca de umas horas de trabalho na livraria. O seu lema - afixado nas paredes - é "não sejam pouco hospitaleiros com os estranhos, podem ser anjos disfarçados".
E lindo, não é?


Sylvia Beach publicou, em 1922, "Ulysses", de James Joyce. Em 1929 Adrienne Monnier publicou a 1ª edição em francês de "Ulysses".
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O mistério adensa-se e eu, que tinha pensado intercalar outras leituras pelo meio destes três volumes, não fui mesmo capaz de o fazer - estão a ir todos a eito!
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Bolas Pequete, estás a transformar-te numa Lady, a ler a essa velocidade! :)
Ainda vamos ter de decretar o estatuto "Lady BC" ;D :D
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Bolas Pequete, estás a transformar-te numa Lady, a ler a essa velocidade! :)
Ainda vamos ter de decretar o estatuto "Lady BC" ;D :D


Ah, era bom, era! Não chego nem aos calcanhares da Lady... mas estes livros leem-se que nem quadradinhos de chocolate, enquanto houver, marcha...
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Ler faz crescer, portanto que venham aí muitos quadraditos de chocolate :)

Eu por mim estou cada vez mais demorada a ler, que tal? :p
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As Horas Distantes, de Kate Morton,
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Romance histórico sobre a vida de Damião de Góis
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Timbuktu

de Paul Aster. Estou a gostar, mas a tradução é estranha, cheia de notas de rodapé inúteis...

Ontem também li "Vinte e Zinco", de Mia Couto, parte do processo de fazer as pazes com este autor. ;)
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RE: Timbuktu

Gostei muito do Timbuktu! Não me lembro das notas de rodapé, ou li outra edição, ou então, fiquei tão encantada com a história que me esqueci dessa parte...
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Olha eu não.
Também não me recordo da tradução ou de notas de rodapé, mas lembro-me de não ter achado nada de especial.
Para não variar, as expectativas que tinha sairam defraudadas. Talvez a culpa fosse das expectativas, mesmo.
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Pois bem, eu estou quase a acabar e, enquanto pessoa que sabe coisas sobre cães, não o penso com uma boa nota final. O cão é demasiado humano. Por mais que haja coisas em que gostamos de humanizar os animais, a perspectiva de compreensão deste cão em específico é demasiado racional e demasiado ligada aos conceitos "de pessoa", que o autor parece remeter para o seu personagem.

Mas penso que enquanto exercício abonatório sobre a espécie canina, o autor faz um bom esforço. Este é o problema de estudar demasiadas coisas. :p
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Pois bem, eu estou quase a acabar e, enquanto pessoa que sabe coisas sobre cães, não o penso com uma boa nota final. O cão é demasiado humano. Por mais que haja coisas em que gostamos de humanizar os animais, a perspectiva de compreensão deste cão em específico é demasiado racional e demasiado ligada aos conceitos "de pessoa", que o autor parece remeter para o seu personagem.

Mas penso que enquanto exercício abonatório sobre a espécie canina, o autor faz um bom esforço. Este é o problema de estudar demasiadas coisas. :p


Ah, lady, tens que trabalhar essa tua suspensão da descrença:
https://pt.wikipedia.org/---/Suspens%C3%A3o_de_descren%C3%A7a
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Entretanto não resisti às Livrarias, de Jorge Carrión, e ando encantada a viajar por cidades, prateleiras, histórias e muitas curiosidades (e a aumentar a minha wish-list)


Acabei de o ver na revista LER e fiquei com a pulga atrás da orelha. Cheira muito bem :-)
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de Mario Vargas Llosa
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de Mario Vargas Llosa



hum...gostei tanto! :)
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Eu não sei se estou a gostar, porque tenho estado tão cansada que cada vez que lhe pego adormeço D:
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Mesmo a começar, depois de ter terminado - com alguma pena - o 3º e último volume do 1Q84.
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Half a Lifelong Romance, um livro que tive pena de não poder ler na língua original, pois admito que perca alguma coisa. Sendo um livro reescrito a partir da edição em folhetins para uma revista de Shangai em 1950, não deixa de se sentir essa origem, o que não sei se lhe acresce ou retira interesse. Seja como for, apesar da veia algo "telenovelesca" ou melodramática da trama, o clímax ou ponto de viragem da história, é contado de uma forma directa e sucinta, quase clínica, sem tretas.
O melhor é, sem dúvida, a descrição, pelo meio, da vida da classe média em Shangai nos anos 30.

