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Já começa a ficar calor... O que lemos em Junho?

Pois bem, já chegamos a um novo mês e eu por aqui continuo imersa no mundo da BD. Depois de ter terminado a colecção da Abril/Controljovem dos Super-Heróis da DC, li "A Canção do Carrasco", história dos X-Men, e "Primeiras Histórias", do Universo Marvel 2099, com histórias do Homem-Aranha, Justiceiro e X-Men do futuro. :)

Agora estou a ler uma graphic novel brilhante, o Miraclemen.

E vocês, com que páginas se refrescam?

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Pois bem, já chegamos a um novo mês e eu por aqui continuo imersa no mundo da BD. Depois de ter terminado a colecção da Abril/Controljovem dos Super-Heróis da DC, li "A Canção do Carrasco", história dos X-Men, e "Primeiras Histórias", do Universo Marvel 2099, com histórias do Homem-Aranha, Justiceiro e X-Men do futuro. :)

Agora estou a ler uma graphic novel brilhante, o Miraclemen.

E vocês, com que páginas se refrescam?
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escrito em 1841, o inglês nem sempre é fácil, mas vale a pena, é um ensaio pequenino (21 páginas) com muita coisa que continua bem pertinente ainda hoje:

"A man should learn to detect and watch that gleam of light which flashes across his mind from within, more than the lustre of the firmament of bards and sages. Yet he dismisses without notice his thought, because it is his. In every work of genius we recognize our own rejected thoughts: they come back to us with a certain alienated majesty. Great works of art have no more affecting lesson for us than this. They teach us to abide by our spontaneous impression with good-humored inflexibility then most when the whole cry of voices is on the other side. Else, to-morrow a stranger will say with masterly good sense precisely what we have thought and felt all the time, and we shall be forced to take with shame our own opinion from another."

ou

"What I must do is all that concerns me, not what the people think. This
rule, equally arduous in actual and in intellectual life, may serve for the whole distinction between greatness and meanness. It is the harder, because you will always find those who think they know what is your duty better than you know it. It is easy in the world to live after the world’s opinion; it is easy in solitude to live after our own; but the great man is he who in the midst of the crowd keeps with perfect sweetness the independence of solitude."

ou ainda

"But man postpones or remembers; he does not live in the present, but
with reverted eye laments the past, or, heedless of the riches that surround
him, stands on tiptoe to foresee the future. He cannot be happy and strong
until he too lives with nature in the present, above time."

Valha-me Deus, já passaram quase 200 anos e parece que não aprendemos nada...
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Um pequeno livro de contos. O primeiro, que dá o nome ao livro, e sobre Jonas Sabimbi, é interessante. Os outros nem por isso.

Como estou quase a acabar, a seguir vou pegar n'O alienista, de Machado de Assis (também um conto, que esta semana sai com a Visão).
Continuo a arrastar Desamparo, de Inês Pedrosa, ainda sem saber se o abandono ou o levo até ao fim: as personagens são sempre descritas em pinceladas de lugares-comuns, que até dá dó.
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Watchmen

Graphic novel de referência. Por enquanto ainda vou muito no início, mas já apanhei com algumas cenas absolutamente perturbadoras.
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Publicação da Biblioteca Britânica, na coleção "British Library Crime Classics". Foi publicada inicialmente em oito capítulos na revista "Once a Week", entre 1862 e 1863. É considerada a primeira novela policial.
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Depois do episódio com os óculos, têm aparecido outros desafios que não são para aqui chamados (ou se calhar até são) e que me têm mantido fora das leituras :-(
Enfim, melhores dias virão.
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3º volume da L.A. Noir trilogy.
Um bom livro policial noir mas não tão bom como as obras posteriores deste autor
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Simpático.

Entretanto li o Alienista, de Machado de Assis. Gostei muito, é um conto irónico e cheio de humor sobre aquilo que se considera loucura e normalidade.
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Recebido na corrente BookBox.

Ainda vou nas primeiras páginas, mas estou a achá-lo muito parvo.
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Li "A História de um Cão Chamado Leal", de Luís Sepúlveda, livro que havia oferecido à minha irmã. Gostei bastante. Depois tentei descobrir "O Porquê da Vida", um livro que me foi oferecido pela sociedade espírita dos Açores para esclarecer minhas dúvidas existenciais. Pareceu-me um resumo da matéria dada por Alan Kardec, pelo que não esclareceu nada....