Agora (durante o dia) estou com outro da lotaria dos países pouco comuns, mas que me parece muuuiiito menos interessante. É um paquistanês, mas anda a irritar-me imenso os diálogos escritos do ponto de vista de apenas um dos interlocutores, mas que nos vai dizendo tudo o que o outro lhe diz (género: "ah, está-me a perguntar se isto é um sumo de laranja? É sim, tem que provar que é muito bom. Está a fazer uma careta. Não gostou? Oh, acha mesmo que é amargo? Vai então pedir ao empregado que lhe traga outra bebida. Pois compreendo. Mas como lhe ia dizendo, ...". Grrrrrrr
Ainda está no início, no entanto, logo conto mais.
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à E do último sábado não resisti ao último livro dela que estava em promoção de lançamento da nova Fnac, em Vila real. Vou começá-la a ler daqui a nada...

(tenho a E se alguém quiser, posso mandar por email...)
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- Colecção de BD "Bouncer", da autoria de Boucq e Jodorowski (li o primeiro de 6 volumes).
- "Índice Médio de Felicidade", de David Machado - aparentemente um dos novos autores da literatura portuguesa contemporânea, mas que sinceramente não me está a convencer. É demasiado "light" e o narrador usa e abusa de palavrões. Quando o uso desses palavrões serve a história de alguma forma, não me choca... Agora, quando saem a torto e a direito, sem critério, torna-se um pouco cansativo.
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Índice Médio de Felicidade", de David Machado - aparentemente um dos novos autores da literatura portuguesa contemporânea, mas que sinceramente não me está a convencer. É demasiado "light" e o narrador usa e abusa de palavrões. Quando o uso desses palavrões serve a história de alguma forma, não me choca... Agora, quando saem a torto e a direito, sem critério, torna-se um pouco cansativo.

Oooh.
Ou melhor, yes! Assim posso tirá-lo da lista ;)
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Oooh.
Ou melhor, yes! Assim posso tirá-lo da lista ;)


Mas estava na tua lista por alguma razão especial? Eu trouxe-o da biblioteca, porque me despertou a curiosidade, mas sinceramente a história está a revelar-se muito diferente daquilo que estava à espera. Como a capa tem uma carrinha, pensei que se ia tratar de uma história tipo família-parte-pelos-caminhos-de-Portugal-para-na-realidade-se-descobrirem-uns-aos-outros... Mas afinal, não tem nada a ver!! Enfim, é o que dá criar certas expectativas!
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Oooh.
Ou melhor, yes! Assim posso tirá-lo da lista ;)


Mas estava na tua lista por alguma razão especial? Eu trouxe-o da biblioteca, porque me despertou a curiosidade, mas sinceramente a história está a revelar-se muito diferente daquilo que estava à espera. Como a capa tem uma carrinha, pensei que se ia tratar de uma história tipo família-parte-pelos-caminhos-de-Portugal-para-na-realidade-se-descobrirem-uns-aos-outros... Mas afinal, não tem nada a ver!! Enfim, é o que dá criar certas expectativas!