Agora estou a ler um livro simplesmente maravilhoso, "As Ilhas Desconhecidas - Notas e Paisagens", de Raúl Brandão, um livro de viagem sobre os Açores e Madeira que me está a encantar. :)
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Para já, ainda não me convenceu completamente.
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Foi o primeiro livro que li do autor... Em 2005! E por causa aqui do Bookcrossing! http://www.bookcrossing.com/---/3203492
Acho que gostei quando li... "Kafka à Beira Mar" e "Crónica do Pássaro de Corda" foram os que menos gostei, ou os que menos percebi...
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Eu do Murakami ainda só li o Kafka à beira mar, de que gostei bastante, embora exceto daquela parte horripilante dos gatos que me pareceu bastante descabida.
Com este Norwegian Wood estou com sentimentos contraditórios - continuo a gostar muito da escrita, embora a tradução tenha pormenores irritantes (mas agora não consigo confirmar se o tradutor é o mesmo, porque o outro li-o pelo BXing e já não está comigo) e as vidas destes miúdos de 20 anos também me pareçam exageradamente desbragadas, mas se calhar é mesmo assim, eu é que já não me lembro...
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Sim, lendo o que escrevi em 2005, penso que temos mais ou menos a mesma opinião:
"Não houve nenhuma personagem com a qual não me tivesse identificado (até mesmo com as que não tenho grande afinidade), talvez por eu próprio estar a passar agora (tenho exactamente a idade do Watanabe) pelo que elas passam. Contudo, penso que o autor dá um bocadinho a ideia de que o fim da adolescência é uma fase inconsequente em que vale tudo... O próprio Watanabe é um grande maluco...
Na minha opinião, do ponto de vista literário esta não será uma grande obra de arte (ou será culpa da tradução que usa e abusa dos "redarguiu", "inquiriu", e afins?), além de pecar um bocadinho pelas descrições tão exaustivas (...)"
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Sim, ele e o amigo eram uns grandes malucos :D
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de Vladimir Nobokov. Um livro estranhíssimo, lembra-me muito Joyce. Mas estou a gostar, por enquanto, é muito engraçado e cheio de detalhes bizarros.

E digo mesmo mais: comecei nova TBR. :) Consiste em ler todos os livros do escritório da minha mãe, hehehe
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2 livros

- a novela gráfica "Daytripper" dos irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá (uma história com um conceito fabuloso, de que estou a gostar muito!).
- "Um Longo Silêncio", de Francisco Gallardo Sarmiento e Miguel Ángel Gallardo, que mmistura BD com memórias da guerra civil de Espanha.
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Adorei o Daytripper! Foi mesmo daqueles que comprei pela capa e valeu absolutamente a pena :)
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Comecei há pouco e já devorei mais de 30 páginas...
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Comecei há pouco e já devorei mais de 30 páginas...



A Ngozi provoca esse efeito! Adoro-a!
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Comecei há pouco e já devorei mais de 30 páginas...



A Ngozi provoca esse efeito! Adoro-a!

Pois é, é verdade.
E esse livro foi uma das minha grandes companhias de viagem (e das muitos poucas, em termos literários) no ano passado.
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Vais ver que lês as restantes 700 páginas num instante.
Entretanto também descobri esta TED talk dela, muito boa:
https://www.youtube.com/watch?...
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Pois é, é verdade.
E esse livro foi uma das minha grandes companhias de viagem (e das muitos poucas, em termos literários) no ano passado.


Em audiobook ou livro? Em livro é um calhamaço, carregaste com ele na mochila?
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Pois é, é verdade.
E esse livro foi uma das minha grandes companhias de viagem (e das muitos poucas, em termos literários) no ano passado.


Em audiobook ou livro? Em livro é um calhamaço, carregaste com ele na mochila?

Primeiro em audiobook (um maravilhoso presente aqui da nossa Tuanita) mesmo no início da viagem e depois em livro (versão calhamaço levezinho, por ser em inglês - as editoras portuguesas nunca mais aprendem, não percebo porquê) numa troca que fiz num hostel quando andava com um só livro e o ia trocando quando o terminava. Passados 8 meses de o ter ouvido, adorei lê-lo :)
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Esse livro está na minha wish list de leituras - adoro essa autora :-)
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a ler Grande Sertão: Veredas, do Guimarães Rosa. Agora que estou na reta final vou ver se acabo rápido.
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Também, na verdade, não andei, até esta semana, a ler nada de jeito, deve ter sido por isso (mais especicamente "The Lady os the Rivers", Philippa Gregory, o último que ainda por cá tinha, que não queria "despachar" sem ler, mas desconfiava que seria apenas "mais um", com efectivamente foi).

Mas entretanto, comecei já esta semana (e, pois, já terminei) o segundo da maravilhosa saga d"A Amiga Genial" da Ferrante. O único problema destes livros é mesmo o serem tão viciantes que nos impedem por vezes de fazer o que deviamos fazer (para além de uma ou outra palavra que não sei se será a tradução mais acertada, mas é mesmo ocasional). Ou seja, esta noite já vou começar com o terceiro :)

Obrigada maria leitora. Estão-me a saber que nem ginjas!
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Mas entretanto, comecei já esta semana (e, pois, já terminei) o segundo da maravilhosa saga d"A Amiga Genial" da Ferrante. O único problema destes livros é mesmo o serem tão viciantes que nos impedem por vezes de fazer o que deviamos fazer (para além de uma ou outra palavra que não sei se será a tradução mais acertada, mas é mesmo ocasional). Ou seja, esta noite já vou começar com o terceiro :)


Pois... ainda por cima cada livro termina sempre numa fase que obriga a pegar logo no seguinte. Que mania... :)
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Mas entretanto, comecei já esta semana (e, pois, já terminei) o segundo da maravilhosa saga d"A Amiga Genial" da Ferrante. O único problema destes livros é mesmo o serem tão viciantes que nos impedem por vezes de fazer o que deviamos fazer (para além de uma ou outra palavra que não sei se será a tradução mais acertada, mas é mesmo ocasional). Ou seja, esta noite já vou começar com o terceiro :)


Pois... ainda por cima cada livro termina sempre numa fase que obriga a pegar logo no seguinte. Que mania... :)

Completamente. É terrível! :)
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Estou a começar a atacar a minha pilha TBR com livros dos últimos 20 anos (mais coisa menos coisa) - é só pó a esvoaçar pelo ar!
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A leitura do Faulkner é sempre um desafio mas geralmente recompensa.
Este pequeno livro é um bom exemplo do que o autor consegue fazer com uma história muito simples. estou a gostar.
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Acho que nunca li nada dele... huuummm
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não é fácil gostar mas eu gosto do que li até agora.
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Ontem à noite li também O Cemitério dos Vivos, de Lima Barreto. Lê-se bem, mas não é nada por aí além...
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Lê-se bem, mas não é nada por aí além...
Rimaste! :)
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Na minha escola costumávamos dizer que quem rima sem querer é burro sem saber... 😀
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Na minha escola costumávamos dizer que quem rima sem querer é burro sem saber... 😀


O dito que conheço é mais bonito: "quem rima sem querer é amado sem saber." :)
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que me foi enviado pelo Jota-P na lotaria de Inverno de 2015.
Mesmo no início, mas já promete.
E com este, termino o último livro recebido na lotaria - o que significa que (em havendo pachorra do Árvores para a organizar...) já me vou permitir inscrever-me na lotaria de Outono sem ser só para envio!
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inscrever-me na lotaria de Outono sem ser só para envio!

Não gostas do verão, nem para lotarias? pobre estação! ;)
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Por acaso não gosto lá muito do Verão, não senhor... Gosto muito da Primavera, mas ultimamente até as Primaveras andam muito pouco primaveris...
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Vou lendo uma novela gráfica de Jiro Taniguchi: "O Diário do Meu Pai".
Muito interessante.
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Terminei o Nabokov, livro muito estranho, e li também "Olhos Azuis, Cabelo Preto", de Marguerite Duras. Este achei-o muito, muito fraquinho e melodramático.