Para ser franca, não me recordo porque foi lá para a minha lista, suponho que terei lido alguma coisa a favor do dito (porque pelo título não seria uma escolha minha, hehehehhh). Desse e de outro do mesmo autor "Debaixo da Pele". Agora onde e o que li... já não sei (é por isso que anoto os títulos, porque se não depois vão com a maré e nunca mais me lembro).
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Olha, e só na página 190 é que se percebe o porquê da carrinha da capa e a razão pela qual eu fiquei com a ideia de se tratar de uma "road trip" literária... A história parece ir melhorar agora um pouco, mas o livro só tem 254 páginas (ou seja, ficam apenas 60 páginas para contar algo que poderia ter potencial). Enfim, aparentemente mais um caso de uma ideia mal aproveitada e mal concretizada!
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Por aqui:
'O Deus das Moscas', de William Golding

'Noite Sobre as Águas', de Ken Follett

Ambos excelentes e apropriados ao mês que se vive!
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Bem Julgar

"Ensaio sobre o ritual judiciário", de Antoine Garapon

Roubei da minha TBR, livros da minha mãe e seu marido, que são advogados.

Curiosamente, não está a ser uma seca ;p
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RE: Bem Julgar

"Ensaio sobre o ritual judiciário", de Antoine Garapon

Roubei da minha TBR, livros da minha mãe e seu marido, que são advogados.

Curiosamente, não está a ser uma seca ;p

Tu não existes, lady, tenho dito.
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Surpreendeu-me pela positiva. Para mim foi muito melhor que o outro livro que li da autora - A costa dos murmúrios. Embora, a mensagem/objetivo/denúncia do livro, em parte, na minha opinião, seja semelhante, este lê-se muito melhor.

Hoje comecei Teia de Cinzas, de Camilla Lackberg.
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Tchekhov foi para mim foi uma estreia em livro e fui agradavelmente surpreendida pela capacidade do autor de caracterizar personagens de forma tão completa e contar histórias com princípio, meio e fim em tão poucas páginas.

Entretanto também acabei o Cemitério de Pianos - muito bom, embora tenha tido dificuldade em adaptar-me à forma pouco usual usada para intercalar capítulos, com frases interrompidas a meio e por vezes só retomadas dois ou três blocos de texto mais adiante.

Continuo ainda com o The Emperor of All Maladies - uma biografia do cancro e uma leitura fascinante, apesar de o título poder sugerir o contrário.

Agora tenho que dedicar-me à agradável tarefa de escolher outro livro para ler, porque não gosto de estar apenas a ler não-ficção. Mais tarde já darei notícias.
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e confirma-se o imenso desinteresse do livro. Não entendo como pode ter sido "short-listed" (como se diz isto?) para Man Booker Proze, não percebo mesmo. Agora vou pegar noutro, ainda não sei qual.
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Terminei o "íNdice Médio de Felicidade", de David Machado. Não foi péssimo, mas com tanta boa coisa para ler por aí, não vale muito a pena gastar tempo com este...
Comecei entretanto "Nem Todas as Baleias Voam" de Afonso Cruz e estou muito agradado com o começo.
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Tem sido uma viagem fascinante, embora tenha encontrado erros irritantes, que estragam um bocado o prazer da leitura.
Ler que na Shakespeare & co se alojaram "ao longo de 60 anos, umas cem mil pessoas em troca de umas horas de trabalho na livraria", como eu transcrevi acima, quando todas outras fontes, incluíndo wikipedia e entrevistas com as pessoas da livraria fala em 30 mil pessoas, parece-me um erro crasso, mas pode ter uma distração. Agora dizer que as cenas da livraria Flourish and Blotts do Harry Potter foram filmadas na Lello já me parece uma falha enorme na pesquisa que se requer para este tipo de livros (a ligação da Lello ao universo HP é só um grande golpe de marketing que nunca foi confirmado sequer pela J.K. Rowling).

Isto põe-me de pé atrás quando leio outras informações sobre lugares que não conheço. O que é uma pena.
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Já li quase 1/4 do livro, mas a verdade é que não estou lá muito entusiasmada...
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The Remains of the Day, de que só tinha visto o filme.
Adorei o livro (adoro estas histórias aristocráticas inglesas do início do século) e adorei a presença constante do Anthony Hopkins no meu imaginário ao longo de toda a leitura. Que fleuma, que... irritação! Aaaah.