Agora estou mesmo no principiozinho de "Um Quarto com Vista", de E.M. Foster
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David Copperfield, do Charles Dickens. Nunca li nada deste autor e até agora estou ou a gostar, pelo menos já me emocionou.
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Um vírus/fungo altamente contagioso está descontrolado, as vítimas entram em auto-combustão como consequência do vírus. A Humanidade está em risco de extinção.
Há uma enfermeira grávida que tem o vírus e um noivo estúpido...
Ainda não li mais mas até agora promete
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Com essa descrição, promete? Estás a gozar, não estás? :)))
Parece uma sinopse de um filme-catástrofe americano, cruiz credinho!
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claro que promete. Promete ser uma matança!!!
É Verão, época para ler sobre catástrofes.
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2

Num linha "kumbayalá": Dentro da loja mágica-https://www.wook.pt/---/19260440

(recomendo!)

e
"Beije-me onde o sol não alcança", de uma autora/historiadora brasileira, Mary del priore (que sigo no Facebook e de que gosto muito.) Apesar do título estranhíssimo (ainda não percebo a que se deve) é muito interessante...
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RE: 2

Num linha "kumbayalá": Dentro da loja mágica-https://www.wook.pt/---/19260440

(recomendo!)

e
"Beije-me onde o sol não alcança", de uma autora/historiadora brasileira, Mary del priore (que sigo no Facebook e de que gosto muito.) Apesar do título estranhíssimo (ainda não percebo a que se deve) é muito interessante...



acabei de ler ontem...é fascinante!

vejam o que a autora diz da história:
https://www.youtube.com/watch?...
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de Agustina Bessa-Luís

É a minha primeira leitura desta autora e estou a gostar imenso!
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nada como os classicos :)
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Um ring da menina dos amores no qual só agora pude pegar. As férias têm sempre mais actividade e menos tempo livre do que o resto do ano (quem tem "crianças" sabe). O livro explora novas formas de linguagem. Parece-me que, neste livro, o VHM usa uma linguagem mais típica do Brasil ou de alguns PALOP, apesar de a história se passar no Japão. Às quase 50 páginas, ainda estou a apalpar terreno.

Entretanto, li um livro bem curto chamado "The traveler", uma história infantil que faz com que os adultos pensem sobre a forma como gastam o seu tempo. As crianças, abençoadas, não se preocupam com essas coisas e divertem-se sem receios nem culpas (a maior parte do tempo, pelo menos).
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O livro explora novas formas de linguagem.


"Novas formas de linguagem" parece-me um bocado um eufemismo para "má escrita", Arvores... :-) Imagina o seguinte "exercício": davam-te o texto para as mãos sem saberes quem era o autor... Será que o irias "desculpar" de forma tão leve?

Parece-me que, neste livro, o VHM usa uma linguagem mais típica do Brasil ou de alguns PALOP


Depois de ler o livro, fiquei com a sensação de que essas "novas formas de linguagem" pareciam mais uma má tradução do espanhol do que outra coisa...
Por exemplo: "um animal esfaimado haveria de baixar a montanha". Não é em espanhol que se diz "bajar la montaña"?
Não anotei todas as expressões estranhas e já li o livro há algum tempo... Mas quem o ler, que repare se não parece que o texto se trata de uma (má) tradução do espanhol...!
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Ó Jota, se leres bem o que eu escrevi e copiares o comentário até ao fim verás que não estou a desculpar ninguém, estou a ser irónico. Linguagem dos PALOP no Japão não soa bem. E apalpar terreno significa estar perdido, confuso, sem opinião formada. Significa estar a tentar adaptar-me ou desistir. Costumo ser imparcial nos meus comentários. Pelo menos tento. Se leres o comentário que fiz ao livro "A desumanização", talvez percebas.
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Eu não te estou a atacar, Arvores. Peço desculpa se fui "bruto" no comentário, mas não era essa minha intenção. O VHM traz, aparentemente, o pior de mim ao de cima! Não penso que ele explore novas formas de linguagem, simplesmente tem uma forma própria de escrever que, na minha opinião, não é boa.
E nunca mais me irei esquecer de apresentar como exemplo da expressão "baixar a montanha" (em vez de "descer da montanha"), porque não é assim que se diz em Português, seja ele de Portugal, seja de outro país lusófono qualquer. Assim como não se diz "segredar" quando se pretende dizer "guardar segredo", entre tantos outros exemplos presentes nesse livro.
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Não estou zangado, Jota :-) Talvez pense apenas que estás a desperdiçar o teu tempo com o VHM. Mas isso é contigo.