E vou partir agora para uma aventura com umas décadas de antecedência, também na companhia de uma virtuosa (cof, cof) mecinha inglesa, mas para as paisagens açorianas, na companhia da mais recente tradução marcendiana.

No entretanto, continuo sempre com o The Goldfinch de Donna Tartt que me acompanha os adormeceres e, por isso mesmo, é de leitura leeeenta (mas muito apreciada).
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Portanto li uma série de coisas por estes dias. A apontar:

"O Carteiro de Pablo Neruda", de Antonio Skármeta (achei muito pateta)
"A Velocidade do Amor", do mesmo autor (achei uma imitação incoerente de Nabokov)
"Amor Portátil", de Pedro Paixão (contos um pouco obsessivos)
"Dor" de C.S. Lewis (muito doloroso)

Agora estou mesmo a terminar "Amor no Feno e Outras Histórias", de D.H. Lawerence, que só não terminei antes porque adormeci demais no autocarro. :p
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Respectivamente:
Prazer e Glória - não é uma leitura fácil, mas estou a gostar
Notícias: Manual do usuário - um ensaio cheio de humor, mas também matéria para pensar
The Emperor of All Maladies: A Biography of Cancer - este já o trago do mês anterior, é para ler devagarinho
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Bom,

Com as garotas em casa, o mar aqui à porta e alguma família de visita, não tem sido fácil arranjar tempo. Mas avancei uns capítulos do "Breaking the habit of being yourself" e li duas BD: "O domínio dos deuses" (Astérix) e "La mouche", de Lewis Trondheim
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Cada livro que leio do Vonnegut deixa-me ainda mais agarrado ao seu estilo e à pertinência dos seus escritos. Um autor contemporâneo que consegue ser verdadeiramente intemporal.
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... que já está nas mãos da conto, e comecei "D. Amélia" da I. Stilwell ( RABCK do kizmiaz) que não está a ser assim tão "fácil" de ler (pela linguagem utilizada, pelo estilo de escrita da autora)...
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Pedro Rosa Mendes
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"Fax de Sarajevo", uma BD da autoria de Joe Kubert que tem por base os faxes enviados pelo seu amigo Ervin Rustemagić durante o cerco de Sarajevo, na guerra perpetrada pela Sérvia nos Balcãs, no início dos anos 90. Está a ser interessante.
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Peguei-lhe porque veio parar cá a casa e como em tempos tinha gostado da autora resolvi espreitar estas histórias sobre bichos e outros fenómenos da natureza.
No início achei as referências algo datadas (o livro foi lançado em 1988), algumas das quais já não seriam entendidas hoje. Mas as histórias curtas , escritas de uma forma ligeira, mas engraçada e informativa ao mesmo tempo acabaram por me agarrar.

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tão, tão bom...

leiam aqui as primeiras páginas:
http://reader.wook.pt/?...
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Tu, com as tuas primeiras páginas, és tramada! Queres-nos agarrar a todos, é o que é! Já cá tenho as "Vozes..." à conta disso. Grunff...
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comecei agora Before the Fall do Noah Hawley.
Um thriller literário que lida com os media e a sua atitude quase vampírica com as vítimas das suas notícias.
Muito interessante até agora.
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Benditos turistas que deixam livros para serem apanhados por leitoras ávidas. E logo esta leitora, cheia de vontade de lhe ferrar o dente :)
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Ena, ena. Ainda há quem diga mal do turismo, francamente!
:)
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o "Ilhas de Paixão", na tradução da nossa Saragoça - ainda não fiz a JE mas vou tratar disso já de seguida - e comecei o "Vozes de Chernobyl". Este sim só darei dele notícias na próxima thread, mas já me anda a doer...

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