O que eu penso sobre a escrita do VHM é que ele é bom a retratar alguma "portugalidade". Já quando tenta pôr-se na pele de um islandês ou de um japonês, falha redondamente. Mas, enfim... Ele lá sabe. Penso que há um princípio básico para a escrita que é: "escreve sobre o que conheces". Há muitos autores que se aventuram a escrever sobre o que não conhecem. A maioria talvez falhe. Continuo a achar que o VHM tenta explorar novas formas de linguagem, o que não quer dizer que consiga. Já o tinha dito relativamente ao Ondjaki e ao seu livro "O assobiador". Mas a este dei o benefício da dúvida, uma vez que tinha apenas 25 anos quando publicou o livro.

O VHM traz, aparentemente, o pior de mim ao de cima!


Vamos lá ver uma coisa. Há vários escritores de quem não gosto, alguns vendem milhões, outros até ganharam o prémio Nobel. "So what?"

Abomino o David Fonseca, o Paulo Gonzo, a Mariza, o João Pedro Pais, o Tony Carreira, só para falar de alguns portugueses. Agora imaginemos que, a cada concerto desta gente, eu me punha à porta, com um bloco de notas, a dizer a quem estava à espera de entrar: "Mas vocês não vêem? O gajo na música 'tal' deu uma valente fífia, e esta frase aqui não faz sentido, e a tipa grita como o caraças, e isto é tudo uma pimbalhada..." Que efeito teria isso naquela gente? Iam deixar de gostar? E eu continuava a comprar ou requisitar todos os CDs desses autores e a tomar notas de tudo o que me desagradava para apresentar à porta dos concertos seguintes... Jota, como diz o ditado "Quem o feio ama, bonito lhe parece". Deixa lá as pessoas amarem o feio. E que fique claro que eu não amo o VHM, embora ache que ele é bom rapaz. Amor, amor, que me lembre assim de repente, só tenho o Caetano Veloso. E a esse sim, perdoo as fífias todas :-)

Um abraço, Jota. Não são os Valters deste mundo que me vão fazer zangar contigo. E, se falares mal do Caetano, eu vou assobiar para o lado :-)
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Estou de acordo com tudo o que disseste! E ainda mais quanto ao Caetano!
:)
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Ora bolas, para vocês, pá! Já não há porrada como deve ser aqui neste cantinho há tanto tempo... pensava que ia ser agora, mas nada. Resolveram tudo como cavalheiros. Pffffff...

Mas ao menos ri-me à gargalhada com a imagem de ti, arvores, à porta dos concertos e com os comentários que irias fazendo. Se algum diz te decidires a tal actividade, podíamos combinar e fazer uma romaria. Acho que ia ser um sucesso! :)
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Abomino o David Fonseca, o Paulo Gonzo, a Mariza, o João Pedro Pais, o Tony Carreira


Posso ser tua amiga?
E se acrescentares o Agir à lista, candidato-me a BFF :)
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;-) Bora lá cuspir nas mãos?
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by István Örkény, Judith Sollosy (Translator)

Uma oferta de uma amiga húngara :-)
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America

de Franz Kafka

Um livro diferente do habitual do autor, mas mesmo assim típico. Estranho... ;)
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Caneco, que não fiz mais nada até terminar! Foram feriados, foi fim de semana, tudo.
Mas terminei feliz.
Fora um ou outro termo, muito repetido e que me tirava do sério (como o autoirónico... ca nervos!) gostei muito, mesmo, de ler estes livros.
Obrigada marialeitora. Biba tu e bibó BC.
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Irei começar "A Grande Muralha da China". Quem sabe o que virá daqui?
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Livro de Aamin Malouf que comprei na Feira do Livro (aliás, a minha única compra). Estou a gostar muito!
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Li esse livro há bastante tempo, graças ao BC. Adorei! É o meu livro favorito do Maalouf, até agora :-)
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"O segredo de Joe Gould" que cá tinha à minha espera há já 3 anos (há outros há bem mais tempo, diga-se de passagem! Só que este é fininho).
A montanha pariu um rato é o provérbio que melhor se aplica ao que senti a ler este livro, depois de um prefácio em tom milagroso do ALA e outros comentários para lá de elogiosos, além de todo o buzz que recordo ainda da altura da publicação e que, por isso, me deixaram este título na memória. Pela minha parte, não alcanço o brilho da coisa, de todo.
Enfim, há incompreensões assim :)

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